Diplomacia grapiúna
E não é que quase chegaram às vias de fato? Tudo numa reunião onde caciques da política regional decidiam alianças.
Detalhes por aguardar! É que estão a caminho, em passo de cágado, das terras soteropolitanas!
sexta-feira, 13 de julho de 2012
quinta-feira, 12 de julho de 2012
Lançamento
Menos política...
Antônio Olímpio, que já administrou Ilhéus, gosta de tempero em peixes e frutos do mar. Famosas são suas "peixadas". Um papo excelente acompanha cada banquete.
Nesta sexta 13 o atual presidente da Maramata lança, às 19 horas, na área externa do Teatro Municipal de Ilhéus, o livro Os Peixes e os Frutos do Mar, editado pela Mondrongo.
Certamente mais tempero e menos política.
Antônio Olímpio, que já administrou Ilhéus, gosta de tempero em peixes e frutos do mar. Famosas são suas "peixadas". Um papo excelente acompanha cada banquete.
Nesta sexta 13 o atual presidente da Maramata lança, às 19 horas, na área externa do Teatro Municipal de Ilhéus, o livro Os Peixes e os Frutos do Mar, editado pela Mondrongo.
Certamente mais tempero e menos política.
Infância destruída
Terrorista potencial
Delegação inglesa composta de nove eminentes advogados denunciou Israel à ONU por violação (pelo menos seis) da convenção que assegura direitos das crianças. Testemunharam, inclusive, a chegada de uma delas acorrentada pelos pés a um tribunal israelense, onde pode a infância palestina ser condenada a partir dos 12 anos de idade. (Fonte: Luiz Eça no www.tribunadaimprensa.com.br/ desta quinta 12.
No relatório "Crianças sob Custódia Militar", da ONG "Salve as Crianças", acusam Israel inclusive de afirmar que "Cada criança palestina é um terrorista potencial". Coisa assim como o pensar nazista, que eliminava as crianças judias em Dachau ou Auschwitz por tê-las como perigo em torno.
De nossa parte continuamos a duvidar desta Cilização, como assim a chamam os que veem o homem no topo da pirâmide inteligente.
Delegação inglesa composta de nove eminentes advogados denunciou Israel à ONU por violação (pelo menos seis) da convenção que assegura direitos das crianças. Testemunharam, inclusive, a chegada de uma delas acorrentada pelos pés a um tribunal israelense, onde pode a infância palestina ser condenada a partir dos 12 anos de idade. (Fonte: Luiz Eça no www.tribunadaimprensa.com.br/ desta quinta 12.
No relatório "Crianças sob Custódia Militar", da ONG "Salve as Crianças", acusam Israel inclusive de afirmar que "Cada criança palestina é um terrorista potencial". Coisa assim como o pensar nazista, que eliminava as crianças judias em Dachau ou Auschwitz por tê-las como perigo em torno.
De nossa parte continuamos a duvidar desta Cilização, como assim a chamam os que veem o homem no topo da pirâmide inteligente.
quarta-feira, 11 de julho de 2012
Prestígio
Dilma em Itabuna
Geraldo Simões aproveitou a oportunidade de estar em espaço onde presente a presidente Dilma Rousseff para convidá-la a participar da campanha de sua mulher à prefeitura de Itabuna.
Cremos que faltou a GS informar à Presidente que o partido de Juçara, o PTdoG, é a nova agremiação a integrar a base de sustentação do Governo. Dilma certamente descobrirá.
Resta-nos aguardar o prestígio de Geraldo junto à mandatária maior do País. Pelo menos para uma foto ao vivo em Itabuna.
Geraldo Simões aproveitou a oportunidade de estar em espaço onde presente a presidente Dilma Rousseff para convidá-la a participar da campanha de sua mulher à prefeitura de Itabuna.
Cremos que faltou a GS informar à Presidente que o partido de Juçara, o PTdoG, é a nova agremiação a integrar a base de sustentação do Governo. Dilma certamente descobrirá.
Resta-nos aguardar o prestígio de Geraldo junto à mandatária maior do País. Pelo menos para uma foto ao vivo em Itabuna.
Violência
Tragédia a celebrar
Não fora estarmos tão "habituados" à violência, de tanto ouvirmos sobre ela (não só a que vitima em definitivo como aquela outra, mais sutil e aparentemente "menos danosa", que atinge o patrimônio ou físico humano sem eliminá-lo) e afirmaríamos que vivemos uma realidade de tragédia.
Os números refletem um absurdo. As autoridades tornam-se incapazes diante da elementar função de preveni-la. As razões mais profundas deixam de ser levantadas e permanecem no campo dos discursos, das caminhadas, da superficialidade.
A ausência de políticas públicas concretas, que não saem do papel, faz com que não chegue a ção do Estado ao destinatário e vítima em potencial: a população.
A segurança tende à falência não porque lhe falte o poder do Estado em exercê-la, mas porque interesses privados, lícitos e ilícitos, a ela se sobrepõe.
No instante em que escrevemos já são 93 os assassinatos registrados nos 190 dias deste 2012.
Não será surpresa se aos 28 de julho, quando o município de Itabuna levantará homenagens e faixas pelos 102 anos de emancipação política, tenhamos à disposição o fato de que naquela oportunidade também se consumou o 102º assassinato do ano.
O que justifica uma faixa na Avenida Cinquentenário, com direito à caminhada a partir do Jardim do Ó, ponto de partida dos principais eventos na cidade.
Não mais do que uma constatação do que somos e para onde caminhamos. Também o reconhecimento a algo que começa a fazer parte de nossa história.
Não fora estarmos tão "habituados" à violência, de tanto ouvirmos sobre ela (não só a que vitima em definitivo como aquela outra, mais sutil e aparentemente "menos danosa", que atinge o patrimônio ou físico humano sem eliminá-lo) e afirmaríamos que vivemos uma realidade de tragédia.
Os números refletem um absurdo. As autoridades tornam-se incapazes diante da elementar função de preveni-la. As razões mais profundas deixam de ser levantadas e permanecem no campo dos discursos, das caminhadas, da superficialidade.
A ausência de políticas públicas concretas, que não saem do papel, faz com que não chegue a ção do Estado ao destinatário e vítima em potencial: a população.
A segurança tende à falência não porque lhe falte o poder do Estado em exercê-la, mas porque interesses privados, lícitos e ilícitos, a ela se sobrepõe.
No instante em que escrevemos já são 93 os assassinatos registrados nos 190 dias deste 2012.
Não será surpresa se aos 28 de julho, quando o município de Itabuna levantará homenagens e faixas pelos 102 anos de emancipação política, tenhamos à disposição o fato de que naquela oportunidade também se consumou o 102º assassinato do ano.
O que justifica uma faixa na Avenida Cinquentenário, com direito à caminhada a partir do Jardim do Ó, ponto de partida dos principais eventos na cidade.
Não mais do que uma constatação do que somos e para onde caminhamos. Também o reconhecimento a algo que começa a fazer parte de nossa história.
terça-feira, 10 de julho de 2012
Corrupção
Não estamos sós
Óbvio para os que dialetizam a realidade que o fator corrupção nunca poderia ser atribuído isoladamente à realidade brasileira. No caso específico desta augusta Terra de Santa Cruz (de onde saiu o primeiro pedido de emprego assim que "descoberta", inserto na famosa e estudada Carta de Caminha ao rei Dom Manuel), a corrupção tem alimentado vezos de moralismo comandado por setores os mais vários da sociedade, capitaneados por parcela considerável da imprensa, mais amparada em objetivos (podemos afirmar) nada recomendáveis.
Ainda que não possamos atribuir qualquer vínculo ao conceito do "complexo de vira-lata", trazido ao universo por Nelson Rodrigues, de que sempre nos sentimos humilhado diante do estrangeiro, fosse o que fosse que fizéssemos, fica-nos a rodrigueana conclusão como antítese do que já ocorre lá fora em sede de imoralidade.
Todo o dito volta-se para recomendar o documentário "Trabalho Interno" (2010), de Charles Ferguson, que nos deixa uma certeza de que "nossa" corrupção é café pequeno perto da de países de primeiro mundo.
O documentário expõe as vísceras do espúrio relacionamento entre representantes da política, da justiça e do mundo acadêmico capitaneados pelo sistema financeiro, a partir da crise de 2008.
Informações que nem de longe encontramos em nossos jornalões, tampouco no noticiário televisivo da rede aberta.
Óbvio para os que dialetizam a realidade que o fator corrupção nunca poderia ser atribuído isoladamente à realidade brasileira. No caso específico desta augusta Terra de Santa Cruz (de onde saiu o primeiro pedido de emprego assim que "descoberta", inserto na famosa e estudada Carta de Caminha ao rei Dom Manuel), a corrupção tem alimentado vezos de moralismo comandado por setores os mais vários da sociedade, capitaneados por parcela considerável da imprensa, mais amparada em objetivos (podemos afirmar) nada recomendáveis.
Ainda que não possamos atribuir qualquer vínculo ao conceito do "complexo de vira-lata", trazido ao universo por Nelson Rodrigues, de que sempre nos sentimos humilhado diante do estrangeiro, fosse o que fosse que fizéssemos, fica-nos a rodrigueana conclusão como antítese do que já ocorre lá fora em sede de imoralidade.
Todo o dito volta-se para recomendar o documentário "Trabalho Interno" (2010), de Charles Ferguson, que nos deixa uma certeza de que "nossa" corrupção é café pequeno perto da de países de primeiro mundo.
O documentário expõe as vísceras do espúrio relacionamento entre representantes da política, da justiça e do mundo acadêmico capitaneados pelo sistema financeiro, a partir da crise de 2008.
Informações que nem de longe encontramos em nossos jornalões, tampouco no noticiário televisivo da rede aberta.
domingo, 8 de julho de 2012
Selvageria
Implorando
Assistimos a madrugada de sangue estadunidense tingindo tablado na luta entre o brasileiro Anderson Silva e o americano Chael Sonnem em Las Vegas. Ficamos impressionado com o instante em que o americano tropeçou e caiu ao tentar um golpe que não alcançou o brasileiro e quedou-se inerte com um olhar de quem implorava clemência enquanto aguardava Anderson partir lentamente sobre ele e desferir a joelhada no rosto que iniciou o massacre.
O juiz atendeu ao "pedido" e encerrou a luta.
A circunstância de ver-nos assistindo o "espetáculo" residiu na insistência alheia, já que não somos dado à apreciação de tais espetáculos, saudoso que somos da grandeza de um Cassius Clay/Muhhammad Ali como no instante em que nocauteia o adversário George Foreman, no 8º assalto, naquela que é considerada a luta do século (XX), em outubro de 1974, no Zaire.
Mas, em véspera de Olimpíadas, ao vermos as lutas desse tal UFC de MMA, fica-nos a certeza de que esta civilização não superou a primitiva selvageria de tempos imemoriais, hoje sublimada em espetáculos de tal natureza.
Assistimos a madrugada de sangue estadunidense tingindo tablado na luta entre o brasileiro Anderson Silva e o americano Chael Sonnem em Las Vegas. Ficamos impressionado com o instante em que o americano tropeçou e caiu ao tentar um golpe que não alcançou o brasileiro e quedou-se inerte com um olhar de quem implorava clemência enquanto aguardava Anderson partir lentamente sobre ele e desferir a joelhada no rosto que iniciou o massacre.
O juiz atendeu ao "pedido" e encerrou a luta.
A circunstância de ver-nos assistindo o "espetáculo" residiu na insistência alheia, já que não somos dado à apreciação de tais espetáculos, saudoso que somos da grandeza de um Cassius Clay/Muhhammad Ali como no instante em que nocauteia o adversário George Foreman, no 8º assalto, naquela que é considerada a luta do século (XX), em outubro de 1974, no Zaire.
Mas, em véspera de Olimpíadas, ao vermos as lutas desse tal UFC de MMA, fica-nos a certeza de que esta civilização não superou a primitiva selvageria de tempos imemoriais, hoje sublimada em espetáculos de tal natureza.
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