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domingo, 13 de julho de 2014

Destaques

DE RODAPÉS E DE ACHADOS
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Enrolada
Nunca afirmemos que a ciência desenvolvida em favor da tecnologia eletro-eletrônica chegou ao limite. Tão só desconhecemos o que já elaborou para décadas adiante. Apenas aguardando oportunidade de etapas anteriores destinadas ao obsoletismo darem espaço à comercialização de seus avanços, que aguardam pacientes a oportunidade de chegarem às prateleiras.

Aí está a LG e seu anúncio na quinta 10: televisão de 18 polegadas com tela de resolução de quase 1 milhão de megapixels (o que corresponde a 1200x810 pixels) inteiramente flexível e transparente, possível de ser enrolada/dobrada, como se fora papel ou tecido.

Imagine o leitor a comparação com aquelas TVs de tubo que muitos ainda têm em casa!


Reprodução

Há quem defenda
“O renascimento internacional da propriedade pública é anátema ao mundo da elite.  Mas, é vital para a recuperação genuína da Economia.

A privatização não está funcionando. Nos prometeram democracia acionária, competição, custos reduzidos e serviços melhores.  Após uma geração, a experiência da maior parte das pessoas tem mostrado o oposto.  De energia a água, ferrovias a serviços públicos, a realidade tem sido monopólios privados, subsídios perversos, preços exorbitantes, sub-investimentos lastimáveis, exploração e aprisionamento corporativo.

Os cartéis privados ditam as regras aos reguladores.  Consumidores e políticos são ludibriados pelo sigilo comercial e complexidade contratual.  A massa trabalhadora tem seu salário e condições de trabalho  reduzidos.  O controle de serviços essenciais passou para gigantes corporativos com base em outros países e frequentemente de propriedade do Estado.  Dessa forma, as empresas e serviços privatizados apenas passam para as mãos destes outros Estados.

Relatórios e mais relatórios tem mostrado que serviços privatizados são mais caros e ineficientes do que a contrapartida de propriedade pública.  Não é surpresa que a maior parte das pessoas que nunca apoiaram uma única privatização, não acredite nos privatizadores e nem queiram seus serviços administrados por eles.

Não pense o leitor tratar-se o texto acima de intervenção comunista/lulista/dilmista/petista. Nada mais que trecho de um artigo de Seumas Milne, no The Guardian inglês, em 9 de julho de 2014.

Enquanto a pátria do neoliberalismo – representado deslumbradamente em Margareth Tatcher – expõe as vísceras de suas inconveniências veremos no curso da campanha presidencial o tucanato reiterar as virtudes que só eles percebem.

Dilma, uma brasileira
A presidente Dilma Rousseff, em entrevista a Renata Lo Prete (TVNews) escancarou algumas verdades. 

Em relação à organização e ao planejamento da seleção: “Temos que fazer o que a Alemanha fez após a Eurocopa em 2000″. 

Diante do mantra de estádios vazios: “Só existe o risco de um estádio virar elefante branco se não reformarmos o futebol brasileiro”. Isso, por que “Temos todas as condições de renda pra encher estádios”.

Por fim, o que todo brasileiro passou a enxergar melhor: “Temos que mudar o futebol brasileiro”. 

Gol da Alemanha
O que fica na vila de Santo André, na Costa do Descobrimento  (foto), não deixa de ser um legado da Alemanha, por sua seleção. 

Um outro legado foi deixado, no dia 8 de julho: o alerta de que precisamos deixar de imaginar que somente nós avançamos enquanto os outros regridem.

Por explicar
Os alemães teriam feito um belo vídeo em homenagem ao Brasil mas tiveram que removê-lo a pedido de Paula Lavine, ex de Caetano, porque usaram a música Tieta sem prévia autorização. Uma pena, porque o vídeo agradou muito. 

A informação circula na rede.

No entanto estranhamos o fato diante de duas possibilidades: 1. os autores simplesmente cobrariam o que lhes seria de direito ao invés de exigir a remoção da obra; 2. os alemães poderiam simplesmente ter substituído o tema sem prejuízo da divulgação do trabalho.

Há algo por explicar. 

Quando interessa I
Não há como não trazer a Copa para a política. Assim fizeram integrantes da oposição, com destaque para tucanos. Para eles a Copa representaria um fracasso para o Governo e, por consequência, afetaria a reeleição de Dilma Rousseff. Embutido estava o “temor” de sucesso da seleção brasileira.

No instante em que a deselegância lançava impropérios chulos contra a Presidente na abertura da Copa Aécio Neves aproveitou-se da circunstância para dizer que ela colhia o que plantara (no que foi seguido por Eduardo Campos). Ou seja, como argumento eleitoral até palavrão/pornografia serve.

Assim que desmoralizada a campanha contra a Copa a seleção se tornou o cavalo de batalha desta mesma parcela de oposição que anda buscando qualquer coisa em que se apoiar, a ponto de o candidato Aécio Neves haver estampado na rede: “Governo Dilma pagará pela eliminação do Brasil”. Não tardou o mesmo Aécio guinar: “Aécio critica político que confunde Copa com eleição”.

Entenda o leitor. A sequência abaixo  onde Xico Graziano, o coordenador da campanha digital de Aécio se expressa  bem demonstra o oportunismo tucano.

 

Quando interessa II
O candidato Aécio Neves precisa encontrar um meio de merecer confiança em relação ao que expresse. Sabendo-se das críticas que reconhecem a CBF como um centro de corrupção, não custa Aécio explicar a razão por que de sua amizade com Ricardo Teixeira (antes) e José Maria Marin (agora). 

E se teria ‘aquilo roxo’ para enfrentar o sistema que sustenta a Globo – quem efetivamente domina o futebol brasileiro, como já o disse com todas as letras Alex, líder do Bom Senso FC: "Quem manda é a Globo" – e que tanto o exalta e o aplaude.

Juca Kfouri tratou do assunto Aécio/CBF em seu blog:

"Aécio Neves é amigo de José Maria Marin e o homenageou, escondido, no Mineirão. Deu-se mal porque o que escondeu em sua página na internet, Marin mandou publicar na da CBF. Aécio também é velho amigo de baladas de Ricardo Teixeira e acaba de dizer que o país não precisa de uma “Futebras”, coisa que ninguém propôs e que passa ao largo, por exemplo, das propostas do Bom Senso FC. Uma agência reguladora do Esporte seria bem-vinda e é uma das questões que devem surgir neste momento em que se impõe um amplo debate sobre o futuro de nosso humilhado, depauperado e corrompido futebol. Mas Aécio é amigo de quem o mantém do jeito que está. Não está nem aí para os que reduziram nosso futebol a pó."

Nota do blog: Não sabemos o que pretendeu Juca Kfouri com a expressão final "...futebol a pó". A palavra   dizem –, assim como bafômetro, incomoda Aécio Neves. Em que pese o sucesso de uma música carnavalesco-mineira deste ano (Baile do Pó Royal), que fez/faz grande sucesso em Minas Gerais https://www.youtube.com/watch?v=2YMOKVIgkgk

Reflexões I
Quando encerrarmos a coluna a Copa terá findado, aguardando apenas a definição do vencedor. No que diz respeito ao Brasil, o imediato de uma participação sofrível – para não dizer pífia. Afinal, foram 14 gols sofridos em sete jogos. Uma média de 2 por jogo. Bem maior que a de gols feitos: 1,57. Tivemos um saldo negativo de 3.

Nos próximos dias a atuação da seleção será avaliada em todos os prismas. Da preparação – tratada sem o devido respeito – à exploração comercial em benefício não do futebol mas de patrocinadores e parceiros da CBF e de jogadores.

Reflexões II 
Podemos concluir que é difícil enxergar o que está a nossa volta. Quem está de fora percebe-o melhor. Como o zagueiro Paul Breitner, da seleção alemã, em entrevista ao Bola da Vez da ESPN, em abril de 2013, que assistimos em reprise, e hoje descobrimos na rede, para ser conferido pelo leitor através do link https://www.youtube.com/watch?v=H1Sp12LdUh8

Reflexões III
A entrevista oficial concedida pelo goleiro Júlio César, no imediato do término do Brasil x Alemanha trouxe à baila o que poucos perceberam: uma vigorosa indireta nos críticos e nas críticas a jogadores, individualmente, como se sobre eles pesasse tão somente a infalibilidade. 

Disse ele, mais ou menos o seguinte: “Preferia perder de 1 x 0 por culpa minha do que por 7 x 1” onde todos serão responsabilizados.

A lição indireta imediata remete ao Brasil x Holanda de 2010, onde o jogador ficou marcado. (Em que pese idêntica saída, contra a mesma Holanda, neste sábado).

Reflexões IV
A seleção brasileira padece, há muito, de recursos técnicos para superar marcação cerrada, bloqueios defensivos compactos.

Reflexões V 
Da Copa ficou uma certeza: arbitragens sofríveis. Talvez porque tenhamos visto melhor os lances, tantas as câmeras em campo.

Reflexões VI
Talvez queiram amenizar a inconveniente interferência da "imprensa" que manda. Mas não podemos esquecer que o helicóptero da Globo aterrissava nos treinos da seleção; que Luciano Huk levava cadeirante para ver treino e sensacionalizava o fato em seu programa. 

A seleção continuava extensão do Projac.

Reflexões VII
Ninguém em sã consciência pode afirmar que a seleção brasileira está jogando o “seu futebol”. De certo aquilo que podemos denominar de ‘identidade’ tem-se esvaído a cada transferência de jogador brasileiro para a Europa, especificamente. 

Dia desses um torcedor menos apaixonado lembrava que mais parecia indicar que a Europa leva o jogador brasileiro para tirar-lhe as características. Não deixa de ter razão. Ainda que pareça absurdo tal complô.

Nossos craques jogam aqui um futebol com o qual (pela identidade) vencemos os demais ou, pelo menos, competimos convencendo. No entanto, o mesmo atleta que aqui se configura com um ‘estilo’ assim que praticando outra escola a ela se adapta – pelas circunstâncias técnicas que lhe são exigidas – e perde as características que o levaram a ser comercializado. Quando retorna nunca mais é o mesmo.

Reflexões VIII
A primarização a que lançado o futebol brasileiro ficou evidente. Porque não foi a ‘seleção’ e os que a integravam o grande derrotado, mas a estrutura do futebol brasileiro. Corroída pelo descaso de dirigentes, pela ausência de políticas públicas consentâneas com a prática de esportes em um país continental, pela manipulação que nos levou a simples exportador de brotos verdes e não do produto deixado crescer para o consumo. De exportar matéria-prima e vê-la produto acabado lá fora. Como está a ocorrer com crianças brasileiras já contratadas e/ou treinadas no exterior.

Há décadas o futebol se ‘profissionalizou’, transformado em um venturoso negócio para quem o exercita. Não à toa desde então o Brasil perdeu a condição de país do futebol, embora não aceitemos essa realidade e insistamos em assim designá-lo.

Não há como negar que a até popularidade do futebol perdera a espontaneidade de sua prática, em essência. Aqui, como em outros países da América Latina, na eterna relação colonizador-colonizado, passamos a fornecedor de matéria-prima. 

Não mais surpreende – e há quem até torça para alguém seu seja objeto de tal atenção – que meninos de tenra idade com aptidão para o esporte – identificados nas ruas e nos campos de várzea – sejam imediatamente cercados por ‘agentes’ levando os pais a assinarem contratos e a perceberem por eles desde a infância.

O outro lado
A derrota na semi-final para a seleção da Alemanha pode ser considerada uma metáfora ue nos ajude a entender o futebol de agora como o mundo das finanças, ambos unificados para garantir altos negócios. 

Não poderia dar em outra coisa: no universo futebolístico perdeu sentido em relação às seleções dos melhores de um país, porque importância maior passaram a ter os clubes tornados empresa.

A globalização financeira tornada futebol. Simplesmente. É o lado que escondem.

Álibis
Torcedores encontrarão desculpas: contra a Alemanha tivemos as ausências de Neymar e Tiago Silva; contra a Holanda, os erros da arbitragem em relação aos dois primeiros gols.

Mesmo assim, no quesito arbitragem, perderíamos de dois a zero: um pênalti não assinalado em Robbin e o lícito terceiro gol.

Outra Copa, outro tempo
A Copa de 1978, na Argentina, ao ser encerrada, justificou poema de Carlos Drumond de Andrade (abaixo). Que a Liberdade política lembrada pelo poeta em tempos de ditadura seja outra neste 2014: a liberdade para nosso esporte, o futebol em particular.


Foi-se a Copa?
Foi-se a Copa? Não faz mal.
Adeus chutes e sistemas.
A gente pode, afinal,
cuidar de nossos problemas.
Faltou inflação de pontos?
Perdura a inflação de fato.
Deixaremos de ser tontos
se chutarmos no alvo exato.
O povo, noutro torneio,
havendo tenacidade,
ganhará, rijo, e de cheio,
A Copa da Liberdade.


Fica a Copa
De mais importante fica para nosso orgulho de brasileiro a imagem do país levada ao mundo. Tanto que fechamos a coluna com o trazido da BBC através do jornalggn.com.br

Enquete da BBC de Londres aponta Brasil como a melhor Copa da história
Jornal GGN – Não bastassem os elogios da imprensa internacional por meio de artigos, editorais e afins, além dos comentários em massa nas redes sociais, agora uma enquete feita pela BBC de Londres apontou o que já se dizia: a Copa no Brasil foi a melhor da história, segundo as pessoas que se manifestaram. O resultado favorável ao país chegou a 39%, bem acima do segundo colocado: a Copa da Itália, em 1990, com 10,5%.
A lista segue com a Copa da Inglaterra, em 1966, com 8,8%; A Copa da França, 1998, com 8,4% e da Alemanha, em 2006, com 8,1% das pessoas ouvidas. A lista ainda tem, na ordem, México, em 1970 (4,7%); Coreia do Sul e Japão, em 2002, com 3,9%; México, em 1986, com 3,6%; Espanha, em 1982, com 3,3%; EUA, em 1994, com 3,0% e África do Sul, em 2010, com 2,5%.
Fecham a lista dos países que já sediaram copas o Uruguai, em 1930, com 1,1%; Alemanha, em 1974, com 0,8%; Argentina, em 1978, com 0,7%; Suíça, em 1954, com 6%; Suécia, em 1958, com 4%; França, em 1938, com 3%; Chile, em 1962, com 0,1%; Itália, em 1934, com 0,1% e novamente Brasil, em 1950, com 0,1%.
"Começar de Novo"
De Ivan Lins e Victor Martins  pelo título da canção  o recomeço como proposta.


domingo, 29 de junho de 2014

Destaques

DE RODAPÉS E DE ACHADOS
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Destaque
A ONU reconheceu, em premiação que ocorreu entre 23 e 26 de junho em Seul, na Coreia do Sul, três projetos brasileiros – um do Governo Federal e dois estaduais, de Pernambuco e Rio Grande do Sul – como inovadores no combate à pobreza e na promoção do desenvolvimento sustentável. (Da ONU Brasil – http://www.onu.org.br/tres-iniciativas-brasileiras-vencem-premio-global-da-onu-de-servico-publico/).

O Ministério do Planejamento Orçamento e Gestão, do Governo Federal, foi agraciado pela iniciativa do ‘Fórum Interconselhos’, que estimula a população a participar no monitoramento dos Planos Plurianuais (PPA), o que permitiu, no último PPA, uma participação social que apresentou 629 contribuições, das quais 77% foram acolhidas integralmente.

A finalidade do ‘Fórum Interconselhos’ é reunir-se periodicamente para avaliar o cumprimento de metas e objetivos fixados no PPA. Ou seja, a sociedade participa e fiscaliza o poder público em suas ações de investimentos (o que está contido no PPA).

Destacamos a premiação em razão da oportunidade: enquanto a ONU premia a iniciativa brasileira que envolve a sociedade civil organizada (conselhos, associações etc.) na atuação direta junto ao Governo em suas ações administrativas levantam-se alguns políticos e a imprensa que lhes está a serviço contra um decreto deste mesmo Governo que regulamenta esta participação popular.

Para nós, quem não gosta de  ou não quer povo fiscalizando  tem alguma coisa a esconder. 

'Churumelas'
A campanha ora encetada contra a Petrobras (mais uma) sustenta que a empresa estaria admitindo mais espaço para exploração de petróleo sem ouvir o Conselho de Administração.

Em jogo – em benefício da Petrobras e do país – pelo menos 20 bilhões de barris de petróleo. Que ficam aqui. E não serão entregues à turma de fora.

O ultramegacampo de Búzios, objeto da autorização do Conselho Nacional de Política Energética, pode alcançar o dobro das reservas de petróleo de Libra. Ou seja, o Governo autoriza a Petrobras a explorar o maior campo de petróleo do século, que pode superar (só ele) as reservas da Líbia.

Os daqui que defendem a turma de fora estão p. da vida. Por isso são contra o sistema de partilha. Que assegura recursos para o país a serem obrigatoriamente aplicados em educação e saúde. No caso específico, Búzios gerará dinheiro também para a brasileira Petrobras.

Como não podem mais combater a lei da partilha, já em vigor, criam o factóide do contrato.

Que será naturalmente apreciado pelo Conselho. Afinal, o Conselho não pode analisar o que não lhe chegou às mãos. 

O que houve – e evitam dizer, daí chamarmos a má-fé de factóide – é que tão somente houve, até agora, a aprovação do Conselho Nacional de Política Energética de uma resolução que autoriza a contratação da Petrobras, pela União, para explorar o campo, em determinadas condições.

Se o Conselho da Petrobras quiser – se for louco – recusa o contrato.

A alegação de que a Petrobras terá de desembolsar R$ 18 bilhões, antecipadamente, levou à queda no valor de ações da empresa, dentro da manipulação na bolsa. (Afinal, força-se a queda para comprar barato, depois vende-se caro; volta-se a forçar uma queda, para comprar barato... e assim o ciclo da especulação financeira se alimenta).

As reservas de Búzios podem alcançar 25% a mais que as do campo de Libra, o que pode levar, com a recuperação, uma estimativa de 10 a 14 bilhões de barris na bacia. Que representam, a preços de hoje, 112 dólares o barril, entre 11,2 a 15,7 trilhões de dólares ao longo de 30 anos de produção!

Bilhões de reais ficam no Brasil, para investimentos em saúde e educação. Eis a razão das 'churumelas' dos que só enxergam futuro lá fora. A serviço dos de fora.

A culpa é dos outros!
Em relação ao jornalismo pessimista sobre a Copa no Brasil, matéria no Jornal Nacional de quinta 26, beirou o cinismo descarado. Todo um texto atribuiu à imprensa estrangeira a iniciativa e o emblematismo do “não vai ter Copa”.

Pode estar imaginando que o telespectador é idiota. Somente assim pode editar o que editou depois de ser uma das líderes da fracassomania alimentada há meses.

De nossa parte preferimos ficar com o cinismo descarado.

Clique na imagem para assistir

Prevenção
Três horas diárias em frente a TV pode antecipar a morte. É a conclusão de um estudo publicado no Jornal da Associação Americana do Coração, que acompanhou por mais de 8 anos cerca de 13 mil pessoas de idades diferentes. O estudo pretendia confirmar – o que parece haver confirmado – a existência de vínculo entre a morte precoce e o tempo passado diante da TV.

Prevenção recomendada pela coluna: caso não possa eliminá-lo reduza o hábito, especialmente em relação a programas como o do Faustão, do Datena e assemelhados, noticiários televisivos como o Jornal do SBT com Sherazade, o Jornal Nacional e quejandos, transmissões futebolísticas a Galvão Bueno.

Viva um pouco mais suprimindo o estresse e a hipertensão. Compense o tempo afastado da TV com uma boa caminhada.

Necrológio político
O anúncio de que, aos 84 anos, pretende não mais se candidatar leva o senador José Sarney a exigir de observadores uma biografia, como sói ocorrer quando finda uma existência. No caso específico, uma biografia política. Ou, como dirão alguns, um necrológio político se observamos o senador pelo Acre como o último donatário de uma capitania chamada Maranhão, de onde surgiu para a Assembleia, sob as mãos de Vitorino Freire, no início dos anos 50.

Há em Sarney o político e o escritor. No entanto é o político que o destaca, justamente pela longevidade rara, construída a partir do estado natal e assegurada no plano individual ao constituir um feudo no Amapá recém tornado estado, assim que deixa a presidência da República, assumida na esteira da morte de Tancredo Neves.

Não sabemos se a Teoria da Evolução se aplica à política brasileira. Tampouco se o darwinismo repercutirá nas futuras gerações de políticos, alimentada em vícios como os que Sarney contribuiu para sedimentar.

Compensação
Pedro Simon já afirmara que não concorreria a mais 8 anos no senado. Agora afirma-o José Sarney (84 anos).

Há quem diga que é compensação.

Maniqueísmo
A postura do sistema Globo, exposto em editorial, condenando o ministro Gilberto Carvalho de haver recebido blogueiros no Palácio do Planalto para uma conversa aberta (fato que o presidente Barack Obama pratica na Casa Branca) demonstra quão maniqueísta é a visão de nossa imprensa – entendida aí aquela que controla a informação no Brasil.

Chega a manifestar a indignação por ‘blogueiros’ receberem recursos do Governo federal. Como se o sistema Globo (e quejandos outros) não sobrevivessem de recursos públicos, seja em emissora de rádio sob seu controle, na televisão, revistas ou mesmo imprimindo/vendendo livros para o Governo.

Detalhe muito especial: a Globo recebe dinheiro público e ainda não paga os impostos que deve.

O mea culpa que não haverá
Vai se tornando uma constante o mea culpa dos que trabalharam (há quem ainda trabalhe) contra a realização da Copa do Mundo no Brasil. Incentivados por uma mídia que não corresponde aos anseios de nossa gente – porque representante de uma parcela da sociedade que dispensa o país em favor do estrangeiro – vimos nos últimos meses a detração de nossa gente e de tudo de bom que somos e poderíamos ser e fazer durante o evento.

Uma campanha sórdida alimentou até mesmo a imprensa estrangeira a ponto de manchetes sensacionalistas plantarem o caos para existir durante a realização da Copa. 

Não faltaram reações absurdas (com resultados concretos) como das embaixadas dos EUA e da Inglaterra recomendando aos seus cidadãos não se destinarem ao Brasil.

Hoje – no bojo de arrependimentos – sabe-se que, só com o turismo que não acreditou nos apocalípticos, estão sendo deixados no país cerca de 7 bilhões na economia em decorrência dos cerca de 600 mil que vieram (encantados/deslumbrados) nos visitar e fazer a festa que estão fazendo.

Estes 600 mil poderiam ser bem mais, se considerarmos que a campanha sórdida desenvolvida tenha influenciado alguns milhares. Muitos devem estar arrependidos lá fora por terem acreditado/confiado no que disseram alguns jornais ou recomendaram Estados Unidos e Inglaterra. Quando nada, perderam a singular hospitalidade brasileira.

O jornalismo nacional perdeu. E perdeu feio! Tanto que no imediato da festa iniciou seu mea culpa. Em meio ao mea culpa dos que lutaram com unhas e dentes nas hostes do ‘não vai ter Copa’ não haverá arrependimento que recupere o prejuízo causado.

A seleção pode não chegar a vencer, mas os verdadeiros desclassificados já estão na galeria. Desde o jogo com o Chile.

Só não há como ressarcir a economia brasileira pelos prejuízos causados pela turma do "não vai ter Copa".

Não vai ter Olimpíadas
Mal terminou a Copa do Mundo no Brasil – que desmentiu a imprensa pessimista por conveniência político-eleitoral – e já começou o “não vai ter Olimpíadas”.

A Folha de São Paulo já deu o primeiro passo com Olimpíada tem atraso e aumento de preço em obras, diz TCU












PNE e PONATEC
O novo Plano Nacional de Educação para a próxima década está aprovado. Na esteira o PRONATEC oferecerá mais de 12 milhões de vagas em 220 cursos técnicos a partir de 2015. A meta para 2014 é de oferta de 8 milhões, que já contabiliza 7,4  (da Agência Brasil).

Imagine o leitor se isso aconteceria antes de serem criadas cerca de três centenas de escolas técnicas!

Copa do Mundo 
Que não vejamos mais aquela “pátria de chuteiras”, expressão cunhada por Nelson Rodrigues para a seleção brasileira. Afinal, difícil manter uma paixão em sua dimensão plena se você somente reconhece os jogadores da seleção porque os vê quando acompanha os torneios e campeonatos europeus. 

De não viver a atual geração em seus clubes de coração no Brasil ficamos um tanto à margem.

Ainda assim há euforia.

Seleção I
Pouco a dizer, como pouco a esperar. Depois do jogo com o Chile ficamos naquela de não acreditar no que assistimos.

Para quem acompanhou a Copa das Confederações e viu o time encontrar-se em conjunto a ponto de acuar a campeã mundial Espanha na final não pode admitir que no quarto encontro desta Copa a seleção esteja tão desencontrada.

Seleção II
Por aquilo que (não)jogou contra o Chile  esperamos que o futuro nos faça calar/penitenciar  a seleção chegou longe demais.

É que os números, favoráveis ao Brasil (em determinado instante o Chile começou a jogar pelos pênaltis e entregou os pontos na prorrogação) não bastam para tanto sofrimento.

Seleção III
O gol de Hulk pareceu-nos legítimo.

Seleção IV
Na Copa de 2002  quando técnico o mesmo Felipe Scolari  também o time não se encontrava até ajustar a ocupação de todos os espaços já nas oitavas.

De lá para cá tivemos a Copa das Confederações e um ano todo para treinar.

Seleção V
Um time que depende em muito de Neymar não está conseguindo deixá-lo jogar. Ou permite que a defesa adversária não o deixe fazer o que sabe, porque isolado.

Seleção VI
Certamente precisaremos admitir que – do jeito que estamos jogando  dependemos da sorte. 

E, o que é mais racional, jogamos – técnica e taticamente  como joga o atual futebol brasileiro.

Distinção
Há que distinguir-se a Copa do Mundo no Brasil da seleção brasileira na Copa. A primeira, um sucesso; a segunda, estamos acompanhando, com o SAMU para nos atender.

Deu em O Globo:
"A Copa de futebol no Brasil, 15 dias após seus início, já é um sucesso nas Redes Sociais do mundo inteiro. Os dados oficiais do Twitter mostram que a Copa gerou 160 milhões de tweets, 10 milhões a mais que o de toda as Olimpíadas de Londres. O jogo de abertura entre Brasil e Croácia foi o campeão da primeira fase, com 12,2 milhões de Tweets durante a transmissão da partida."

Copa
Fechamos a coluna assim que terminado o tempo regulamentar de Costa Rica e Grécia. Empatado.

Ficamos a imaginar se o pênalti a favor da Costa Rica tivesse sido assinalado. 

Assim como imaginamos se as substituições feitas pelo técnico da México não refletissem amadorismo, tão cedo que ocorreram.

Injeção de ânimo
Tudo que hoje escrevemos sobre a seleção brasileira pode ser invertido mais adiante. Caso retomemos um padrão de jogo digno deste nome e do que vem sendo apresentado nesta Copa.

Ofertamos, como apoio, "A taça do mundo é nossa" (Maugeri Neto-Maugeri Sobrinho-Lauro Muller-Victor Dagô), interpretada pela Orquestra e Coro da RGE e ilustrado pela Copa do Mundo na Suécia, em 1958, gravada naquele ano.

domingo, 22 de junho de 2014

Destaques

DE RODAPÉS E DE ACHADOS
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Animação
Desde o dia 12 a pagina de abertura do Google vem exibindo uma série de animações, utilizando-se das letras que compõem o nome, tendo por tema a Copa da FIFA no Brasil. Hoje cuidou de mostrar a defesa de pênalti.
Copa do Mundo 2014
Fuga
Municiados de armas fornecidas pelos Estados Unidos e OTAN para combater Assad na Síria, os 'rebeldes' islâmicos sunitas estão prestes a tomar Bagdá. Mais um tiro pela culatra da diplomacia estadunidense.

Dominam os insurgentes contra a intervenção dos EUA no Iraque as cidades de Mossul, Tikrit, Raqqa, Tal Afar, Suleiman Beg, Falluja. Na quarta 18 já cercavam Bakuba caminho aberto para Bagadá, distante 60 quilômetros.

Escaldado com experiências anteriores  algumas de péssima recordação, como o Vietnã e a Somália  os EUA começam a deixar o Iraque. 

Para retomar o seu próprio destino histórico, interrompido por uma guerra sem sentido e amparada em mentiras.

Brasil lança satélite
Ainda que de pequenas dimensões físicas o nanossatélite brasileiro lançado a partir da Rússia marca o ingresso do país no segmento da nanotecnologia espacial e passa a constituir importante contribuição para a pesquisa da indústria aeroespacial brasileira. Outros três serão lançados ainda este ano.

O artefato, lançado a partir da Rússia, semelhante ao destruído na iniciativa frustrada no mal explicado acidente ocorrido em Alcântara em 2003, onde morreram as maiores expressões da inteligência espacial brasileira, reintegra o Brasil à pesquisa e recupera a autoestima de nossos cientistas.

Brizola
Poucos são os políticos nacionalistas nos dias de hoje. E nessa bissexta seara aqueles que o são plenamente em idéias, convicções e ações. Em Roberto Requião vemos um deles.

Em homenagem a todos uma referência histórica  nos 10 anos de sua morte, neste 21 de junho  um dos maiores símbolos do nacionalismo pátrio: Leonel de Moura Brizola. 

Depois de décadas
A ANATEL anuncia redução do valor das ligações entre celulares de diferentes operadoras dos atuais R$ 0,23 para R$ 0,02. Até 2019 cumpre estar consumada a redução.

Hora boa para explicar o porquê da telefonia ser tão cara no Brasil. Sem perder a oportunidade de tratar da qualidade. E de levar tanto tempo para iniciar a redução.

Muito a dizer
De Carlos Chagas, na Tribuna da Imprensa on line, destacamos sobre o (ex)presidente do STF, (ex)ministro Joaquim Barbosa: pretende escrever suas memórias (onde “contará tudo”) e, apesar de insistentes pedidos, não apoiará nem Aécio Neves nem Eduardo Campos, por considerá-los muito parecidos (“diferem pouco”). Chocou-se Sua Excelência ver Aécio com Jorge Piciani e Jair Bolsonaro e Eduardo Campos abraçado a uma “aliança com a política canavieira atrasada do Nordeste”  registra Chagas.
  
Fazemos cá desta província nossas ilações: 1. Não apoiar Aécio ou Campos é manter seu projeto de pureza/’purismo’ política para futura candidatura; 2. Do escrever suas memórias – encastelado no apartamento que comprou recentemente em Miami – esperamos que conte toda a verdade. 

Inclusive a razão por que escondeu dos pares o inquérito 2474, que provava inexistir dinheiro público na Visanet e absolveria todos os que vieram a ser condenados por corrupção. 

E, para não esquecer, por que tratou diferentemente o mensalão do PSDB.

Imagine nos debates!
Desastrosa a participação de Aécio Neves na entrevista concedida a Renata Lo Prete, no Observatório da Imprensa da Globo News. Deixou o candidato a nu. 

Lembrado de que “quando o PSDB esteve no poder federal, as tarifas explodiram muito acima da inflação, e um apagão, seguido de racionamento, decretou o fim prematuro do segundo governo Fernando Henrique” e instado a responder “O que os tucanos têm a ensinar nesta matéria, senador?” Aécio se viu no descampado ...

Pior ficou depois da observação da jornalista: “A gente fala muito de falta de planejamento, e se há uma coisa que a gente sabe bem é que não houve planejamento naquela situação”, afirmou a jornalista. A crise do “apagão” de 2001-2002 custou ao Brasil R$ 45,2 bilhões, de acordo com dados do TCU publicados na revista Época Negócios, em 16/7/2009 – completou Lo Prete.

Nada mais que um sorriso amarelo restou a Aécio Neves, de quem pede para acabar o jogo porque entregou os pontos, está cansado, não terá reação a mais nada.

Inovando
Não deixa de ser revolucionária a iniciativa do PSDB ao disponibilizar bonecos de Aécio Neves para que os eleitores registrassem em fotografia um abraço do candidato.

Ironia que o seja, não sabemos se por medo ou por falta de povo.

Uns entendem que o boneco de papelão traduz o grande papelão que é Aécio. Maldade!

Outra maldade: denúncias foram veiculadas de que parte da ‘multidão’ que compareceu à convenção do PSDB no sábado passado recebeu ‘um por fora’.

Estranha , para quem tenha gosto e aceite a iniciativa para “guardar uma lembrancinha”, a ausência de Ronaldo ‘fenômeno’ registrando a sua.
Mantendo o nível
O Paulinho da Força (re)aplaudiu os xingamentos a Dilma no Itaquerão em ‘discurso’ na convenção do PSDB que homologou a candidatura (ainda sem vice) de Aécio Neves.

Para uns, a água estragada – originada do ‘volume morto’ da Cantareira – anda fazendo efeito em São Paulo. Para outros, é muita cachaça.

“Nada é tão ruim que não possa piorar” (lei de Murphy).

Copa x Globo
Houve tempo em que a platinada dominava em tudo, novela, noticiário, carnaval e futebol. Os analistas vêm acompanhando o que – para alguns – é a derrocada da hegemonia da Globo. Atualmente, nem no futebol, domina como antes.

Há quem atribua a queda de audiência a fatores vários. Inclusive à descoberta, pelo telespectador, de que a TV Globo tem mentido em muito do que publica.


Milagre!
No denominado ‘grupo da morte’ quem primeiro se classificou foi a seleção condenada à morte.

Copa I
Não perceberam o ridículo. Só depois do estrago. E o colunista tirado a repórter de faro curto entrevistou Felipe Escolari e remeteu o 'furo para a Folha de São Paulo e para O Globo, que o publicaram em seus sites. Era um sósia de Felipão, Vladimir Palomo. 75% da edição da Folha, já em fase de distribuição, teve de ser recolhida.

Depois de haver caído no trote foi ‘amaciado’ como se tivesse dele sido vítima, ainda que tenha até pedido uma exclusiva a Escolari. Está lá no ‘erramos’ da Folha no dia 19 de junho. Quá-quá-quá-quá-quá...

A turma que não perdoa barriga – que pode ser a maior da história do jornalismo esportivo brasileiro – lançou na rede: ‘imagina se Conti – esse o nome do gênio que entrevistou Escolari – cruza, numa ponte aérea qualquer com Inri Cristo...’.
Copa II
Pode ser muito cedo para tal proclamação. Mas pela origem da exclamação (Inglaterra) justifica o registro: “É a melhor Copa de todos os tempos”.

Para o Ole, argentino, no que diz respeito ao futebol, “Desde hace tiempo que no se ve un Mundial como este. ¿El mejor de los últimos 24 años?”

Copa III
Klinsmann elogiou a Arena das Dunas: “Estádio incrível”.

Ficamos, de nossa parte, imaginando a reação da turma do “não vai ter copa”. Elogio de alemão, técnico da seleção dos Estados Unidos, deve ser coisa de comunista, bolivarianista, chavista, dilmista ou lulista.

Copa IV
Tem sido escrito muito mais de positivo do que negativo em relação a sediarmos a Copa do Mundo. Dentre tudo que leva alguns a considerarem uma competição singular, dentre as singulares, o despertar as torcidas para cantar o hino de seu país, mesmo que a FIFA faça tocar apenas parte dele.

O que começou espetacularmente em Fortaleza – ainda na Copa das Confederações – repetiu-se, como lição/reação na abertura no Itaquerão.

Todos acompanham o exemplo brasileiro. É o grande marco.

Copa V
A montagem que circulou na rede é o âmago das preocupações da turma do 'não vai ter Copa".

Assusta que venha a cair no imaginário de parcela da população que foi um gol de placa do Governo/PT a realização do evento no Brasil.

O resto fica por conta da atuação da seleção.


Copa VI
O incidente com chilenos no Maracanã tornou-se orgasmo para a turma do ‘não vai ter Copa”/“Dilma, VTNC”. Naturalmente atribuindo ao Brasil a responsabilidade pela segurança da Copa dentro dos estádios.

Ocorre – isso muitos evitaram dizer – que a responsabilidade pela segurança interna nos estádios é da FIFA, por exigência dela (como controlar o consumo e o que vai ser consumido).

Ao poder público compete a segurança fora dos estádios, para que os torcedores lá cheguem sem problemas.

Copa VII
O brasileiro para conhecer o que realmente está acontecendo em nível de Copa do Mundo precisa acessar o jornalismo estrangeiro. O ocorrido no Maracanã – que exibe uma falha da FIFA, que é responsável (porque assim o quer) pela segurança interna dos estádios – tem encontrado por aqui laivos de irresponsabilidade. 

Tudo para tentar macular o sucesso do evento e responsabilizar quem não é responsável.

A Globo se curva
Aprígio, seresteiro, amigo e fiel leitor lá das bandas de Itororó, nos liga para dizer que assistia ao Jornal da Tarde e surpreso ficou em ver nele noticiado que lá fora estão achando a Copa no Brasil como a melhor de todos os tempos.

A coisa deve andar bem mesmo. Até a Globo se curvou. Louvável!

Fica o particular agradecimento a Aprígio. Que em supremo esforço estava a ver a Globo. 

Coisa que deixamos de fazer. A não ser em caso de promessa religiosa, como penitência.

Viva São João!
Ainda que a Copa esteja na ordem do dia, Viva São João! Na lembrança de Gonzagão e o clássico "São João na Roça" (Zé Dantas-Luiz Gonzaga).