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terça-feira, 25 de setembro de 2012

Desmentindo

Para a Veja tudo é natural
Não bastasse o próprio Marcos Valério haver negado que tenha prestado as declarações que alimentaram a matéria de capa da Veja, vinculando Lula ao esquema que se encontra sob julgamento no STF, nos vem este conteúdo, postado por Roberto Jefferson em seu blogue:

"E por falar a mentira… (1)

Essa semana, logo após sair do hospital em mais uma dolorosa internação em razão de meus problemas de saúde, dei um voto de confiança e recebi em minha casa um repórter da revista “Veja”, que para lá mandou um jornalista que já era meu conhecido e por isso tinha minha confiança. A revista aproveitou-se dessa proximidade para, de novo e infelizmente, trair o voto de confiança de quem acredita que jornalistas fazem jornalismo, e produziu uma matéria pouco exata, para dizer o mínimo, e mentirosa, para dizer a verdade. O que era para ser o perfil teve metade do texto dedicado a atribuir a mim ações que não foram minhas e não existiram.

Postado por Roberto Jefferson

22/09/2012
E por falar a mentira… (2)

Assim, por falar da mentira, não custa esclarecer a verdade: a revistinha diz que eu teria confessado o recebimento de R$ 4 milhões para que meu partido, o PTB, “apoiasse o governo Lula”. Mentira! Mentira deslavada e das mais desonestas! O dinheiro que nunca neguei ter sido entregue ao partido, bem porque nunca neguei ou manipulei a verdade como é de praxe a revistinha fazer, não era nem nunca foi para comprar apoio. Era dinheiro para as campanhas eleitorais municipais que então se avizinhavam, como se avizinham a cada quatro anos. Mentira capenga e manca, porque o PTB, então, já era base de apoio do governo Lula e, por isso, não precisava ser vendido. Mentira manca, de tão curtas que são as pernas, porque o PTB nunca esteve à venda. E já que a “Veja” precisa corrigir suas letras, pode também explicar quais os “muitos casos de corrupção” que me atribuiu em mais uma frase desconexa da revista que só serve de ataque gratuito e mentiroso."

As palavras de Roberto Jefferson dispensam comentários. Ratificam o que tem sido denunciado (manipulação) e mostram como a coisa é natural ao jornalismo da revista.

domingo, 25 de março de 2012

DE RODAPÉS E DE ACHADOS

A semana sob nosso olhar
Como sabe o leitor que nos acessa, dispomos de uma coluna semanal em O TROMBONE, que circula aos domingos e é reproduzida neste espaço. Por razões de ordem técnica o sítio, que se encontra sob reformulação, não viabilizou hoje nossos textos.

Para não negar ao leitor as informações que ali circulam, disponibilizaremos alguns rodapés neste espaço, fazendo-o em duas etapas.

Eis a primeira:

Chico
Chico Anysio, ainda que afastado da cena, nos legava a esperança de que o veríamos a qualquer instante retomando as criaturas de seu universo e novamente armando-se criador.

Sua morte confirmou o que não queríamos admitir: de que saíra de cena definitivamente.

O Chico que aguardamos
Faz tempo que a Globo não tem um produto de pronta entrega e com mercado cativamente ansioso.

Ficara devendo muito quando só disponibilizou um DVD, o “Chico Especial”, Imaginamos que fosse o primeiro de uma série.

Designação dividida
Fica em nós a idéia de que o rio da integração nacional (o São Francisco) doravante dividirá com Chico Anysio a designação de “velho Chico” quando tivermos que nos referir respeitosa e carinhosamente ao grande artista.

Combinou?
Inegavelmente, um dos fatos mais significativos da semana foi a Assembleia Itinerante. O presidente da AL, deputado Marcelo Nilo, deixou claro estar em campanha para o Governo do Estado.

Não sabemos se já combinou com Otto Alencar e Jacques Wagner.

Enquanto Marcelo realiza comícios com a Assembleia Itinerante, Otto acompanha Wagner em inaugurações.

Uns trabalham...
Dia desses informou o Radar on line que Ilhéus será beneficiada com recursos da Lei Rouanet, na ordem de R$ 2,8 milhões para um festival artístico e literário e ser realizado entre 4 e 12 de agosto.

Uma produtora de São Paulo foi autorizada pelo Ministério da Cultura a captar os recursos.

Outros...
Cá em Itabuna a turma que deveria cuidar disso toma "caldo"...

Luta
A ACATE e a ACCODEC, entidades comprometidas com a cultura itabunense, aproveitaram a Assembleia Itinerante para cobrar da classe política uma atuação mais efetiva junto ao Governo do Estado em relação a conclusão do Centro de Convenções e Teatro de Itabuna.

Outra proposta, diz respeito a ver Ferradas dotada de equipamentos que possam traduzir o que representa aquela comunidade para o universo cultural da região como terra onde nasceu Jorge Amado.

O deputado Augusto Castro repercutiu na tribuna da Itinerante a cobrança das entidades grapiúnas, comprometendo-se a manter-se em permanente vigilância em relação ao Centro de Convenções.

Ovo da serpente
As vaias dirigidas ao deputado Geraldo Simões durante os eventos onde se fez presente não podem ser atribuídas tão somente a uma claque de adversários.

Esta existe, mas o deputado tem engrossado não só um coro de descontentes, como de ex-amigos tornados adversários e que vão se constituindo em ferrenhos inimigos e cabos eleitorais contra a sua política hegemônica.

O ovo da serpente que trouxe ao universo grapiúna começa a produzir frutos.

Se a moda pega
Tudo começou na quinta, na Assembleia Itinerante, continuou na sexta na discussão sobre rumos da UFESBA, na FTC.

Pelo andar da carruagem, quando se ouvir uma vaia teremos a certeza que Geraldo Simões está por perto.

Criador e criatura
Este é o maior adversário de Geraldo Simões: a sua própria criatura, criada à imagem e semelhança de tudo que negou no passado e hoje alimenta seu sonho de poder.

GS chegou ao mundo da política como uma coisa nova, diferente, traduzindo esperança e vai se tornando algo monstruoso e disforme.

Como um tumor maligno entrando em fase de metástase, torna-se um Quasímodo político, espantando os que estão à sua volta, assustados com a deformidade que vai se acentuando a cada instante.

Barra forçada
Nada contra os méritos de Juçara pelo trabalho enquanto Secretária de Desenvolvimento Social do Município, no curso da segunda gestão do marido.

Mas daí a justificar uma comenda estadual oito anos depois!

Dedução
Ou os critérios para a concessão da comenda mudaram ou a Comenda Dois de Julho já não é a mesma. É o que podemos deduzir.

Lua de fel
O blogue de Roberto Jefferson publica a existência de conflito de casal famoso, depois que flagrado o marido dividindo o “amor” com terceira figura. Como desdobramento, por razões de conveniência política, o casal fora recomendado a manter as aparências.

Não será ficção se tal caso existir nos limites de Itabuna. Para que não se materialize um desastre no projeto político do chefe do clã as aparências estão em dia.

A coabitação só existe em fotos distribuindo sorrisos em caminhadas e coisas tais, o que dá a impressão que estão em lua de mel.

O detalhe é que a esposa traída vem suportando a situação não de agora. Estoicamente, ainda que “fera ferida”, tem mantido a postura.  Esperando que o nível da campanha não despenque e venha a público a crise conjugal.

Que pode ser a pá de cal no projeto de hegemonia do político.

Um detalhe a mais: se a Igreja descobrir, o político nem mesmo poderá comungar!