domingo, 10 de agosto de 2014

Destaques

DE RODAPÉS E DE ACHADOS
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Orgasmo
Em tempos como o presente  de processo eleitoral  quando tudo é servido na bandeja do factóide político, os analistas vibram com o fato de que o lucro da Petrobras caiu no segundo semestre. Trabalham eles com a parcela que interessa aos investidores, não aquela que interessa ao povo e à Nação.

A parcela que interessa aos investidores está representada pela distribuição de dividendos sobre as ações da empresa vendidas na Bolsa de Nova York, em generosa contribuição do tucanato made FHC  aquele que serve ao capital e que, por pouco, não privatizou a empresa; a que interessa ao povo e à Nação está representada nos investimentos no pré-sal e na distribuição futura de tais recursos em favor da Educação, Saúde e Pesquisa Científica.

O orgasmo dos analistas reside em inverter a visão do atual governo: de servir ao povo e não ao mercado.
Associated Press

Solução cubana
Na última terça 5 a UNESCO  órgão das Nações Unidas para a Educação  aceitou o relatório enviado pelo governo da Bolívia e reconheceu o país como livre do analfabetismo. Evo Morales havia aplicado  como fizera a Venezuela de Hugo Chaves  o método originário de Cuba, através do projeto "Yo si puedo" (Sim, eu posso). (Do Brasil de Fato).

Tem atualmente a Bolívia o índice de 3,4% - abaixo dos 4% admitidos pela ONU - o que legitima a declaração da Unesco.

Em nível de Brasil o método é utilizado pelo MST.

Para a História
Neste agosto, no próximo dia 24, muitos lembrarão o suicídio de Vargas. O que ‘deixou a vida para entrar na História’.

Também neste mês de agosto iniciou-se o período de aposentadoria de Joaquim Barbosa.

Que tende a ser descoberto por histórias que o farão mais esquecido e menos lembrado. 

Começando pelo número de processos que não distribuiu para julgamento enquanto presidente do STF.

São cerca de 2.600  entre eles o que discutia a legitimidade da Operação Satiagraha – o que levou o ministro Ricardo Lewandowsky, atual presidente do STF, a criar uma força-tarefa para por em dia a distribuição da Corte. (Do site do STF).

Para quem demonstrou cansaço para o trabalho  diferente de vingança, em que é mestre  muito apropriada a postagem de JB na rede.


Dentes na mão
Na quarta 6, enfrentando a imposição dos EUA e Comunidade Europeia em nova leva de sanções contra a Rússia, Vladimir Putin anunciou a proibição de importação dos países que integram o bloqueio econômico  que alcança as exportações do Canadá, Austrália e Noruega – pelo período de um ano.

Na primeira lista produtos como carne bovina, peixes, mariscos, legumes, verduras, leite e derivados, frutas e carne de frango.

Não pode ser boa notícia para produtores europeus, em particular, que vendem 11 bilhões de euros para a Rússia, o que representa 10% de suas exportações.

Produtores brasileiros, chilenos e equatorianos serão os mais beneficiados. Os brasileiros devem estar com os dentes na mão.

Razão a Brizola
A matança perpetrada contra os palestinos em andamento e a TV Globo gasta minutos preciosos de seu principal jornal noticioso para um factóide, como se verá brevemente.

Em razão do factóide e de coisas que historicamente a Globo praticou mais nos aproximamos de Leonel Brizola.


Haja cadeia
A criminalidade em jovens tem íntima intimidade com a marginalidade social, ainda que não deva ser a esta absolutamente tributada como se imaginou em tempos não distantes. A falência das atuais políticas de segurança pública – aliada à ausência de instrumentos de ação estatal imprescindíveis, como a educação que possa ser chamada como tal – têm levado, no entanto, a uma reação cômoda e fascista de atribuir à repressão o condão de solucionar o problema.

Para essa conclusão – a repressão pela confinação – a contribuição de programas de radiodifusão exercita diariamente uma campanha pela redução da maioridade penal como panaceia para a gravidade em que nos achamos.

Cadeia é a solução. Assim a turma pensa.

Oportunismo
Embalado na rede do oportunismo o PT ensaia apoio à redução da maioridade penal.


Chá de levante
A audiência da TV Globo não anda bem das pernas. Anuncia deixar de transmitir a F1 na TV aberta a partir de 2015; chama clubes de futebol para ‘conversar/sugerir’ (sinal de que pode deixar de transmitir ou fazê-lo com repasses/cotas menores para os clubes): demissões na RBS etc.

Notícia nesta sexta 8 gastou considerável tempo do JN para mostrar que dois próceres da emissora tiveram seus perfis alterados: Míriam Leitão e Sardemberg.

Singular que a insinuação de que o próprio Governo teria responsabilidade  por ter saído de computador do Palácio do Planalto a origem da irregularidade  ainda que nenhuma prova tenha sido posta em torno de efetiva responsabilidade governamental.

Nunca devemos esquecer que repórteres têm sido mestres em violações  da Veja, a fonte por excelência, e seu Policarpo, e os grampos sem áudio, Demóstenes Torres, Gilmar Mendes etc.  e bem que qualquer deles pode ter manuseado indevidamente um computador. Inclusive pelo sistema hi-fi.

Não há resposta para um fato: como conseguiram descobrir o IP do computador que fez a alteração?

Um outro detalhe: ainda que tais invasões tenham ocorrido há tantos meses só agora são denunciados. Quando não podem ser apuradas as responsabilidades.

Dúvida: ou tudo foi deixado para uso político-eleitoral ou nem os autores das ‘biografias’ acessam o que sobre eles está escrito.

Tudo mais está para um 'chá de levante' geral.

Essa nossa mania!
Com essa nossa mania de enxergar coisas além do horizonte, dentre os desdobramentos do factóide futura defesa do atual sistema de concessão para a radiodifusão.

Quando tentarem mudar – licitação do G4 foi suspensa – dirão que nasce do Planalto uma campanha contra a liberdade de imprensa.

Também tentativa de manter a cornucópia de recursos da publicidade federal para a Globo para ‘calar a boca”.

Não descurar da possibilidade de ‘legitimar’ as desmoralizadas avaliações da economia por Leitão e Sardemberg. 

Acesse o vídeo postado em http://www.conversaafiada.com.br/tv-afiada/2014/08/08/urubologa-explica-inflacao-zero/ ilustrado com o comentário abaixo
A comentarista (tucana) da Globo fica sem palavras quando se vê diante de dados que comprovam a já indiscutível eficiência social do Governo Federal.
Não entendo qual a dificuldade da Mirian Leitão em reconhecer que o Brasil tem se tornado cada vez mais igual! Economicamente forte e estável!
Das duas uma, ou ela é uma péssima economista, ou ela não quer aceitar que o Governo atual ´bem melhor do que o candidato que ela apoia, já que faz parte da elite milionária de MG, dona de universidades particulares entre outras empresas."

Perícia
Ainda é cedo - para nós - enveredar por tudo que desconfiamos. Mas há pesquisa demonstrando manipulação naquela fita utilizada pela Veja para afirmar manipulação em relação a depoimentos na CPI da Petrobras.

Incômodo
A catadora de lixo Maria Nazaré dos Santos, de Volta Redonda, agora é estudante de Direito da Universidade Federal Fluminense. Ingressou na UFF através de nota do ENEM. (Do Diário do Vale)

Este Brasil de Lula e Dilma que deu de inventar tal coisa incomoda. Imagine quando 'alguém' encontrar a moça viajando de avião! 

Coincidência
O avanço dos denominados nanicos – que chegaram a somar 8% na pesquisa Datafolha – reduz-se para 6% no Ibope. Quem ganha a diferença total (de 2%) é Aécio Neves.

O que significa que Aécio consegue convencer e conquistar de toda a parcela de um eleitorado mais radical como o do PSTU, PSOL, PCB e PCO.

E nossa mania de desconfiar da urna eletrônica pode gerar a diferença nela manipulável ‘adivinhada’ nas pesquisas.

Política
Na Bahia há a expectativa pelo horário eleitoral. Para uns, reverter tendências; para outros, ampliar.

Pais
Nossa homenagem em verso e melodia. Bem mais que alimentar o consumismo. "Meu Velho" (Mi Viejo), (de Piero, em versão de Nazareno de Brito), com Altemar Dutra.
https://www.youtube.com/watch?v=WUn6iqUI58M

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sexta-feira, 8 de agosto de 2014

Pais

Do terrorismo
A inconsequente ação dos dirigentes de Israel em relação ao povo palestino vai abrindo as coxias de uma peça que é encenada Há anos, na qual os extremistas judeus sacrificam a própria imagem, histórica de seu povo em favor de um projeto de natureza colonialista.

Contra tal projeto em várias partes do mundo - incluindo judeus - se levantam vozes contra tal proposta. E desmascarando as intenções de uma Israel que não é a histórica.

A propósito, sempre que possível, veicularemos textos que demonstram a verdade escondida. Como o do professor Nagib Nassar, baixo, veiculado no Tribuna da Imprensa on line.

SIONISMO, A NOVA FACE DO COLONIALISMO



Nagib Nassar
Colonialismo significa viver explorando os outros, seus recursos e suas terras, e foi isso mesmo o que sionismo planejou e executou. Desde o início, os pensadores sionistas apresentaram seus projetos coloniais e tentaram enganar o mundo europeu dizendo que estavam se defendendo contra o antissemitismo e oferecendo o sionismo como a cura para o antissemitismo na Europa.
Na época, os lideres sionistas insistiram que a presença de judeus em sociedades com maioria de não judeus levou ao antissemitismo. Dessa forma fizeram um chamado aos judeus para saírem dos guetos e formarem uma nação, mas não poderiam realizar suas ideias sem um projeto colonial. Foi então que manejaram para atrair a simpatia dos povos europeus, juntando patrocinadores cristãos, ao dizer que ambos os povos são ligados Palestina e para ela deveriam voltar.
O movimento sionista criou o Estado de Israel com objetivo de realizar o projeto colonizador e assim mudaram a natureza do povo judeu de uma entidade religiosa para uma estrutura politica. Para realizar seus sonhos e alimentar os sentimentos de antissemitismo, os lideres sionistas fizeram alianças e manobraram em todas as direções.
COM OS NAZISTAS
Uma das alianças que fizerem foi com os nazistas na década 1930. Com seus acordos, eles quebraram o boicote internacional contra o regime nazista. A Alemanha nazista, como consequência, iria recompensar os judeus alemães que imigraram para a Palestina exportando produtos alemães para os sionistas.
Até o final da década 1930 a maioria do capital investido na palestina judaica vinha dos judeus alemães. Oficiais nazistas foram visitar a Palestina como convidados. Em 1937 foi à região ninguém menos do que o próprio Adolf Eichmann, sequestrado pelos israelenses e por eles enforcado cerca de 30 anos depois.
Foram os próprios sionistas que alimentaram o antissemitismo patrocinados pelo estado da Alemanha nazista como um instrumento essencial para seu projeto colonial. Como disse Theodor Herzl em seu diário: “Os antissemitas serão nossos mais confiáveis amigos. Os países antissemitas serão nossos aliados”.
COLONIZAÇÃO
O sionismo só poderia ser realizado por meio de um projeto de assentamentos coloniais e seus fundadores entenderem que isso só seria possível se aliando às potências coloniais. A colonização da Palestina começou exatamente no início da queda do colonialismo europeu, mas os sionistas mudaram sempre sua cara para esconder a natureza colonialista.
Como o sionismo só poderia operar com maior colonização da terra Palestina e reconhecendo a crescente hostilidade ao colonialismo, o movimento se apresentou como uma luta anticolonial. Foi assim contra os britânicos quando lançaram ataques terroristas na década de 40 deixando muito mais vítimas civis do que militares.
Eles chamaram sua guerra terrorista contra o Reino Unido de Guerra de Independência, a projetaram como um movimento anticolonial e, se aproveitando do rancor antissemita na opinião pública europeia, acusaram de antissemitismo a crescente resistência aos assentamentos judaicos.
A estratégia de Herzl continua a ser usada pelo sionismo e o Estado de Israel. Toda vez que os órgãos internacionais condenam Israel, o país é apoiado pelos EUA no Conselho de Segurança da ONU e surge novamente o coro de acusações de “antissemitismo”.
Felizmente, essa estratégia já não intimida mais os órgãos internacionais ou países moralmente coerentes como o Brasil. Israel e o sionismo agora sabem muito bem que quando o mundo ouve o argumento do “antissemitismo”, trata-se de uma tática para desviar o foco do colonialismo israelense e dos assentamentos em terras palestinas.
Nagib Nassar é professor emérito da Universidade de Brasília.

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Entre intérpetres

E distinções
Longe da nossa augusta Itabuna pairamos em Salvador. Pedestre por circunstância nos vimos vivenciando paradeiros urbanos outros, os soteropolitanos. Na soteropolitana-salvador-baiana nos percebemos circulando em ruas e avenidas. Como sói ocorrer em Itabuna.

Debruçamo-nos em coincidências entre uma e outra província. Decorrência deste universo pré-leitoral. Similitudes tais aproximaram uma e outra terrinha. Palco de distintos atores.

Tanta a singularidade dos fatos e distintos os versos em cada estrofe que nos percebemos prenhe de esperança: a de que o Ministério Público Eleitoral exerça seu munus em Salvador como em Itabuna e materialize a preocupação refletida quanto a Itabuna e torne Salvador em avenidas e ruas livre das inconvenientes ocupações (nada sociais) dos espaços públicos com propaganda eleitoral.

E bem poderia o Ministério Público Estadual aproveitar a deixa e exigir cumprimento da disposição inserta na Constituição do Estado da Bahia que recomenda suprimir nomes de pessoas vivas em equipamentos públicos, como sói ocorrer com o de Paulo Souto em relação ao Auditório da UESC.

Caso difícil a tarefa, que, pelo menos, faça nos logradouros de Salvador o que pretende aplicar aos de Itabuna. 

É o mínimo que se espera de interpretações sobre os mesmos fatos: indistintas as conclusões.

Para que não sejam distintas as interpretações de um mesmo intérprete.


quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Verdadeiro

Partido
Afirma-se há tempos que a imprensa é o quarto poder. Nasceu a expressão da circunstância de os órgãos de comunicação constituírem um poder paralelo aos três outros institucionalmente estabelecidos pelo mundo do Direito de Estado (Poder Executivo, Poder Legislativo e Poder Judiciário) pensado este a partir do Iluminismo de Montesquieu.

Imprensa tornava-se poder, então, por exercer um controle difuso sobre as ações dos poderes institucionais, atuando no plano da informação da verdade factual (assim se propunha). Deste modo a informação tornava-se  pela divulgação de fatos que afetassem a atuação dos poderes institucionais  no termômetro capaz de escancarar o que neles houvesse, refletindo para a massa leitora o que acontecia de bom ou de ruim nas ações de Estado. 

Assim, o exercício da informação e da divulgação dos fatos, em todas as dimensões (diretas ou indiretas) tornava-se o meio de esclarecer em torno do exercício do poder de direito, inerente ao Estado.

No entanto, o poder contido na informação foi descoberto pela circunstância de formar opinião. Daí não tardou a consciência de que manipulada a informação forma-se-ia a opinião que se pretendesse. Por esse viés órgãos de imprensa passaram a atuar na formação da opinião voltados para conquistar o poder para aqueles a quem estivesse a servir.

É o que se assiste contemporaneamente. Perdeu a imprensa a vergonha de ser criticada por tal proceder, tanta a força que exerce no imaginário, mais  acentuado através dos meios de comunicação de radiodifusão.

Tornaram-se, assim, típicos partidos políticos ou de pessoas que pretendem alcançar o poder.

A manipulação é o seu instrumento maior. Ao lado da notícia seletiva tudo se torna possível.

A propósito, pesquisadores da UERJ criaram o "Manchetômetro", instrumento para medir a cobertura das eleições pela grande mídia, entendida e amostrada aí apenas por alguns de seus representantes: os jornais Folha de São Paulo, Estado de São Paulo e O Globo e o Jornal Nacional da TV Globo.

O que apuraram no curso de 2014 é um verdadeiro massacre em relação à candidata Dilma Rousseff, no quesito 'notícias contrárias'.

Vejamos alguns dados:









Atente o leitor  para melhor dimensionar o que acontece  que o candidato Aécio Neves, no mês de julho, vê ampliada em torno de si o noticiário negativo (a partir do escândalo dos aeroportos) lançado pela Folha de São Paulo. Ainda assim, Dilma mantém-se em muito acima dele.


Um outro dado avaliado leva à confirmação científica do quanto as redes sociais já perceberam há tempos: a grande imprensa realiza diariamente uma campanha sistemática contra a política e suas instituições, o que está registrado no item “enquadramento da política”, que acompanhou a abordagem midiática das instituições políticas brasileiras (partidos, congresso, executivo, etc.), das políticas públicas e das personalidades políticas, revelando estarrecedores 98,7% de manchetes negativas.


Diante do quanto aqui exposto  e considerando que idêntico procedimento ocorreu nas eleições de 2010  há de ser compreendido como o hercúleo o resultado de Dilma Rousseff nas pesquisas.

Ou, como nanica a força desta grande mídia no enfrentamento da verdade real: as ações do governo falam mais alto.

domingo, 3 de agosto de 2014

Destaques

DE RODAPÉS E DE ACHADOS
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Ódio por herança
Nada restará além do ódio. A desculpa esfarrapada de que precisa destruir os meios pelos quais os Hamas se arma não justifica a promoção de uma tragédia como a que enceta contra um povo desarmado e acuado em seu próprio território, onde vive há séculos/milênios.
Não basta ao sionismo de Israel  expressão radicalizada de sua extrema direita  uma vitória. Exige a destruição completa e absoluta de uma população que gira ainda em torno de 1,6 milhão de pessoas. A sanha por território beira a bestialidade. 
O mais trágico não é cantar vitória, ainda que assassinando crianças, mulheres, jovens e idosos desarmados, é a impotência dos organismos internacionais para enfrentar o descalabro promovido por Israel.
O poder de Israel (que possui bomba atômica) é capitaneado pelos Estados Unidos e sua caricata diplomacia para o Oriente Médio. Por ali alimenta guerras para que seus barões da indústria armamentista possam vender seus 'brinquedos'.
E um mundo calado assiste a matança como se fosse brincadeira. Não se vê  afastadas algumas reações, inclusive dentro de Israel  um posicionamento para impedir que a tragédia permaneça.
Particularmente vemos o mesmo holocausto que aniquilou judeus sob o cutelo do nazismo hitlerista. Hoje perpetrado pelas vítimas de ontem contra o povo palestino.
Israel gera para si o ódio. Essa será a sua herança. 

Nunca terá paz!

Hipocrisia farisaica I
Centenas de crianças assassinadas. Outra centenas de mulheres e idosos. Escolas e prédios da ONU que abrigam refugiados são bombardeados. Carnificina exposta.

Israel não demonstra o menor resquício de respeito à vida humana.

Estados Unidos e Europa, no entanto, centram suas forças diplomáticas em sanções contra a Rússia. Para Israel, o passaporte para massacrar.

O pleonasmo se impõe: hipocrisia farisaica. Ao custo de inocentes.

Hipocrisia farisaica II
No instante em que os EUA e comunidade internacional em geral condenaram os ataques israelenses a uma escola das Nações Unidas e a um centro de refugiados palestinos o Pentágono aprovou pedido de Israel para fornecimento de munição pelos Estados Unidos.

E para mostrar de que lado estão (naturalmente da guerra) o senado estadunidense aprovou o financiamento de 225 milhões dólares, em armas, a Israel.
Usou...
Famosa ficou aquela declaração daquele tucano de alto coturno, referindo-se à maconha: "Usei, mas não traguei". Assim está o caminhar de Aécio Neves explicando os aeroportos de Cláudio e Montezuma, grandiosas metrópoles mineiras de 25 mil e 7,5 habitantes, respectivamente, onde deu o ilustre então governador de construí-los, ainda que por vil coincidência, em terras onde presentes propriedades e interesses do próprio tucano e de familiares.
Negou, negou... mas sucumbiu à realidade e confessa que usou o aeroporto de Cláudio. E passa a jogar a culpa pela irregularidade cometida na ANAC por andar pousando onde não há autorização. 
A proteção que vem recebendo da mídia não consegue livrá-lo do mal-estar. O esforço não convence.
José Serra cobrou, em artigo publicado, a discussão de drogas como tema de campanha. Dizem que é coisa sensível. Não bastasse a sugestão de Serra, precisa explicar o inexplicável dos aeroportos.
Melhoraria a calça justa convocar o conselheiro de alto coturno com o sugestivo "usei, mas não traguei"?

ABL
Três os acadêmicos recentemente falecidos: João Ubaldo Ribeiro, Rubem Alves e Ariano Suassuna. Diante da inexorabilidade da morte, em viés de academia, só resta substituir os chamados pelo Altíssimo.

Aí reside nossa preocupação. Caso levemos em conta as últimas eleições a Academia Brasileira de Letras, a casa de Machado de Assis, pode caminhar para aprofundar o (des)nível, desde que resolveu imortalizar a mediocridade. 

Afinal, Merval Pereira e Fernando Henrique Cardoso  em nível literário  não são bons exemplos. 

Aleluia está certo
O baiano do PFL/DEM estrilou contra o Instituto Vox Populi. Ameaçou de ingressar na Justiça Eleitoral para proibi-lo de pesquisar na Bahia. Tudo por que andou inserindo em seus questionários em torno da repercussão dos apoios de Lula, Dilma e Wagner ao candidato petista ao governo da Bahia.

Sem enveredarmos pelo mérito ficamos com o raciocínio de que Aleluia está certo. Afinal, o Instituto Maurício de Nassau andou perguntando, em Pernambuco, quem teria sido o melhor presidente do Brasil e obteve a resposta de que Lula  para 89,9%  seguido de Fernando Henrique Cardoso, para 1,9%.

Imagina se esta preferência alcança a Bahia e tenha Lula o condão de conquistar votos para seus candidatos!

Por outro lado, fica também explicado por que FHC continua sendo péssimo eleitor.

Até quando!
Resta saber até quando os objetivos de Aleluia serão mantidos, caso tenha buscado inibir a avaliação e o peso do apoio de Lula ao candidato petista no curso do processo eleitoral.

Como na ponderação de Gamaliel, diante dos que prenderam os apóstolos por serem seguidores de Jesus, se tiver de prevalecer a influência de Lula não há Aleluia que dê jeito.

A la carte
Desde que pesquisas eleitorais tornaram-se mais complemento político-eleitoral para este ou aquele candidato e menos informação relativa a um determinado instante do processo a dúvida tornou-se natural em relação ao que apresentam. 

Ainda soam aos ouvidos os resultados que asseguravam a Paulo Souto a reeleição no primeiro turno em 2006, perdida para Wagner, que não a deixou nem mesmo ir ao segundo.

Talvez aí a razão por que políticos buscam impedir que pesquisas sejam realizadas. 

E São Paulo, por exemplo, o candidato Paulo Skaf (PMDB) visa inviabilizar avaliações que ocorram somente no ABC paulista. Diz ele que ali é reduto do PT e o resultado estaria viciado.

A postura de Skaf bem afirma o 'desejo' incontido de que pesquisas traduzam tão somente o interesse deste ou daquele candidato. 

Para a turma pesquisa tem de ser a la carte, servida à escolha do freguês. Se possível com o molho perfeito.

Estranho
Não deixa de ser estranho  pelo inusitado  a campanha de Geraldo Simões e do filho: em que pese de partidos diferentes  inclusive em relação à coligação que sustenta o primeiro  roda propaganda comum pela cidade.

Não sabíamos de tal possibilidade. Tampouco se a Justiça Eleitoral o admite.
Assumindo
O deputado estadual Rosemberg Pinto, em busca da reeleição, proclamou durante reunião em Itabuna haver assumido a representação política de Ilhéus e Itabuna.

Diferentemente do 2010, quando pontuou votação avulsa nos dois municípios, busca votos em 2014 como candidato direto de Ilhéus e de Itabuna.

Percebe-se que conquistou algumas lideranças locais.

Unhas à mostra
O tempo, como mestre maior, vai mostrando a realidade que permeia a administração municipal. Descobre-se que quem se imaginava controlador da gestão não controla tanto.

E como circula que o prefeito Claudevane Leite não buscará a reeleição tem mais candidato a sucedê-lo dentro do governo do que possa imaginar a vã filosofia.

Em campanha!
Fernando Lona
Baiano de Ubaitaba, Fernando Lona (1937-1977) assina com Geraldo Vandré "Porta Estandarte". Quem excursionou a Ubaitaba no início dos anos 60 afirma ser de Lona a íntegra da canção.
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A coluna vai sendo elaborada no curso do domingo

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sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Joaquim

Saiu
O ex-ministro Joaquim Barbosa, que anunciou com pompa e circunstância sua aposentadoria mas se arrastava em afastar-se definitivamente, pareceu em algum instante que desistiria da pretensão. Mas, agora é definitivo. Não tem mais volta.

Ato da Presidência da República sacramentou a saída de Joaquim Barbosa. Que parte para os abraços e as lágrimas de alguns e para a festa de outros.