Outras revelações
Concluído o processo de apuração o presidente eleito do PT em nível estadual alcançou a expressiva soma de 74,45% dos votos. Praticamente 3/4 do resultado. Ou seja, três em cada quatro eleitores votaram em Everaldo.
Não houve unidade no confronto, tanto que o adversário do vencedor, Ernesto Marques, obteve 20,1. O que significa dizer que uma parcela de praticamente 5,5% não queria nem um nem outro.
Por demais compreensível a difícil unidade no PT, até em disputas internas. Faz parte da chamada participação democrática das bases. Jocosamente o dizemos - sem pretender ferir susceptibilidades - que natural como expressiva representação às vezes até um "bloco do eu sozinho", para lembrar famosa figura do carnaval carioca no passado, que saía às ruas portando um estandarte onde se lia a expressão. A galhofa do carioca, no entanto, não pode ser aplicada a muitos grupos no PT.
Um partido que mudou muito na conformação de suas "bases". Quase fomos às gargalhadas quando um prócer da agremiação paulista assumiu a defesa do "companheiro Kassab". Não porque lhe cabe o princípio da dúvida em relação às denúncias que vão surgindo, mas por fazer parte da base parlamentar do governo, fato maturado desde que o ex-prefeito paulistano reinventou o PSD.
Mas tudo o que está dito acima novamente se vincula ao texto anteriormente postado (Eleições no PT de Itabuna e suas revelações). Alguns até entenderam que a recomendação literária que fizemos ao deputado Geraldo Simões estaria limitada a vê-lo como político da República Velha, também denominada de Primeira República.
Na verdade Geraldo vai comer o pão que não imaginava quando da composição do Diretório Municipal. Para quem ficou com apenas pouco mais de 35% dos votos - assim mesmo perdendo em Itabuna para o adversário em nível estadual.
Vai ter de demonstrar grande capacidade para aglutinar uma composição que venha a corresponder ao projeto político que tem desenvolvido e por desenvolver. O que inclui isolar inteiramente do processo local possível influência da cúpula estadual.
A batalha tende a ser mais dura. Não sabemos se exigirá cavalgadas, carreatas, passeatas, comícios etc. Mas, pelo menos, muita saliva!
Mostrando postagens com marcador Geraldo Simões. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Geraldo Simões. Mostrar todas as postagens
quarta-feira, 13 de novembro de 2013
terça-feira, 12 de novembro de 2013
Eleições no PT de Itabuna
E suas revelações
Anunciada com pompa e circunstância a vitória de uma chapa, os votos de diferença, para gáudio e esperança da estrela em nível itabunense. E não seria diferente, para o observador mais desavisado. Afinal, dos 769 votos contabilizados, ainda que uns brancos e nulos tivessem alcançado 53, a chapa vencedora obteve 471 votos diante dos 245 do adversário, exatos "226 a mais que seu oponente", como registrou O Trombone.
Mas, trilhando o caminho daquela incredulidade, que muitos atribuem tão somente a Tiago apóstolo - não pelo resultado, mas pelo que poderia estar "por trás da serra" do resultado - buscamos algumas informações, em torno das quais ousamos gastar o tempo de nosso paciente leitor.
No primeiro instante, o número de eleitores petistas aptos a votar. E nos disseram estar no patamar de 1326. Portanto, às urnas não compareceu um considerável contingente de 557 eleitores, o que representa em torno de 42% de ilustres militantes que não se dignaram participar da disputa.
Alguém diria ser de pouca valia um comparecimento mais maciço. Razão veríamos caso não houvesse acirrada disputa interna, onde enfrentado o comandante maior do PT em Itabuna, atual deputado federal Geraldo Simões. (Claro que não poderíamos exigir o voto de um de seus filhos, que se bandeou para outra agremiação partidária às vésperas do pleito).
Tampouco não é crível que Sua Excelência não tenha lutado por uma expressiva maioria e tenha se esquecido de visitar esses 42% da militância votante.
Para não nos alongarmos muito, por hora, ficou-nos outro ponto a considerar: o candidato de GS, em nível estadual, perdeu a eleição em nível local, ainda que com apenas 32 votos. (O adversário de GS, segundo uma alta fonte do PT na Bahia, pode tornar-se vencedor com uma das mais expressivas votações da história do partido em terras de Rui Barbosa).
Simplificando: Geraldo Simões venceu a batalha interna em Itabuna, não seja negado. Mas, uma vitória de Pirro. Caso levemos em consideração os números, dos 1326 votos do PT local, GS só dispõe de exatos 471, ou, em números percentuais, de 35,5%, pouco mais de um terço.
Como sabemos do ávido leitor que é - o que poucos sabem - gostaríamos de recomendar ao nosso deputado federal a leitura de uma interessante obra do jacuipense Miguel Carneiro: "O Coronel Já Não Manda Mais no Trecho".
Pelo menos sozinho!
Anunciada com pompa e circunstância a vitória de uma chapa, os votos de diferença, para gáudio e esperança da estrela em nível itabunense. E não seria diferente, para o observador mais desavisado. Afinal, dos 769 votos contabilizados, ainda que uns brancos e nulos tivessem alcançado 53, a chapa vencedora obteve 471 votos diante dos 245 do adversário, exatos "226 a mais que seu oponente", como registrou O Trombone.
Mas, trilhando o caminho daquela incredulidade, que muitos atribuem tão somente a Tiago apóstolo - não pelo resultado, mas pelo que poderia estar "por trás da serra" do resultado - buscamos algumas informações, em torno das quais ousamos gastar o tempo de nosso paciente leitor.
No primeiro instante, o número de eleitores petistas aptos a votar. E nos disseram estar no patamar de 1326. Portanto, às urnas não compareceu um considerável contingente de 557 eleitores, o que representa em torno de 42% de ilustres militantes que não se dignaram participar da disputa.
Alguém diria ser de pouca valia um comparecimento mais maciço. Razão veríamos caso não houvesse acirrada disputa interna, onde enfrentado o comandante maior do PT em Itabuna, atual deputado federal Geraldo Simões. (Claro que não poderíamos exigir o voto de um de seus filhos, que se bandeou para outra agremiação partidária às vésperas do pleito).
Tampouco não é crível que Sua Excelência não tenha lutado por uma expressiva maioria e tenha se esquecido de visitar esses 42% da militância votante.
Para não nos alongarmos muito, por hora, ficou-nos outro ponto a considerar: o candidato de GS, em nível estadual, perdeu a eleição em nível local, ainda que com apenas 32 votos. (O adversário de GS, segundo uma alta fonte do PT na Bahia, pode tornar-se vencedor com uma das mais expressivas votações da história do partido em terras de Rui Barbosa).
Simplificando: Geraldo Simões venceu a batalha interna em Itabuna, não seja negado. Mas, uma vitória de Pirro. Caso levemos em consideração os números, dos 1326 votos do PT local, GS só dispõe de exatos 471, ou, em números percentuais, de 35,5%, pouco mais de um terço.
Como sabemos do ávido leitor que é - o que poucos sabem - gostaríamos de recomendar ao nosso deputado federal a leitura de uma interessante obra do jacuipense Miguel Carneiro: "O Coronel Já Não Manda Mais no Trecho".
Pelo menos sozinho!
quinta-feira, 7 de novembro de 2013
Votação
Aberta ou fechada
A imprensa regional (itabunense em particular) - em todas as dimensões por nós alcançada - tem se debruçado sobre um fato político de importância, com reflexo no próximo pleito: a negação ou confirmação, pelo Plenário da Câmara Municipal, de parecer oriundo do Tribunal de Contas dos Municípios propugnando por rejeição de contas de ex-prefeito do município. (Declinamos de afirmar o nome porque outros ex já foram objeto de idêntica atenção, com surpresas quanto aos resultados...).
A celeuma toda (a atual) está centrada no fato de a votação dever ser a descoberto (voto aberto, escancarado) ou fechado (quando só o resultado, desprovido de identificação, aparece).
Essa a arma para desviar a atenção do 'povão' diante do fato central.
Tanto que o fato em si anda adquirindo foros de "outro mundo": no presente instante, a análise e interpretação dos "magistrados" e seus assessores que ora detêm o controle da Câmara.
A "vítima" - dizemo-lo não em defesa do possível sacrificado - apresenta alguns percentuais no plano eleitoral que podem torná-la excelente "eleitor", caso não se mantenha - oh! calendas judiciárias - no plano consumatório de uma candidatura.
Dialeticamente a sua ausência ou não do pleito pode corresponder a uma síntese que somente o futuro - que não chegará a março - dirá.
O ex pode ser conveniente não sendo candidato ou, o sendo, atrapalhando um outro nome.
Caso o nome que o ex atrapalhe seja o de Geraldo Simões (que dizem por si só já ser um problema eleitoral) será absolvido na Câmara.
Mas, ainda que não o seja, tem muita gente interessada. Um deles, Davidson Magalhães. Nesse a chave da votação. Afinal, desde que o prefeito eleito perdeu o controle da Mesa Diretora da Câmara Municipal, quem nela manda é o PCdoB.
O problema, assim vemos, não está no fato de ser a votação aberta ou fechada (não faltarão justificativas jurídicas para uma ou outra, não fora o aspecto de ser uma decisão de caráter político e não jurídico): mas, se convém ou não a Davidson Magalhães.
Nada a ver com transparência. Aberta ou fechada a votação atenderá a interesses. Que nada têm a ver com o povo!
A imprensa regional (itabunense em particular) - em todas as dimensões por nós alcançada - tem se debruçado sobre um fato político de importância, com reflexo no próximo pleito: a negação ou confirmação, pelo Plenário da Câmara Municipal, de parecer oriundo do Tribunal de Contas dos Municípios propugnando por rejeição de contas de ex-prefeito do município. (Declinamos de afirmar o nome porque outros ex já foram objeto de idêntica atenção, com surpresas quanto aos resultados...).
A celeuma toda (a atual) está centrada no fato de a votação dever ser a descoberto (voto aberto, escancarado) ou fechado (quando só o resultado, desprovido de identificação, aparece).
Essa a arma para desviar a atenção do 'povão' diante do fato central.
Tanto que o fato em si anda adquirindo foros de "outro mundo": no presente instante, a análise e interpretação dos "magistrados" e seus assessores que ora detêm o controle da Câmara.
A "vítima" - dizemo-lo não em defesa do possível sacrificado - apresenta alguns percentuais no plano eleitoral que podem torná-la excelente "eleitor", caso não se mantenha - oh! calendas judiciárias - no plano consumatório de uma candidatura.
Dialeticamente a sua ausência ou não do pleito pode corresponder a uma síntese que somente o futuro - que não chegará a março - dirá.
O ex pode ser conveniente não sendo candidato ou, o sendo, atrapalhando um outro nome.
Caso o nome que o ex atrapalhe seja o de Geraldo Simões (que dizem por si só já ser um problema eleitoral) será absolvido na Câmara.
Mas, ainda que não o seja, tem muita gente interessada. Um deles, Davidson Magalhães. Nesse a chave da votação. Afinal, desde que o prefeito eleito perdeu o controle da Mesa Diretora da Câmara Municipal, quem nela manda é o PCdoB.
O problema, assim vemos, não está no fato de ser a votação aberta ou fechada (não faltarão justificativas jurídicas para uma ou outra, não fora o aspecto de ser uma decisão de caráter político e não jurídico): mas, se convém ou não a Davidson Magalhães.
Nada a ver com transparência. Aberta ou fechada a votação atenderá a interesses. Que nada têm a ver com o povo!
quarta-feira, 21 de agosto de 2013
A quem
Proteger
A Força Nacional de Segurança - ainda não institucionalizada nos moldes ideais, como a Guarda Nacional nos Estados Unidos - está na região centro dos conflitos. Tem por objetivo impor a ordem pública, o respeito às leis.
Chegou no preciso instante em que a população dita não indígena (vemos muito dela na indígena, que nem DNA mitocondrial afirmará integração à etnia tupinambá) iniciou a reação contra o processo de intimidação e agressão que ocorre há meses, desdobradas em invasões de propriedades e expulsão de pequenos produtores rurais, a totalidade dos prejudicados.
Caso a Força Nacional de Segurança, cumprindo ordem judicial, não retome as propriedades para seus proprietários - e assegure nelas a sua permanência - não terá feito nada mais que proteger os atrabiliários invasores.
Razão por que resta a dúvida: a FNS está protegendo a quem?
Política e políticos
No caso específico dos conflitos e de uma tomada de posição somente temos visto a defesa do deputado Geraldo Simões, tanto na denúncia dos desmandos cometidos contra a população como no sentido de que os estudos em torno da reivindicada demarcação sejam suspensos para uma criteriosa avaliação.
Dos demais e muitos políticos da região escuta-se o silêncio da omissão. Estão fazendo política contra a ordem pública.
Inclusive o governador Jacques Wagner, como mandatário maior do Estado.
A Força Nacional de Segurança - ainda não institucionalizada nos moldes ideais, como a Guarda Nacional nos Estados Unidos - está na região centro dos conflitos. Tem por objetivo impor a ordem pública, o respeito às leis.
Chegou no preciso instante em que a população dita não indígena (vemos muito dela na indígena, que nem DNA mitocondrial afirmará integração à etnia tupinambá) iniciou a reação contra o processo de intimidação e agressão que ocorre há meses, desdobradas em invasões de propriedades e expulsão de pequenos produtores rurais, a totalidade dos prejudicados.
Caso a Força Nacional de Segurança, cumprindo ordem judicial, não retome as propriedades para seus proprietários - e assegure nelas a sua permanência - não terá feito nada mais que proteger os atrabiliários invasores.
Razão por que resta a dúvida: a FNS está protegendo a quem?
Política e políticos
No caso específico dos conflitos e de uma tomada de posição somente temos visto a defesa do deputado Geraldo Simões, tanto na denúncia dos desmandos cometidos contra a população como no sentido de que os estudos em torno da reivindicada demarcação sejam suspensos para uma criteriosa avaliação.
Dos demais e muitos políticos da região escuta-se o silêncio da omissão. Estão fazendo política contra a ordem pública.
Inclusive o governador Jacques Wagner, como mandatário maior do Estado.
terça-feira, 28 de maio de 2013
Pela amostragem
Talvez tenha razão
Professores das universidades estaduais não encontram apoio do Governo do Estado para suas reivindicações - dentre elas, a principal, a salarial - e ameaçam movimento paredista. O Governo diz não dispor de recursos financeiros para atender a pretensão.
Em que pese farta publicidade dando conta do progresso da Bahia em sua gestão - e a propaganda, pelo volume veiculado, parece também farta em gastos - soa estranho que para o governador Jacques Wagner não haja disponibilidades para corresponder ao aumento pretendido pelo magistério universitário estadual.
No entanto, observando em volta, pela amostragem que nos atinge, pode ser que o Governo da Bahia "de todos nós" tenha razão. Afinal, na segunda-feira 27, até caneta esferográfica estava faltando no protocolo da DIREC-7.
"Apesar de você"
Certamente por essas e outras a emissora AM vinculada a Geraldo Simões, em programa na sexta 24, desancava a classe política nas pessoas de Coronel Santana, Augusto Castro, Marcelo Nilo e... Jacques Wagner.
A emissora, ao que parece, mostra independência em relação ao governo Wagner e não anda amassando barro nem para o governador, ainda que do PT, o partido do deputado.
Ou alguma outra coisa anda no ar. Talvez como na música de Chico Buarque: "Apesar de você...".
Professores das universidades estaduais não encontram apoio do Governo do Estado para suas reivindicações - dentre elas, a principal, a salarial - e ameaçam movimento paredista. O Governo diz não dispor de recursos financeiros para atender a pretensão.
Em que pese farta publicidade dando conta do progresso da Bahia em sua gestão - e a propaganda, pelo volume veiculado, parece também farta em gastos - soa estranho que para o governador Jacques Wagner não haja disponibilidades para corresponder ao aumento pretendido pelo magistério universitário estadual.
No entanto, observando em volta, pela amostragem que nos atinge, pode ser que o Governo da Bahia "de todos nós" tenha razão. Afinal, na segunda-feira 27, até caneta esferográfica estava faltando no protocolo da DIREC-7.
"Apesar de você"
Certamente por essas e outras a emissora AM vinculada a Geraldo Simões, em programa na sexta 24, desancava a classe política nas pessoas de Coronel Santana, Augusto Castro, Marcelo Nilo e... Jacques Wagner.
A emissora, ao que parece, mostra independência em relação ao governo Wagner e não anda amassando barro nem para o governador, ainda que do PT, o partido do deputado.
Ou alguma outra coisa anda no ar. Talvez como na música de Chico Buarque: "Apesar de você...".
quinta-feira, 27 de dezembro de 2012
Referência
Nada recomendável
Não queremos por limalha de ferro na empadinha de ninguém. Mas ver Geraldo Simões no "top 20" da revista Veja nos causa estranheza.
Considerando o que tem cometido de irregularidade, e mesmo crimes, e pelo que defende o "jornalismo" da revista da Abril não temos como honra a inclusão em qualquer lista que nela se origine.
Para Geraldo, deputado de classes trabalhadoras - pelo menos até pouco tempo - estranho que corresponda, na Câmara dos Deputados, aos anseios da ideologia defendida pela Veja. Certo que não está só, inclusive tem companhia petista.
Se fora do DIAP, tudo bem! Mas, da Veja?
Não queremos por limalha de ferro na empadinha de ninguém. Mas ver Geraldo Simões no "top 20" da revista Veja nos causa estranheza.
Considerando o que tem cometido de irregularidade, e mesmo crimes, e pelo que defende o "jornalismo" da revista da Abril não temos como honra a inclusão em qualquer lista que nela se origine.
Para Geraldo, deputado de classes trabalhadoras - pelo menos até pouco tempo - estranho que corresponda, na Câmara dos Deputados, aos anseios da ideologia defendida pela Veja. Certo que não está só, inclusive tem companhia petista.
Se fora do DIAP, tudo bem! Mas, da Veja?
quinta-feira, 1 de novembro de 2012
Promete
Outro PT itabunense
Que em princípio poderia ser chamado de o PT dos "desgarrados". Alguns deles históricos, afastados da elegenda, ou "convidados" ao afastamento pelo domínio de Geraldo Simões sobre a composição do Diretório local.
Não há de ser negado que o PTdoG não somente sofreu uma derrota, o que, em si mesma, seria normal, porque faz parte do jogo da política. Mais sofre, não só a antipatia, a rejeição cristalina ao método dinástico em andamento, que fez a legenda minguar em votos a ponto de comprometer a reeleição de Geraldo Simões em 2014 caso venha a depender dos votos que lhe sejam destinados em Itabuna, onde já vira um decréscimo na ordem de 12 mil votos (diferença materializada entre os 35 mil recebidos em 2006 despencados para 23 em apenas quatro anos, ainda que a mulher houvesse, como candidata a prefeita recebedio mais de 44 mil em 2008).
Os sinais recentes, imediatos à eleição municipal, mostram que uma luta intestina recomeça, com o retorno de expressivos nomes de um PT que fez história em Itabuna aos quadros partidários.
Com um detalhe, retornam sob o condão e abono do deputado federal Josias Gomes.
Não se afirme que é um "novo PT" necessariamente, mas um embate que promete. Promete enfrentar Geraldo Simões para que deixe o PTdoG voltar a ser PT.
Que em princípio poderia ser chamado de o PT dos "desgarrados". Alguns deles históricos, afastados da elegenda, ou "convidados" ao afastamento pelo domínio de Geraldo Simões sobre a composição do Diretório local.
Não há de ser negado que o PTdoG não somente sofreu uma derrota, o que, em si mesma, seria normal, porque faz parte do jogo da política. Mais sofre, não só a antipatia, a rejeição cristalina ao método dinástico em andamento, que fez a legenda minguar em votos a ponto de comprometer a reeleição de Geraldo Simões em 2014 caso venha a depender dos votos que lhe sejam destinados em Itabuna, onde já vira um decréscimo na ordem de 12 mil votos (diferença materializada entre os 35 mil recebidos em 2006 despencados para 23 em apenas quatro anos, ainda que a mulher houvesse, como candidata a prefeita recebedio mais de 44 mil em 2008).
Os sinais recentes, imediatos à eleição municipal, mostram que uma luta intestina recomeça, com o retorno de expressivos nomes de um PT que fez história em Itabuna aos quadros partidários.
Com um detalhe, retornam sob o condão e abono do deputado federal Josias Gomes.
Não se afirme que é um "novo PT" necessariamente, mas um embate que promete. Promete enfrentar Geraldo Simões para que deixe o PTdoG voltar a ser PT.
terça-feira, 30 de outubro de 2012
Difícil de acreditar
Dinastia
Muito mais pesou na derrota de Juçara não as adjetivações que em torno dela plantaram, mas a mácula de ser ela não a liderança que representaria e sim uma "imposição" do marido Geraldo Simões.
Há muito pesa sobre a imagem do PT itabunense a configuração não de partido político mas de "partido de Geraldo", o que significa dizer que quem manda é ele e "tenho dito". Vane seria uma demonstração inequívoca do "comando" de Geraldo. Como não teria espaço para tornar-se candidato pela legenda dela se afastou e encontrou outro ninho e a prefeitura como prêmio pela escolha acertada.
Anuncia-se processo sucessório para o Diretório do PT itabunense. E para mostrar que as coisas continuam no rumo de sempre está anunciada a candidatura de Juçara presidente do PT.
Tudo em família. Na falta de prefeitura o diretório vai servindo.
Se vencer não terá méritos. Foi o marido que a elegeu. Se perder... ah! aí é demais!
No fundo, entenda o petista que vota, quando em jogo uma dinastia ou se concorda ou se pede para sair. É assim que Geraldo gosta.
Para nós o que é difícil de acreditar é que Juçara "suba" tantos degraus. De candidata a prefeita, duas vezes, agora "lute" para chegar a presidente... do PTdoG.
Muito mais pesou na derrota de Juçara não as adjetivações que em torno dela plantaram, mas a mácula de ser ela não a liderança que representaria e sim uma "imposição" do marido Geraldo Simões.
Há muito pesa sobre a imagem do PT itabunense a configuração não de partido político mas de "partido de Geraldo", o que significa dizer que quem manda é ele e "tenho dito". Vane seria uma demonstração inequívoca do "comando" de Geraldo. Como não teria espaço para tornar-se candidato pela legenda dela se afastou e encontrou outro ninho e a prefeitura como prêmio pela escolha acertada.
Anuncia-se processo sucessório para o Diretório do PT itabunense. E para mostrar que as coisas continuam no rumo de sempre está anunciada a candidatura de Juçara presidente do PT.
Tudo em família. Na falta de prefeitura o diretório vai servindo.
Se vencer não terá méritos. Foi o marido que a elegeu. Se perder... ah! aí é demais!
No fundo, entenda o petista que vota, quando em jogo uma dinastia ou se concorda ou se pede para sair. É assim que Geraldo gosta.
Para nós o que é difícil de acreditar é que Juçara "suba" tantos degraus. De candidata a prefeita, duas vezes, agora "lute" para chegar a presidente... do PTdoG.
terça-feira, 23 de outubro de 2012
Quo vadis
Denúncia grave
Péssima a repercussão: Geraldo Simões não teria honrado dois cheques emitidos para cobrir despesas de campanha política que envolveriam valores próximos a 1 milhão de reais. Com o detalhe de serem ditos cheques de sua conta pessoal, como afirmado no www.blogdorick.com.br
Considerando a natureza do título de crédito (cheque é uma ordem de pagamento à vista) que exige disponibilidade de recursos para que seja emitido, chama-nos a atenção a "disponibilidade" de GS.
Em outra vertente tem-se tornado recorrente em Geraldo Simões a circunstância de não honrar compromissos. O rol de prejudicados elenca de gráficas a institutos de pesquisa. E o costume não é recente.
Não sinaliza positivo dito comportamento. Parece demonstrar que não está a exigir tão só "amarradores de cadarço", mas "financiadores" para suas derrotas eleitorais.
Não fora a declinante projeção eleitoral que se acerca de Geraldo, diante de tão grave denúncia só nos resta trazer o latim para qualificar o texto diante do inqualificável comportamento: quo vadis (onde vais?) caro líder com tanto desrespeito.
Péssima a repercussão: Geraldo Simões não teria honrado dois cheques emitidos para cobrir despesas de campanha política que envolveriam valores próximos a 1 milhão de reais. Com o detalhe de serem ditos cheques de sua conta pessoal, como afirmado no www.blogdorick.com.br
Considerando a natureza do título de crédito (cheque é uma ordem de pagamento à vista) que exige disponibilidade de recursos para que seja emitido, chama-nos a atenção a "disponibilidade" de GS.
Em outra vertente tem-se tornado recorrente em Geraldo Simões a circunstância de não honrar compromissos. O rol de prejudicados elenca de gráficas a institutos de pesquisa. E o costume não é recente.
Não sinaliza positivo dito comportamento. Parece demonstrar que não está a exigir tão só "amarradores de cadarço", mas "financiadores" para suas derrotas eleitorais.
Não fora a declinante projeção eleitoral que se acerca de Geraldo, diante de tão grave denúncia só nos resta trazer o latim para qualificar o texto diante do inqualificável comportamento: quo vadis (onde vais?) caro líder com tanto desrespeito.
sábado, 6 de outubro de 2012
O troco
Ainda vivo o 1996
Parece-nos em muito assemelhados alguns instantes entre diferentes eleições, quando lá se vão 16 anos. Especialmente porque personagens comuns a eles se reencontram, novamente em campos opostos.
Às vésperas da eleição de 1996, quando Geraldo Simões (não havia reeleição à época) tinha em Renato Costa o seu candidato à sucessão, e o confronto direto ocorria entre este e Fernando Gomes, um "voto útil" foi incentivado a partir de uma manchete do jornal Agora que punha em disputa Fernando e Davidson Magalhães como possíveis vitoriosos. Deu Fernando em primeiro e Renato em segundo.
Não se veja na virada posta através de pesquisa encomendada pela Rádio Difusora (leia-se, Geraldo Simões) uma "loucura dos números", em razão de sua inteira falta de lógica, quando aponta Juçara (33,44%) em segundo lugar disputando com Azevedo (35,82%) e Vane na rabeira dos três com 23,08%.
O que Davidson fez com Renato em 1996 Geraldo quer fazer com Vane, em 2012, ora apoiado por Davidson. Naquela, com manchete de jornal; hoje, com pesquisa altamente duvidosa.
Certamente muitos eleitores hão de se lembrar. É o troco, 16 anos depois.
Parece-nos em muito assemelhados alguns instantes entre diferentes eleições, quando lá se vão 16 anos. Especialmente porque personagens comuns a eles se reencontram, novamente em campos opostos.
Às vésperas da eleição de 1996, quando Geraldo Simões (não havia reeleição à época) tinha em Renato Costa o seu candidato à sucessão, e o confronto direto ocorria entre este e Fernando Gomes, um "voto útil" foi incentivado a partir de uma manchete do jornal Agora que punha em disputa Fernando e Davidson Magalhães como possíveis vitoriosos. Deu Fernando em primeiro e Renato em segundo.
Não se veja na virada posta através de pesquisa encomendada pela Rádio Difusora (leia-se, Geraldo Simões) uma "loucura dos números", em razão de sua inteira falta de lógica, quando aponta Juçara (33,44%) em segundo lugar disputando com Azevedo (35,82%) e Vane na rabeira dos três com 23,08%.
O que Davidson fez com Renato em 1996 Geraldo quer fazer com Vane, em 2012, ora apoiado por Davidson. Naquela, com manchete de jornal; hoje, com pesquisa altamente duvidosa.
Certamente muitos eleitores hão de se lembrar. É o troco, 16 anos depois.
segunda-feira, 1 de outubro de 2012
Títere
Desrespeito
Claro que há tempo para cumprir a decisão da Justiça Eleitoral, que determinou à rádio Difusora abrir microfones para resposta de Vane, que fora através deles agredido por Geraldo Simões. No entanto, a recusa em respeitar a determinação judicial causa espécie. Justamente porque em Geraldo a postura republicana era marca.
A manter-se a postura - e ninguém diga que não tenha partido dele a determinação desrespeitosa - torna-se preocupante o que passou a ser e a pensar o deputado.
Certamente sente-se seguro de que nada venha a acontecer à emissora. Ou, fazendo ouvidos moucos, que venha a obedecer a ordem judicial depois das eleições. Aí, só a punição pecuniária seria mais eficaz.
O desrespeito desfaz a imagem republicana de Geraldo e torna-o um títere, coronel digno de viver na República Velha. Tempo, por sinal, de eleições a bico de pena.
Talvez o meio ideal de eleger seus candidatos.
Claro que há tempo para cumprir a decisão da Justiça Eleitoral, que determinou à rádio Difusora abrir microfones para resposta de Vane, que fora através deles agredido por Geraldo Simões. No entanto, a recusa em respeitar a determinação judicial causa espécie. Justamente porque em Geraldo a postura republicana era marca.
A manter-se a postura - e ninguém diga que não tenha partido dele a determinação desrespeitosa - torna-se preocupante o que passou a ser e a pensar o deputado.
Certamente sente-se seguro de que nada venha a acontecer à emissora. Ou, fazendo ouvidos moucos, que venha a obedecer a ordem judicial depois das eleições. Aí, só a punição pecuniária seria mais eficaz.
O desrespeito desfaz a imagem republicana de Geraldo e torna-o um títere, coronel digno de viver na República Velha. Tempo, por sinal, de eleições a bico de pena.
Talvez o meio ideal de eleger seus candidatos.
sexta-feira, 21 de setembro de 2012
Perdendo espaço
Derrota no horizonte
Geraldo Simões conquistou, com apoio concreto de Rosemberg Pinto, algumas localidades para seu acervo de votos nas eleições de 2010. Dentre elas, o município de Itororó. Amparado no prefeito Adroaldo Almeida.
Os sinais que emanam da terra da carne de sol não são nada favoráveis à continuidade da parceria no que diga respeito ao volume de votos no futuro para o deputado.
O que muitos não acreditavam está prestes a ocorrer: Adroaldo derrotado em sua tentativa de reeleição.
Horizonte nada promissor para Geraldo.
Geraldo Simões conquistou, com apoio concreto de Rosemberg Pinto, algumas localidades para seu acervo de votos nas eleições de 2010. Dentre elas, o município de Itororó. Amparado no prefeito Adroaldo Almeida.
Os sinais que emanam da terra da carne de sol não são nada favoráveis à continuidade da parceria no que diga respeito ao volume de votos no futuro para o deputado.
O que muitos não acreditavam está prestes a ocorrer: Adroaldo derrotado em sua tentativa de reeleição.
Horizonte nada promissor para Geraldo.
sábado, 15 de setembro de 2012
Poste difícil
Imagine o leitor a razão
Já foi divulgado em nosso meio que a amizade entre Geraldo Simões e Lula era tão significativa que um filho fora batizado pelo ex-presidente. Não seja negado que em mais de uma oportunidade Lula foi hóspede de Geraldo e Juçara. Também não se negue que o símbolo maior do PT gostaria de apoiar com todos os meios de que disponha a candidatura petista em Itabuna, mormente vinculada a amigos de primeira hora.
Não se afirme compadrio entre ambos, mas a amizade será reconhecida. A primeira prova de quanto tempo isso exista pode ser avaliada a partir da foto histórica de Lula, Geraldo e Cabôco Alencar no ABC da Noite, nos idos de 1989, apesar de consolidada bem antes.
Nestas eleições a chapa feminina foi buscar o único homem que a interessava: justamente o ex-presidente Lula, para fotos e depoimento.
Lula está na Bahia, ajudando companheiros. Sacrifica-se no imediato da convalescença. Ainda que a poucas horas de voo não veio/vem a Itabuna ajudar os velhos amigos ou o "compadre" e a "comadre".
A comadre está precisada. Mas o compadre ilustre não pode vir. Não por falta de convite.
De nossa parte, especulador provinciano, cremos que para não ver repercutido (a televisão o acompanha a todos os lugares) algo inconveniente para a própria imagem do PT em nível nacional.
Talvez se tivesse que apoiar um "poste" fosse mais fácil.
Já foi divulgado em nosso meio que a amizade entre Geraldo Simões e Lula era tão significativa que um filho fora batizado pelo ex-presidente. Não seja negado que em mais de uma oportunidade Lula foi hóspede de Geraldo e Juçara. Também não se negue que o símbolo maior do PT gostaria de apoiar com todos os meios de que disponha a candidatura petista em Itabuna, mormente vinculada a amigos de primeira hora.
Não se afirme compadrio entre ambos, mas a amizade será reconhecida. A primeira prova de quanto tempo isso exista pode ser avaliada a partir da foto histórica de Lula, Geraldo e Cabôco Alencar no ABC da Noite, nos idos de 1989, apesar de consolidada bem antes.
Nestas eleições a chapa feminina foi buscar o único homem que a interessava: justamente o ex-presidente Lula, para fotos e depoimento.
Lula está na Bahia, ajudando companheiros. Sacrifica-se no imediato da convalescença. Ainda que a poucas horas de voo não veio/vem a Itabuna ajudar os velhos amigos ou o "compadre" e a "comadre".
A comadre está precisada. Mas o compadre ilustre não pode vir. Não por falta de convite.
De nossa parte, especulador provinciano, cremos que para não ver repercutido (a televisão o acompanha a todos os lugares) algo inconveniente para a própria imagem do PT em nível nacional.
Talvez se tivesse que apoiar um "poste" fosse mais fácil.
sexta-feira, 14 de setembro de 2012
Moeda de troca
Resistência
Geraldo Simões afirma que não comporá com Vane. Ao contrário, aprofunda os ataques ao ex-companheiro até de forma deselegante, o que não é de sua tradição, marcada por uma visão republicana.
Renúncia, nem pensar! Sua cartada, sabe, é decisiva. Já o fizera em 2004 no plano municipal E agora o faz no plano de seu futuro político, que muito depende do presente. E seu presente é Juçara eleita.
Já ponderamos neste espaço, na quarta ("Abraço de afogados") que a esperança de eleição de Azevedo passa pela melhora na atuação de Juçara. Geraldo visualiza um confronto direto entre a mulher e o alcaide. Para tanto, ataca Vane, seu obstáculo imediato.
No tabuleiro do Governo, jogando para 2014, Juçara e Vane integram a base de sustentação. O inconveniente é a reeleição de Azevedo.
Se Juçara cresce, beneficia Azevedo. O Governo sabe disso. Geraldo também o sabe.
Hoje, uma indagação se impõe: os interesses de Geraldo Simões são os mesmos do Governo Wagner?
Temos que a estratégia de Geraldo é cobrar caro pela derrota. Caso tenha de recuar da atual posição. Trocando-a por cargos e apoios em 2014. Inclusive para uma tentativa de manter a mulher em evidência.
Tanta resistência não faria sentido se não fosse moeda de troca.
Geraldo Simões afirma que não comporá com Vane. Ao contrário, aprofunda os ataques ao ex-companheiro até de forma deselegante, o que não é de sua tradição, marcada por uma visão republicana.
Renúncia, nem pensar! Sua cartada, sabe, é decisiva. Já o fizera em 2004 no plano municipal E agora o faz no plano de seu futuro político, que muito depende do presente. E seu presente é Juçara eleita.
Já ponderamos neste espaço, na quarta ("Abraço de afogados") que a esperança de eleição de Azevedo passa pela melhora na atuação de Juçara. Geraldo visualiza um confronto direto entre a mulher e o alcaide. Para tanto, ataca Vane, seu obstáculo imediato.
No tabuleiro do Governo, jogando para 2014, Juçara e Vane integram a base de sustentação. O inconveniente é a reeleição de Azevedo.
Se Juçara cresce, beneficia Azevedo. O Governo sabe disso. Geraldo também o sabe.
Hoje, uma indagação se impõe: os interesses de Geraldo Simões são os mesmos do Governo Wagner?
Temos que a estratégia de Geraldo é cobrar caro pela derrota. Caso tenha de recuar da atual posição. Trocando-a por cargos e apoios em 2014. Inclusive para uma tentativa de manter a mulher em evidência.
Tanta resistência não faria sentido se não fosse moeda de troca.
quinta-feira, 9 de agosto de 2012
Coisas que nos ocorrem
Escolaridade
Aprendeu na escola do mundo. Assim, em tempos de uma cultura que valorizava menos a certificação e mais o conhecimento era reconhecido no homem seus valores efetivamente demonstrados e comprovados.
Advogados provisionados tornaram-se famosos, como Cosme de Farias, em Salvador, ou Raimundo Lima, em Itabuna. Os práticos do boticão salvavam os dentes e bocas pelo interior do Brasil a fora.
Deram em cima de Carlito do Sarinha. Precisa comprovar escolaridade para ser candidato a vereador.
Vereador de vários mandatos é quem mais conhece de Câmara. O que inclui o Regimento Interno. Mas precisa mostrar o certificado.
Reversão
Comum em doações entre o poder público e particulares, ou vice-versa, a existência de uma cláusula condicionante que permita a reversão – o desfazimento do negócio jurídico/doação – em favor do doador caso o donatário não realize no prazo previsto a obra que lhe caiba ali realizar.
Quando o município de Itabuna promoveu a doação ao Tribunal de Justiça de área para construção do novo fórum, no Banco Raso, tal cláusula se fazia presente. Assim certamente ocorreu em relação ao Teatro e Centro de Convenções.
A reversão, até que se demonstre cabalmente alguma outra irregularidade, é legal. Se há recursos públicos investidos isso não torna ilegal a reversão.
No caso concreto Geraldo Simões, interessado no apoio de Fernando e na aquisição da Difusora, se predispôs a intermediar pedido ao Governador no sentido da continuidade das obras há um ano. Fernando dera prazo de seis meses. Passados praticamente seis meses além do prazo não há absurdo algum.
Explicações precisam ser dadas, sim: ou pelo deputado Geraldo Simões (que prometeu a Fernando interceder junto ao Governador para concluir as obras) ou pelo Governo da Bahia (para dizer porque não as concluiu).
O resto é campanha política, ainda que o Ministério Público esteja pelo meio. E, ao que parece, o mesmo Ministério Público que deixou de realizar uma entrevista coletiva (denúncia dos empréstimos consignados) para fazê-lo somente na rádio Difusora, ligada a Geraldo Simões. (Para lembrar, releia “Não ficou bem”, neste blogue, datado de 25 de abril de 2012).
quinta-feira, 26 de julho de 2012
Ganhos e perdas
Convocação
Geraldo Simões convoca a militância que, para a cúpula da campanha, não entrou ainda no rítmo. A coisa parece não andar bem a ponto de o próprio deputado, líder máximo, assumir a convocação.
Tempos outros, bem diferentes daqueles de antanho, quando a turma ansiava por uma eleição para desfraldar bandeiras e agitar a cidade.
Hoje. anda um tanto borocoxô (em todos os significados) a ponto de influenciar atitudes. Como a de um candidato a vereador de um partido coligado à majoritária, trabalhando só por seu nome.
O de Juçara... que se vire!
Desconvocação
Uma das muitas frentes atraídas por Geraldo para a campanha petista está indo por água abaixo. Fernando Gomes anuncia apoio a Azevedo.
Não sabemos se por convicções ideológicas ou se a pedido de um fiel companheiro que se encontra magoado com o descumprimento do prometido por Geraldo Simões quando da compra da Difusora.
GS perdeu companheiros por causa da busca por fernandistas, a ponto de dizer que compensaria as perdas com as novas conquistas, oriundas de FG.
Pedeu dos dois lados!
Geraldo Simões convoca a militância que, para a cúpula da campanha, não entrou ainda no rítmo. A coisa parece não andar bem a ponto de o próprio deputado, líder máximo, assumir a convocação.
Tempos outros, bem diferentes daqueles de antanho, quando a turma ansiava por uma eleição para desfraldar bandeiras e agitar a cidade.
Hoje. anda um tanto borocoxô (em todos os significados) a ponto de influenciar atitudes. Como a de um candidato a vereador de um partido coligado à majoritária, trabalhando só por seu nome.
O de Juçara... que se vire!
Desconvocação
Uma das muitas frentes atraídas por Geraldo para a campanha petista está indo por água abaixo. Fernando Gomes anuncia apoio a Azevedo.
Não sabemos se por convicções ideológicas ou se a pedido de um fiel companheiro que se encontra magoado com o descumprimento do prometido por Geraldo Simões quando da compra da Difusora.
GS perdeu companheiros por causa da busca por fernandistas, a ponto de dizer que compensaria as perdas com as novas conquistas, oriundas de FG.
Pedeu dos dois lados!
quarta-feira, 27 de junho de 2012
Meu reino por um vice
Segredo
Na claudicante situação do PTdoG em relação ao vice de Juçara é anunciada uma “surpresa”. Dirão os mais experimentados na faina política que isso é conversa para boi dormir. Em boa interpretação: no momento não há nome disponível que contribua eleitoralmente.
A situação por lá anda tão caótica que Acácia Pinho, convidada para a missão impossível, dispensou a gentileza.
Caso consumada a proeza de “água e óleo” se misturarem Roberto de Souza pode ser um bom nome.
Esse seria um segredo e tanto!
O sonho
O PTdoG ainda pensava em Major Serpa, sonho de consumo não tão imediato. Desde janeiro fora o escolhido em reunião acontecida em Luzimares, no instante em que a rádio Difusora também ocupava a preocupação de Geraldo. ("Luzimares ferveu" e "...tudo se espera", em DE RODAPÉS E DE ACHADOS, de 8 de janeiro de 2012).
O major Serpa afirma não aceitar a "Missão", explicando que só pensaria em política em 2014, quando pode sair a deputado estadual, como muitos especulam.
Não confia
Parece-nos que a declinação de major Serpa pela indicação tem um motivo mais forte: a aventura contida na majoritária do PT.
Simplesmente não acredita na vitória de Juçara.
Não fora isso, quem dispensaria a visibilidade imediata (vice-prefeito) para chamar a atenção para o projeto mediato (legislativo estadual)?
Shakespeare grapiúna
Por essas e outras, o shakespeariano Geraldo Simões está a parodiar Ricardo III: "Meu reino por um vice".
quinta-feira, 21 de junho de 2012
Calo
Sucessão I
O que duvidamos caminha para se consolidar: a manutenção da unidade da frente PRB-PDT-PCdoB-PV, engrossada nos últimos dias com o PP e o PPS.
Sinaliza uma proposta concreta e viável para as eleições.
Tem muito para tornar-se um calo e levar Juçara e o PTdoG para um terceiro lugar se o andar da carruagem de pesquisas vazadas (não publicadas) se materializar.
A candidatura da frente tornar-se-á efetivo contraponto à polarização ora existente. Com um detalhe: a que melhor traduzirá o discurso contra desmandos e corrupção.
Sucessão II
A se manter o andar, com a frente PRB-PDT-PCdoB-PV-PP-PPS mantendo-se unida para sucessão municipal, com candidatura viável, uma lição dela se depreende: Geraldo Simões perdeu o controle sobre tradicionais "companheiros". Dentre eles PDT e PCdoB. Para não citar o PMDB, já afastado, e o PR, a caminho do rompimento definitivo.
Uma coisa está clara: a candidatura imposta por Geraldo Simões, em que pese os méritos da indicada, não gerou confiança.
Como ninguém entra em barco furado para disputar uma só tábua de salvação os velhos companheiros buscaram navio que possa levá-los ao porto.
Inferno astral
Geraldo Simões
Não bastasse andar pisando em brasas para compor uma aliança partidária em torno da candidatura de sua mulher à prefeitura vê-se envolvido em denúncias e seu nome integrando o noticiário nacional.
Nem o noticiário da TV Câmara dispensou GS. Na terça não só tocou no assunto como apresentou entrevista com o presidente da Casa, deputado Marco Maia, que afirmou estar apenas aguardando que lhe chegue a formalização da denúncia para tomar as providências que o caso exige.
Sabemos que a "venda" de emendas para corresponder a interesses nada éticos é praxe, mas não contávamos que o deputado Geraldo Simões se utilizasse do expediente.
Perdendo o discurso
O mote da campanha contra Azevedo girará a partir dos desmandos da administração municipal e do tráfico de influência de pessoas próximas ao gestor. No fundo, corrupção.
A campanha de Juçara ensaiava a bateria. Geraldo Simões regia a orquestra.
Atacar, certamente. Mas, também, se defender das denúncias. Azevedo e Geraldo Simões ficam no mesmo rés do chão.
Não bastasse andar pisando em brasas para compor uma aliança partidária em torno da candidatura de sua mulher à prefeitura vê-se envolvido em denúncias e seu nome integrando o noticiário nacional.
Nem o noticiário da TV Câmara dispensou GS. Na terça não só tocou no assunto como apresentou entrevista com o presidente da Casa, deputado Marco Maia, que afirmou estar apenas aguardando que lhe chegue a formalização da denúncia para tomar as providências que o caso exige.
Sabemos que a "venda" de emendas para corresponder a interesses nada éticos é praxe, mas não contávamos que o deputado Geraldo Simões se utilizasse do expediente.
Perdendo o discurso
O mote da campanha contra Azevedo girará a partir dos desmandos da administração municipal e do tráfico de influência de pessoas próximas ao gestor. No fundo, corrupção.
A campanha de Juçara ensaiava a bateria. Geraldo Simões regia a orquestra.
Atacar, certamente. Mas, também, se defender das denúncias. Azevedo e Geraldo Simões ficam no mesmo rés do chão.
sexta-feira, 15 de junho de 2012
Retalhos
Rima
Anunciada cavalgada da Polícia Montada do 15º Batalhão. Na Avenida do Cinquentenário, o palco itabunense. Onde a PM se apresenta em comemorações e protestos.
No particular da cavalgada da PM da PMB, como em vaqueiradas, mais que a comemoração, a avenida ficará marcada.
Ilusão
Ilude-se o candidato que imagina situar-se melhor no imaginário do eleitor diante da circunstância de integrar partido da base do Governo Federal. Alguns elevam aos píncaros a importância de ser do “partido de Lula e de Dilma”.
O eleitor há muito não se deixa embalar nessa “virtude”. Por uma razão elementar: sabe que, cá no andar de baixo – no município –, seja o prefeito adversário ou não da presidente, não deixará de ser alcançado pelas políticas sociais, que são universais, não partidárias.
Se não fosse assim Geraldo Simões teria sido reeleito em 2004.
Entrevista
Nos debruçamos sobre entrevista de Juçara ao Pimenta na Muqueca. Nenhuma palavra sobre a redefinição dos limites entre Ilhéus e Itabuna.
Talvez acompanhe o marido, Geraldo Simões, para quem tudo deve ficar como está.
Neste particular o casal se afina plenamente com a sociedade organizada itabunense.
Escândalo
Neste fim de semana denunciaremos uma outra “proeza” do Governo Jacques Wagner, que caminha para se tornar o gestor da mais demorada greve na Bahia.
Assinar:
Postagens (Atom)