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sábado, 14 de dezembro de 2013

O futuro

Que nos espera
Até que enfim superada a discussão - que beirava a bizantinice, sem descurar da importância em si - e autorizada a construção do complexo portuário Porto Sul. Alguns meses, pelo menos, foram perdidos no que diz respeito ao iniciar das obras, agora prováveis em 2014.

Muito vimos nas discussões menos proteção ao meio ambiente e mais defesa (velada) dos interesses portuários do Sul e do Sudeste. Ao lado do porto de Sauipe o que está prestes a instalar-se em Ilhéus redimensiona a logística de carga e descarga portuária e integra plenamente o Nordeste no projeto de corredores entre o Atlântico e o Pacífico.

No momento muito é falado do porto ilheense como desaguadouro de produção do Centro-Oeste brasileiro. Mas, no futuro, receberá ele o desembarque de bens a serem destinados à costa do Pacífico, caminho mais curto para alcançar o leste asiático, assim que plenamente interligadas uma e outra costa através de um sistema rodo-ferroviário.

Que se iniciem as obras. Verão - inclusive aqueles lutaram contra o empreendimento - quanto perdemos com discussões tão prolongadas.

Já no imediato o futuro que nos espera.

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Descobrindo

Pesadelos
As cantadas e decantadas mobilizações ocorridas em junho deixaram um rastro de consciência popular nunca antes imaginada. Não de agora, movimentos isolados defendiam aqui e ali uma postura de governante ou mesmo de particular, denunciando do descaso público à exploração privada (do buraco na rua às vistorias íntimas em fábricas etc.).

A queima de pneus e interrupção de estradas, ruas e avenidas não passavam da reação ao abaixo-assinado não atendido desta ou daquela comunidade, gerando a ação direta para que aquele fato bastante particularizado chegasse ao conhecimento do público e a consciência do administrador correspondesse às necessidades da comunidade denunciante. 

Todo o aqui dito está a significar que mobilizar e protestar não é coisa recente. Recente, assim vemos, é a tomada de consciência de que isto pode funcionar. E a resposta positiva do poder público alimenta o observador com a certeza de que se não buscar suprir suas carências através de protestos não encontrará resposta, tanto que, quando o faz, é atendido pelas administrações.

E assegura uma certeza, que muitas vezes é falsa: de que não há falta de recursos financeiros (no caso do poder público) e sim a vontade política de fazê-lo, a iniciativa de concretizá-lo. Até que a manifestação feche uma avenida.

O protesto de ontem ocorrido na José Soares Pinheiro - e os métodos utilizados, que vão se tornando corriqueiros - são sinal de que administrar a coisa pública pode deixar de ser sonho para se tornar pesadelo.

Jabes Ribeiro, em Ilhéus, parece em estado de depressão administrativa. A experiência de tantas gestões anteriores assumidas de nada está valendo.

Imagine o leitor como se sentirá a caloura administração itabunense! 

Ainda que as carentes comunidades da periferia por equipamentos e serviços públicos não tenham vindo queimar pneus na Avenida Cinquentenário.


quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Ilhéus

Turismo de aventura e risco
Quase nada veiculado na imprensa regional. A não ser o impossível de esconder (afinal, receber um tiro, com bala alojada na coluna vertebral, não encontra desculpa). Não fora o caso da itabunense ferida pouco se ouviu sobre a quantas anda a segurança ao turista em Ilhéus.

No entanto, basta conversar com quem buscou a praieira (uma só pessoa nos serviu de amostra) para perceber que as coisas não andam bem para os que procuram Ilhéus em período de festas. Assaltada e ameaçada por am casal de marginais a itabunense ainda se vê traumatizada, "ouvindo as ameaças" do bandido e "sentindo a faca roçando o pescoço".

Não bastasse, o colega está impossibilitado de trabalhar: derrame em um dos olhos e rosto inchado em consequência das agressões físicas.

Ainda que pareça muita coincidência (uma só pessoa revelando dois fatos) estranha-nos a "louvação" pura e simples em torno da turística Ilhéus sem olhar o que passam os turistas que a alimentam. E não nos esqueçamos que agressões não são só as físicas; os preços e o atendimento estão longe de corresponder ao que efetivamente oferece a privilegiada São Jorge dos Ilhéus.

De concreto a reação das vítimas da violência praieira: Ilhéus nunca mais!

Indústria por se instalar
O jornal Nacional desta quinta 3 verberou a presença de brasileiros turistando por Nova York. Por lá deixaram 4 bilhões de reais. O equivalente praticamente ao investimento no sistema intermodal em Ilhéus nos próximos anos.

Ilhéus não consegue fazer-se a cidade turística propagada. Se mudasse a forma de ver o visitante como potencial contribuinte para sua economia bem poderia ficar com um naquinho da grana que o brasileiro deposita em NY.

Ganharia mais se implantasse a "indústria sem chaminés" (aproveitando as dádivas com que natureza a dotou), que invadindo a território itabunense em seu limite urbano em busca dos tostões do Makro e do Atacadão..

Melhor, bem melhor, que ser centro de turismo de aventura e risco!


quinta-feira, 12 de julho de 2012

Lançamento

Menos política...
Antônio Olímpio, que já administrou Ilhéus, gosta de tempero em peixes e frutos do mar. Famosas são suas "peixadas". Um papo excelente acompanha cada banquete.

Nesta sexta 13 o atual presidente da Maramata lança, às 19 horas, na área externa do Teatro Municipal de Ilhéus, o livro Os Peixes e os Frutos do Mar, editado pela Mondrongo.

Certamente mais tempero e menos política.

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Triste Itabuna

Limites
A Constituição do Estado da Bahia, na Seção II do Capítulo I do Título IV, que trata especificamente "Das Competências da Assembleia Legislativa", diz em seu art. 70 que "Cabe à Assembleia Legislativa, com a sanção do governador, legislar sobre todas as matérias de competência do Estado, especialmente sobre:" ... IV - Limites do território estadual e bens do domínio do Estado, bem como criação, fusão, incorporação, desmembramento e extinção de Municípios e fixação de seus limites".

A Lei Maior do Estado da Bahia não deixa dúvidas: a "fixação" de limites entre municípios é de competência exclusiva da Assembleia Legislativa. Entenda-se Assembleia Legislativa como expressão do Poder Legislativo e que suas decisões são políticas. Quando necessário, amparadas em laudos técnicos.

Não temos acompanhado diretamente os trabalhos da Comissão Especial para Assuntos Territoriais e Emancipação da AL, onde tramitam as discussões que resultarão na fixação de novos limites ou manutenção dos atuais entre Itabuna e Ilhéus. No entanto, o que lemos no noticiário (aqui nos remetemos a O TROMBONE de quarta 16) nos deixa pasmo.

Explicamos: o apoio oferecido por órgão estadual (SEI) não tem natureza de parecer definitivo, até porque, quando muito, deve estar sustentado mais em elementos da atual demarcação.

Dizemos isto porque não é crível que pautados em honestas  e isentas análises tenham os senhores técnicos defendido que os atuais limites correspondam à realidade de cada uma das localidades. Isso porque, para Ilhéus o único interesse é o de manter uma arrecadação que decorre(rá) de empresas instaladas na periferia de Itabuna (que é o grande centro comercial da região) que lançariam no erário ilheense os recursos delas gerados.

Imaginar que alguém se instalou ali por causa das "lindas praias de Ilhéus" beira o nonsense. Também imaginar que seja lógico o transporte municipal ilheense vir à periferia itabunense, implicando em repercussão no custo da tarifa, a onerar o ilheense, chega ao risível.  

Claro é que COMPETE à AL definir os limites entre municípios baianos. Isso é decisão política. Exemplificando: caso um processo de emancipação tenha em nível de plebiscito o apoio da população, com maioria do voto SIM, e a Assembleia Legislativa entender que não deve votar pela emancipação (decisão política) nenhum recurso há contra o decisão, a não ser, caso o ocorra no aspecto formal, contra vício na tramitação em plenário etc.

Contra a vontade política da Casa não há possibilidade de intervenção judicial para alterá-la. Assim, se a Assembléia Legislativa da Bahia redefinir os limites entre Ilhéus e Itabuna é decisão definitiva.

O que vemos, com profunda tristeza é a penúria por que passa essa triste Itabuna, sem representação competente em todos os níveis. E como não bastasse isso, a mesquinhez política vai enterrando este fulgurante município - nascido da coragem e destemor dos pioneiros desbravadores - no limbo da mediocridade.

Parece que em jogo não está o futuro de Itabuna. Afinal, a arrecadação é móvel do progresso municipal. E ninguém busca que Ilhéus arrecade em seu centro industrial ou comercial para Itabuna. Como não é justo, se lógico o fosse - e não é - que a cidade que atrai empresas do Brasil, em razão de sua pujança e localização que oferece, alimente o erário ilheense.

E as discussões, que deviam pautar-se na seriedade, respeito e análise técnica, descambam para picuinha da política partidária menor. O deputado Gilberto Santana - turrão, sem assessoria técnica que lhe dê o respaldo necessário - parece falar pelos bofes, discutir o técnico sem respaldar-se para tanto e faz o jogo ilheense, quando permite que a discussão técnica fique na política bufã.

O Município de Itabuna, em si, mais parece um pobre coitado, aleijado, esperando que lhe deem muletas, tanta a incompetência dos responsáveis diretos no assunto. Não cobramos, a não ser comando, do Prefeito, mas de sua Procuradoria-Geral, a quem compete uma informação técnico-jurídica que respaldasse o gestor.

Os que lhes fazem oposição direta (a Santana e a Azevedo), leia-se Geraldo Simões e PTdoG, omitem-se vergonhosamente. Não vemos uma palavra de GS, nem de Juçara, menos de qualquer de seus zumbis em defesa de Itabuna. Parecem rir, como loucos em sanatório, das bobagens atribuídas ao deputado Santana ou da incompetência da atual administração municipal.

Também não vemos nenhum dos que se arvoram a dirigir este município fazer a mínima defesa desta sofrida terra. Assim o parece, só é interessante pelas vantagens materiais que lhes aufere a todos.

Não vemos a sociedade civil organizada (ACI, CDL, Lyons, Rotary, Maçonaria, sindicatos, associações várias etc.) emitir um mísero gesto de apoio a um tema que é capital para Itabuna neste imediato.

Tampouco sua imprensa e formadores de opinião. Não se levanta um debate em favor de Itabuna.

Amanhã, todos se arrependerão e chorarão lágrimas de sangue quando as muitas empresas que aportarão em Itabuna se instalarem no território ilheense que por direito pertence a esta terra.

Quando falarem que a arrecadação não é suficiente, e que arcará com os gastos efetivados para indiretamente atenderem ao município de Ilhéus (abastecimento de água, esgoto, infraestrutura etc.) já será tarde demais.

Triste Itabuna!   

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Limites

Em cima do muro
O PT ilheense, na pessoa de sua pré-candidata, Professora Carmelita, assume a defesa de manutenção dos atuais limites entre a praieira e Itabuna.

O PT de Ilhéus está assumindo a defesa dos interesses de seu município.

Já do PT de Itabuna não se ouve uma só palavra em defesa da terrinha. Fica em cima do muro.

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Cinema

Retorno
Ilhéus foi o palco para o cinema baiano há poucos dias, quando sediou o II FECIBA, onde exibidos cerca de 40 curtas, médias e longas metragens.

Volta a ser centro de atenção com a exibição de "Jardim das Folhas Sagradas", de Pola Ribeiro, a partir de hoje no Cine Santa Clara, em sessões às 18 e 20:30 horas.

sexta-feira, 6 de abril de 2012

Para não esquecer

O Nó
Na quarta-feira, dentro da Mostra Atualidades, na programação do II FECIBA, que ocorre em Ilhéus desde o dia 2 e se encerra neste sábado, foi exibido o documentário “O Nó: Ato Humano Deliberado”, de Dilson Araújo (na foto, com a equipe de produção), uma visão sobre o desdobramento da crise cacaueira a partir da vassoura-de-bruxa.

O diretor amparou-se em depoimentos de cacauicultores e em documentos da Polícia Federal.

O título repercute dois instantes: o “nó”, como nominada a enxertia pelos que a viram no início, e “ato humano deliberado”, a conclusão da apuração da Polícia Federal, de que a infestação ocorreu propositadamente.

A exibição, no Teatro Municipal de Ilhéus, fez esgotar os ingressos e deixar muita gente de fora, a ponto de já estar programada uma sessão extra para este sábado, às 14:00 h.

Durante os debates - que sempre ocorrem depois da exibição - velhas feridas brotaram, nomes foram expostos e, sem claque, a confirmação de que no imaginário regional autorias estão definidas, ainda que a PF não houvesse indiciado quaisquer delas.

Assim como a responsabilidade da CEPLAC, que sofre as consequências pelos erros cometidos no curso destes anos.

O que inclui a tresloucada “matança” de cacauais como solução para erradicar a praga.  

domingo, 25 de março de 2012

DE RODAPÉS E DE ACHADOS

A semana sob nosso olhar
Como sabe o leitor que nos acessa, dispomos de uma coluna semanal em O TROMBONE, que circula aos domingos e é reproduzida neste espaço. Por razões de ordem técnica o sítio, que se encontra sob reformulação, não viabilizou hoje nossos textos.

Para não negar ao leitor as informações que ali circulam, disponibilizaremos alguns rodapés neste espaço, fazendo-o em duas etapas.

Eis a primeira:

Chico
Chico Anysio, ainda que afastado da cena, nos legava a esperança de que o veríamos a qualquer instante retomando as criaturas de seu universo e novamente armando-se criador.

Sua morte confirmou o que não queríamos admitir: de que saíra de cena definitivamente.

O Chico que aguardamos
Faz tempo que a Globo não tem um produto de pronta entrega e com mercado cativamente ansioso.

Ficara devendo muito quando só disponibilizou um DVD, o “Chico Especial”, Imaginamos que fosse o primeiro de uma série.

Designação dividida
Fica em nós a idéia de que o rio da integração nacional (o São Francisco) doravante dividirá com Chico Anysio a designação de “velho Chico” quando tivermos que nos referir respeitosa e carinhosamente ao grande artista.

Combinou?
Inegavelmente, um dos fatos mais significativos da semana foi a Assembleia Itinerante. O presidente da AL, deputado Marcelo Nilo, deixou claro estar em campanha para o Governo do Estado.

Não sabemos se já combinou com Otto Alencar e Jacques Wagner.

Enquanto Marcelo realiza comícios com a Assembleia Itinerante, Otto acompanha Wagner em inaugurações.

Uns trabalham...
Dia desses informou o Radar on line que Ilhéus será beneficiada com recursos da Lei Rouanet, na ordem de R$ 2,8 milhões para um festival artístico e literário e ser realizado entre 4 e 12 de agosto.

Uma produtora de São Paulo foi autorizada pelo Ministério da Cultura a captar os recursos.

Outros...
Cá em Itabuna a turma que deveria cuidar disso toma "caldo"...

Luta
A ACATE e a ACCODEC, entidades comprometidas com a cultura itabunense, aproveitaram a Assembleia Itinerante para cobrar da classe política uma atuação mais efetiva junto ao Governo do Estado em relação a conclusão do Centro de Convenções e Teatro de Itabuna.

Outra proposta, diz respeito a ver Ferradas dotada de equipamentos que possam traduzir o que representa aquela comunidade para o universo cultural da região como terra onde nasceu Jorge Amado.

O deputado Augusto Castro repercutiu na tribuna da Itinerante a cobrança das entidades grapiúnas, comprometendo-se a manter-se em permanente vigilância em relação ao Centro de Convenções.

Ovo da serpente
As vaias dirigidas ao deputado Geraldo Simões durante os eventos onde se fez presente não podem ser atribuídas tão somente a uma claque de adversários.

Esta existe, mas o deputado tem engrossado não só um coro de descontentes, como de ex-amigos tornados adversários e que vão se constituindo em ferrenhos inimigos e cabos eleitorais contra a sua política hegemônica.

O ovo da serpente que trouxe ao universo grapiúna começa a produzir frutos.

Se a moda pega
Tudo começou na quinta, na Assembleia Itinerante, continuou na sexta na discussão sobre rumos da UFESBA, na FTC.

Pelo andar da carruagem, quando se ouvir uma vaia teremos a certeza que Geraldo Simões está por perto.

Criador e criatura
Este é o maior adversário de Geraldo Simões: a sua própria criatura, criada à imagem e semelhança de tudo que negou no passado e hoje alimenta seu sonho de poder.

GS chegou ao mundo da política como uma coisa nova, diferente, traduzindo esperança e vai se tornando algo monstruoso e disforme.

Como um tumor maligno entrando em fase de metástase, torna-se um Quasímodo político, espantando os que estão à sua volta, assustados com a deformidade que vai se acentuando a cada instante.

Barra forçada
Nada contra os méritos de Juçara pelo trabalho enquanto Secretária de Desenvolvimento Social do Município, no curso da segunda gestão do marido.

Mas daí a justificar uma comenda estadual oito anos depois!

Dedução
Ou os critérios para a concessão da comenda mudaram ou a Comenda Dois de Julho já não é a mesma. É o que podemos deduzir.

Lua de fel
O blogue de Roberto Jefferson publica a existência de conflito de casal famoso, depois que flagrado o marido dividindo o “amor” com terceira figura. Como desdobramento, por razões de conveniência política, o casal fora recomendado a manter as aparências.

Não será ficção se tal caso existir nos limites de Itabuna. Para que não se materialize um desastre no projeto político do chefe do clã as aparências estão em dia.

A coabitação só existe em fotos distribuindo sorrisos em caminhadas e coisas tais, o que dá a impressão que estão em lua de mel.

O detalhe é que a esposa traída vem suportando a situação não de agora. Estoicamente, ainda que “fera ferida”, tem mantido a postura.  Esperando que o nível da campanha não despenque e venha a público a crise conjugal.

Que pode ser a pá de cal no projeto de hegemonia do político.

Um detalhe a mais: se a Igreja descobrir, o político nem mesmo poderá comungar!

quinta-feira, 15 de março de 2012

Ria que é de graça

Ah! Stanislaw
Caro leitor, aceite nosso conselho: compre um jazigo. Não é piada. Afinal, se você corre o risco de morrer “pela primeira vez”, e mora em Ilhéus, pode ficar sem lugar na fila para alcançar o outro mundo.

É o que podemos concluir do alerta do vereador Raimundo do Basílio, da praieira que acolheu Jorge Amado, em discurso(?) proferido da tribuna da Casa do Povo: “Em Ilhéus, para quem tem jazigo no cemitério, menos mal; mas para a pessoa que vai morrer pela primeira vez a situação é mais difícil”. (“Essa Câmara de Ilhéus é de matar”, no Pimenta na Muqueca, desta quinta 15).

Ah! Stanislaw, que falta faz o teu Febeapá. E que falta em tua época essa geração século XXI!