Que nos espera
Até que enfim superada a discussão - que beirava a bizantinice, sem descurar da importância em si - e autorizada a construção do complexo portuário Porto Sul. Alguns meses, pelo menos, foram perdidos no que diz respeito ao iniciar das obras, agora prováveis em 2014.
Muito vimos nas discussões menos proteção ao meio ambiente e mais defesa (velada) dos interesses portuários do Sul e do Sudeste. Ao lado do porto de Sauipe o que está prestes a instalar-se em Ilhéus redimensiona a logística de carga e descarga portuária e integra plenamente o Nordeste no projeto de corredores entre o Atlântico e o Pacífico.
No momento muito é falado do porto ilheense como desaguadouro de produção do Centro-Oeste brasileiro. Mas, no futuro, receberá ele o desembarque de bens a serem destinados à costa do Pacífico, caminho mais curto para alcançar o leste asiático, assim que plenamente interligadas uma e outra costa através de um sistema rodo-ferroviário.
Que se iniciem as obras. Verão - inclusive aqueles lutaram contra o empreendimento - quanto perdemos com discussões tão prolongadas.
Já no imediato o futuro que nos espera.
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sábado, 14 de dezembro de 2013
quinta-feira, 5 de abril de 2012
Insensatez
Trágicos tempos
Imortalizados os pardais em “Ave Maria no Morro”, obra prima de Herivelton Martins, ou simplesmente “Barracão”, como muitos a denominam, clássico tornado na interpretação de Dalva de Oliveira.
Das bandas de cá, sempre nos encantou o voar das andorinhas. Até porque nos bastava, a nós outros que não valorizamos “cantos” da passerídea originária do Velho Continente. Na tenra infância só daquelas dispúnhamos. Aguardávamos ansioso seu tempo de migração.
Para elas um poema, quando as vimos evoluindo em Itajuípe (VER janela Poesia).
Apocalipse
A insensatez deu de matá-las na região cacaueira, quando o cacau se anuncia ao mundo redenção para a Mata Atlântica! Triste exemplo, como o dos golfinhos, no Pacífico peruano, sucumbindo à gana por petróleo.
Não há ibâmica multa que compense os “Van Gogh” que perdemos! E nem de longe sonhamos como Kurosawa!
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