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quinta-feira, 5 de abril de 2012

Insensatez

Trágicos tempos
Imortalizados os pardais em “Ave Maria no Morro”, obra prima de Herivelton Martins, ou simplesmente “Barracão”, como muitos a denominam, clássico tornado na interpretação de Dalva de Oliveira.

Das bandas de cá, sempre nos encantou o voar das andorinhas. Até porque nos bastava, a nós outros que não valorizamos “cantos” da passerídea originária do Velho Continente. Na tenra infância só daquelas dispúnhamos. Aguardávamos ansioso seu tempo de migração.

Para elas um poema, quando as vimos evoluindo em Itajuípe (VER janela Poesia).

Apocalipse
A insensatez deu de matá-las na região cacaueira, quando o cacau se anuncia ao mundo redenção para a Mata Atlântica! Triste exemplo, como o dos golfinhos, no Pacífico peruano, sucumbindo à gana por petróleo.

Não há ibâmica multa que compense os “Van Gogh” que perdemos! E nem de longe sonhamos como Kurosawa!

terça-feira, 27 de março de 2012

UFESBA

Insistência suspeita
O partido único sempre foi a ponta mais visível da crítica aos regimes totalitários. Em muito assemelhada a ideia da Prefeitura de Itabuna em ver instalado o campus da UFESBA às margens da BR-101 no sentido Buerarema.

Há um cheiro estranho no ar. E não é do canal do Lava-pés. Fica difícil entender que haja alguém doando área para a UFESBA (sem qualquer custo para o município!) e os técnicos da Prefeitura apresentem à comissão da UFBA que avalia o assunto apenas o local que ela entende ideal.

Não fora sugestões de espaço na BR-101 no sentido de Itajuípe, há uma área que alguns empresários itabunenses pretendem doar e que está localizada próxima a Ferradas, onde cruzarão os semi-aneis rodoviários que surgem do novo traçado da BR-101 quando da futura duplicação.

A matéria "Prefeitura mostra a vice-reitor da Ufba área que pretende destinar à Ufesba", em O TROMBONE (www.otrombone.com.br) desta terça reproduz aspectos técnicos por nós defendidos em relação à localização no entorno de Ferradas.

A lógica que recomenda aquela localização não está somente no fato de valorizar a terra de Jorge Amado, como argumenta o deputado Geraldo Simões, mas em oferecer estratégica e logisticamente as melhores condições para o campus itabunense.

A dúvida que fica, em relação ao "solo" da Prefeitura em indicar apenas uma localização - que custará recursos públicos -, reside apenas numa indagação: por que não apresenta aos técnicos a área que o médico Antônio Mangabeira e os empresários Nilsinho Franco e Helenilson Chaves pretendem doar (sem qualquer ônus) ao município?

Dinheiro sobrando temos certeza que não é. A não ser que venha de, ou vá para, um ralo escuso.