A conta
A agência Reuters informa que o grupo chinês Sunrise cancelará a compra de cerca de 2 milhões de toneladas de soja brasileira. Motivo: atraso na entrega. Causado pelo congestionamento nos portos.
Enquanto isso, no contraponto, ao passo em que o Governo Federal busca modernizar a realidade portuária, interesses particulares, eminentemente individuais, inviabilizam a pretensão governamental.
Neste caminho não nos esqueçamos do porto em Ilhéus, que integra o complexo intermodal, sob ataque de interesses semelhantes.
Cerrteza temos de que, bons de cobrança, não pagarão a conta dos prejuízos causados ao país.
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quinta-feira, 21 de março de 2013
terça-feira, 12 de março de 2013
Nem tudo são flores
No reino da Bahia
Lula repercute preocupação com resultados eleitorais em três estados da federação, o da Bahia dentre eles. Pretende apurar em pesquisas o verdadeiro quadro. Demonstra não acreditar na vigorosa (em gastos) publicidade do governo estadual.
A descença nas promessas do governo vão se acentuando, quanto mais próximo o pleito de 2014. Há um cansaço diante da lassidão como age a administração estadual diante de anseios localizados.
O complexo intermodal é um deles, para nos situarmos na sofrida região cacaueira, que anda sonhando com o progresso que o cacau não mais proporciona como antigamente e confia em investimentos privados para alimento do onírico.
Continua a queda de braço entre a Bamin e o Governo do Estado. Mais em dívida o "parceiro" público, o que é entreouvido em diferentes conversas e fontes.
No reino encontado da Bahia nem Lula está confiando. Ao que parece, flores somente para a inauguração da Fonte Nova.
Lula repercute preocupação com resultados eleitorais em três estados da federação, o da Bahia dentre eles. Pretende apurar em pesquisas o verdadeiro quadro. Demonstra não acreditar na vigorosa (em gastos) publicidade do governo estadual.
A descença nas promessas do governo vão se acentuando, quanto mais próximo o pleito de 2014. Há um cansaço diante da lassidão como age a administração estadual diante de anseios localizados.
O complexo intermodal é um deles, para nos situarmos na sofrida região cacaueira, que anda sonhando com o progresso que o cacau não mais proporciona como antigamente e confia em investimentos privados para alimento do onírico.
Continua a queda de braço entre a Bamin e o Governo do Estado. Mais em dívida o "parceiro" público, o que é entreouvido em diferentes conversas e fontes.
No reino encontado da Bahia nem Lula está confiando. Ao que parece, flores somente para a inauguração da Fonte Nova.
sexta-feira, 20 de abril de 2012
Marcada
Não sai ilesa
A BAMIN vinha desenvolvendo uma imagem de comprometimento com a sociedade, buscando afirmar-se junto às comunidades com ações concretas, derivadas da atuação que exerce como beneficiária de obras que deságuam no Complexo Intermodal.
O que ninguém imaginava é a fragilidade da empresa frente ao poder público a ponto de demitir um jornalista que lhe prestava serviços a pedido de um político.
Fica com a imagem arranhada. Tornou-se cabo eleitoral de Geraldo Simões.
Imaginemos quando descobrirmos recursos da BAMIN na campanha do PTdoG em Itabuna!
Por explicar
Terá que explicar, ainda - e urgentemente - o que a vincula tão fortemente a Geraldo Simões (ou se este a ela), a ponto de este interferir em decisão que compete inteira e exclusivamente à empresa.
É que se a decisão houvesse partido de sua gestão apenas agia dentro de seus limites. Mas, ao atender GS, ou seja, a pedido político, tornou-se cabide de emprego de políticos.
E, no caso, como o jornalista não dera causa, pior ficou para sua imagem.
Não sairá ilesa do episódio!
O risco é que a BAMIN se torne a "empresa onde quem manda é Geraldo Simões".
A BAMIN vinha desenvolvendo uma imagem de comprometimento com a sociedade, buscando afirmar-se junto às comunidades com ações concretas, derivadas da atuação que exerce como beneficiária de obras que deságuam no Complexo Intermodal.
O que ninguém imaginava é a fragilidade da empresa frente ao poder público a ponto de demitir um jornalista que lhe prestava serviços a pedido de um político.
Fica com a imagem arranhada. Tornou-se cabo eleitoral de Geraldo Simões.
Imaginemos quando descobrirmos recursos da BAMIN na campanha do PTdoG em Itabuna!
Por explicar
Terá que explicar, ainda - e urgentemente - o que a vincula tão fortemente a Geraldo Simões (ou se este a ela), a ponto de este interferir em decisão que compete inteira e exclusivamente à empresa.
É que se a decisão houvesse partido de sua gestão apenas agia dentro de seus limites. Mas, ao atender GS, ou seja, a pedido político, tornou-se cabide de emprego de políticos.
E, no caso, como o jornalista não dera causa, pior ficou para sua imagem.
Não sairá ilesa do episódio!
O risco é que a BAMIN se torne a "empresa onde quem manda é Geraldo Simões".
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