Absurdo
Sabemos que a "caça" a bandidos encontra apoio da sociedade. O que, também sabemos, poderia ser menos utilizada se o policiamento ostensivo mais estivesse na ordem do dia da atuação policial.
Não descuramos que veículos sejam o instrumento de apoio a empreendimentos militares.
Deduzimos, no entanto, que prudência não é só "conselho" dos antigos. Onde presente a população mais prudência se espera, visto que nenhuma autoridade, em defesa da sociedade, tem o direito de por em risco membros desta mesma sociedade.
O que ora registramos decorre da alta velocidade com que uma viatura da Política Militar trafegava, acompanhada de duas motocicletas pilotadas por militares, na avenida Félix Mendonça por volta das 17:20 horas desta terça 30. Velocidade mais compatível com autódromos e pistas de rolamento de alta qualidade
Ainda que em perseguição ao mais perigoso e procurado criminoso do planeta não se justifica tamanha velocidade em via pública. Ao que parece, a prisão de um criminosos justificaria a morte de inocentes.
Em outra leitura: a vida humana em segundo lugar. Ainda que gerida por quem, por lei, cabe protegê-la.
Moradores estarrecidos diante da manobra, aos quais só restava a rogar pela "proteção" de Deus. Absurdo diante da razão. Injustificável em todos os sentidos.
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terça-feira, 30 de outubro de 2012
sábado, 18 de agosto de 2012
Difícil de entender
Natural
"Justiça solta PM que atirou em preso rendido". Trata-se de decisão do juiz Marcius da Costa Ferreira, da Justiça Mulitar do Rio de Janeiro, na última terça 14. (http://noticias.r7.com)
O caso tornou-se conhecido a partir da divulgação de um vídeo amador que flagrou um policial atirando na perna de um perseguido, em 31 de julho, que se encontrava rendido (mãos na cabeça). A versão do policial falava em troca de tiros. Mas a gravação o desmente.
Nos ficara a indagação de como estão sendo formados muitos policiais nas academias de polícia por este Brasil a fora, a ponto de atitudes como a denunciada.
Por outro lado, para o cidadão fica difícil ter como natural - ainda que venha a se revestir de formalidade legais - a soltura de um agente público, responsável pela defesa da lei e das instituições, preso justamente por violá-las.
"Justiça solta PM que atirou em preso rendido". Trata-se de decisão do juiz Marcius da Costa Ferreira, da Justiça Mulitar do Rio de Janeiro, na última terça 14. (http://noticias.r7.com)
O caso tornou-se conhecido a partir da divulgação de um vídeo amador que flagrou um policial atirando na perna de um perseguido, em 31 de julho, que se encontrava rendido (mãos na cabeça). A versão do policial falava em troca de tiros. Mas a gravação o desmente.
Nos ficara a indagação de como estão sendo formados muitos policiais nas academias de polícia por este Brasil a fora, a ponto de atitudes como a denunciada.
Por outro lado, para o cidadão fica difícil ter como natural - ainda que venha a se revestir de formalidade legais - a soltura de um agente público, responsável pela defesa da lei e das instituições, preso justamente por violá-las.
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