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domingo, 25 de outubro de 2015

Destaques

DE RODAPÉS E DE ACHADOS
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Supremacia
Em nível de guerra convencional  afirmam especialistas – a Rússia superou os Estados Unidos. Desenvolveu um sistema de interceptação de comunicações  o Khibiny (L175V)  que deixou atônita a OTAN e, naturalmente, o próprio Tio Sam. O que pode ser confirmado desde o incidente do US Donald Cook, em 2014, e na recente intervenção na Síria. É o que registra Thierry Meyssan no Red Voltaire, ora disponibilizado por Ricardo Cavalcanti-Schiel em tradução

Simplesmente o sistema de interferência russo deixou surdos e cegos as forças e aparatos bélicos da OTAN, o que inclui também os radares (todos cegos).

Não bastasse, os sistema russo de mísseis de cruzeiro 3M-14T (tipo os Tomawauk americanos) teve acerto de 100%, voando entre 50 e 100 metros do solo para atingir alvos a 1.500 quilômetros de distância, que invalida o famoso escudo da OTAN que deu origem à expressão ‘guerra nas estrelas’.

No atual estágio os EUA estão com as calças na mão, em caso de uma guerra convencional.

Ótima oportunidade para as partes sentarem à mesa em defesa da paz mundial, incluindo no cardápio a reformulação do Conselho de Segurança da ONU e uma nova Conferência de Yalta para a redivisão geopolítica do planeta.

Nossa utopia é que tal se desse desenvolvendo um grande pacto em que a cooperação internacional fosse a razão de uma nova geopolítica. Tendo como ponto central reduzir as desigualdades e extinguir a fome no planeta.

Paranoia ou conspiração, que seja!
Mas não custa duvidar, mesmo que não se venha a admitir ou a acreditar. O que Paulo Henrique Amorim (clique) especula em texto se fosse dito nos imediatos antecedentes do pretérito 1964 seria descrito como fantasia. Mas – detalhe – aconteceu. E ninguém brinque com interesses de potências no que diz respeito à geopolítica. E petróleo é o móvel da geopolítica contemporânea.

Destacamos do que está dito por PHA:

“A Presidenta Dilma Rousseff recebeu uma análise minuciosa, que associa os americanos à fúria vingadora do Moro.

Os agentes da inteligência russa que fizeram a análise encontraram o portador adequado para depositá-la na mesa presidencial.

A Lava Jato tem o objetivo central de prender o Lula.
...
Bumlai se tornou o “batom na cueca” do Lula – segundo os moristas pendurados no PiG.

Mas, a Lava Jato, segundo a análise russa, vai além da cana do Lula.

A Lava Jato é um instrumento para desmontar a Petrobras.

E destruir o campo político que mantém a Petrobras sob o controle do povo brasileiro!”

Também disponibilizamos a entrevista de André Araújo ao Desenvolvimentistas 

Quando a Lava Jato atenta contra o Estado brasileiro e sua soberania 


Neste espaço temos afirmado – como o fazemos em conversas com amigos – que o que está por trás de toda a crise política ora gerada no Brasil é o pré-sal. O controle do pré-sal. Envolver a Petrobras por falcatrua deste ou daquele que a vem mutilando desde tempos idos (de Sigeaki Ueki, passando por Joel Rennó...) não justifica destruí-la.

Mais que isso: a destruição passa, necessariamente, por quem a defenda ou políticas que a fortaleçam.

São trilhões de dólares em jogo. O que valem as reservas do pré-sal.
O século XXI no Brasil não se distingue dos anos 50 e 60 do século XX quando em disputa áreas para corresponder aos interesses de potências hegemônicas.

Nem o método difere.

Perigo à vista
Declarações de militares enquanto no exercício da função deveriam limitar-se à sua dimensão institucional. Nunca política. Quando militar envereda por emitir opinião política está a serviço de alguma coisa nada producente às instituições democráticas.

É que para ver seus interesses pessoais e corporativos atendidos não falta na chamada sociedade civil quem legitime futuras noites escuras e tenebrosas.

Lição chilena
Caso a televisão brasileira seguisse o exemplo é bem possível que os casos de pedido de volta da ditadura se reduzissem.

Por lá a TV chilena exuma suas imagens e expõe mentiras e farsas pró-Pinochet como divulga Mário Magalhães em seu blog

Memória
Ontem completaram-se 40 anos da prisão e hoje do assassinato de Vladimir Herzog nos porões do DOI-CODI paulista.



Ele sabia I
FHC confessa que sabia. Afinal, não há como negar a confissão por ele posta em livro de que tinha conhecimento de que a Petrobras era um ‘escândalo’ em seu tempo (dele). E, o mais grave: de que não tomou qualquer iniciativa para coibi-la.

Não nos esqueçamos que o guru do entreguismo nacional não se bastou em entregar a Petrobras; dispensou-a da licitação obrigatória através do Decreto 2745, abrindo caminho para o aprofundamento dos ‘escândalos’.

Para quem arrotava que as apurações em torno da Petrobras – no viés da Lava Jato – deveriam alcançar os “altos hierarcas”, para insinuar responsabilidades de Lula e Dilma a confissão deixa claro a seguinte interpretação: considerando que praticou o crime de prevaricação (não fora o de responsabilidade) ao insinuar a responsabilidade alheia fê-lo (obrigado, Jânio) porque sabia que em relação a si mesmo estava prescrito o crime.

Resta-lhe, no entanto, com sua moral de ocasião, a imoralidade e a hipocrisia de quem tem a cara de pau para jogar pedra no telhado alheio quando de vidro é o seu.

Ele sabia II
Não faltará quem o veja – ele sempre encontra quem o explique até no inexplicável – como quem presta serviço à pátria. O (des)serviço posto em sua confissão  de que a Petrobras era um “escândalo” em seu tempo  já no primeiro mandato – não passa de exercício de uma ‘verdade’ que não podia esconder. Ou falava ou ficava como omisso.

O fato de que Joel Rennó era um escroque está às claras na denúncia de Paulo Francis – que o levou ao enfarte assim que processado nos EUA e não tinha como comprovar o que dissera (em 2005 Rennó foi condenado a devolver quantia superior a 47 milhões) – e escancarada está não só nos arquivos do programa Manhattan Connection (idos de outubro/novembro de 1996) como no documentário “Caro Francis” (2010), de Nelson Hoineff (disponível no Youtube), que trata sobre sua vida onde – sem pejo algum  há depoimentos de José Serra e do próprio FHC reconhecendo ciência dos fatos denunciados por Francis, posto aqui em um de seus trechos.



Outra de Haddad
Redução de impostos em defesa da sustentabilidade urbana. Isso o que pretende o prefeito Fernando Haddad, de São Paulo, ao sinalizar com a redução do IPTU para quem dê destino de sustentabilidade a prédios e moradias no espaço paulistano.

Para tanto, basta haver certificação da existência de reúso de água, uso de energia solar, tratamento de resíduos sólidos e cobertura de teto com vegetação.

O prefeito de São Paulo que anda pagando por inovar (agora mesmo o Ministério Público paulista está multando a Prefeitura porque está utilizando - aos domingos -  a Avenida Paulista para gente e não só para carros) corre o risco de se ver obstado por querer mais vida sadia para a população.

Entre a seca de Geraldo Alckmin e as inovações de Haddad há quem prefira – sem perguntar ao povo paulistano o que acha – o primeiro. 

A razão reside no fato de que Haddad é do PT e Alckmin, do 'inatacável' PSDB.


Cenário decepcionante
Não se trata do Brasil especificamente, como gostariam muitos ‘brasileiros’ de nascimento e estadunidenses de coração e alma.

O ‘decepcionante cenário’ é o da economia mundial, como observa Paul Krugman em entrevista a Folha de São Paulo. (clique)

Não está lá
O ministro Teori Zavaski negou acesso ao filho de Lula à delação premiada de Fernando Baiano fundado num fato elementar: Lulinha não era citado na delação. 

O advogado do filho de Lula conseguiu – naturalmente onde deveria conseguir, porque por lá vazamento é da natureza escorpiônica dos processos que ali tramitam (desde que a delação cite petista) – o inteiro teor da referida delação. 

Em nenhuma vez fora citado.

Mas o Globo escancarou em manchete que fora ele beneficiado de esquema, segundo a (não) afirmara Baiano em delação.

Só resta processar o Globo e a Globo. Depois do estrago na imagem, fruto da repercussão das matérias.

Condenado e exonerado
Coisas desta terra brasilis; a exoneração do delegado Protógenes Queiroz em decorrência de sua condenação, pelo STF, mostra a quantas monta a interpretação pretória neste país e – de singular consideração – a rapidez que o judiciário oferta ao processo quando o quer.

A espetacularização foi a razão da condenação judicial contra Protógenes, tido como responsável por vazar para a Globo a imediata prisão de Celso Pitta, já que não foi acolhida a outra acusação: de que manipulara a prova processual.

Já as espetacularizações e vazamentos na atualidade... ficam para outro instante. 

Não vêem ao caso.

Contra Dirceu, um Janot, contra Aécio, outro
Posicionamento assumido pela PGR/Rodrigo Janot contra Dirceu nos leva a estranhar porque, diante de provas contundentes, contra Aécio Neves Sua Excelência retarda ou recusa promover pedido de investigação ou denúncia contra o senador mineiro.

Movimentações
Ainda que não confirmadas (estariam contidas em denúncia de Janot ao STF, baseadas em documentos da Suíça), as movimentações de Eduardo Cunha em contas no exterior podem superar os 400 milhões de reais.

São – até este instante – 58 transações por 29 contas bancárias  aqui

Blasfêmia
Provoca o jornalista Juan Arias, do espanhol El Pais, considerando as posses de Eduardo Cunha, que envolvem oito veículos de luxo, incluindo um Porsche Cayenne de meio milhão de reais: 

"Lendo a notícia sobre o Porsche Cayenne registrado em nome da empresa Jesus.com, propriedade da família Cunha, não pude deixar de me perguntar o que pensam essas centenas de milhares de evangélicos sinceros, que, fiéis a seus princípios religiosos, sacrificam, cada mês, de boa fé, uma parte de seus pequenos recursos para alimentar uma Igreja cujos membros mais responsáveis se revelam milionários e, o que é pior, acusados de enriquecimento ilícito."

Isso mesmo, caro leitor: o que causa espécie ao jornalista, de natureza blasfematória: dito Porsche em nome de uma de 'suas' empresas, a Jesus.com 

Barrigômetro
Em jornalismo “barriga” é o noticiamento que não corresponde aos fatos e à verdade. Coisa muito comum em nível de Veja, Época, Folha de São Paulo, O Globo, JN, Estadão etc. nesta contemporaneidade.

Nada a estranhar que o Estadão – aumentativo que não mais corresponde ao que representa em termos de jornalismo – tenha expressado a 'verdade' de que Fernando Haddad cogitava deixar o PT AQUI logo desmentida em 

twitter fernando haddad ...

Quosque tandem
A indagação levada a termo em Latim metaforiza o surrealismo que ‘legitima’ a aquisição pela TV Globo da TV Excelsior de São Paulo.

O fedor está prestes a aparecer, Como o afirma Carlos Newton em Justiça pode devolver TV Globo/SP a seus verdadeiros donos

Té quando? Depende do Judiciário.

Verdade
Ainda que vejamos senões aqui e ali em falas de Ciro Gomes está mais certo que errado. 

Em uma delas certíssimo: “A covardia do PT..." em enfrentar o instante em que vive, como posto em entrevista a Hélder Lima, na RBA aqui.

Complexo
Nosso complexo de vira-lata – expressão cunhada por Nelson Rodrigues em relação ao humor do futebol brasileiro de então, resquício do maracanaço de 1950 (bem menos que aquele 7 x 1 de 2014) – alastrou-se em todas as vertentes.

Na arquitetura esquecemos a universalidade de Oscar Niemayer para transformar rincões do Rio de Janeiro em cópias urbano-estadunidenses. 

Qualquer porcaria lá de fora – se dos EUA – é venerada e reproduzida.

No que diz respeito à corrupção, no entanto, somos postos (em outra vertente do viralatismo) como primeirões. Afinal, faz parte do complexo sermos bandidos, porque menores ficamos. Há quem até aceite ser ‘bandida brasileira’ em filme estadunidense, como a Bundchen.

Podridão
Para demonstrar quão espúria é a atuação do ministro Gilmar Mendes – que nada fica a dever a qualquer escroque em qualquer parte do mundo – não custa relembrar que Sua Excelência determinou, agora em 2014, o arquivamento de denúncias contra o deputado Eduardo Cunha que o envolviam na prática de crimes financeiros. AQUI

É este Gilmar, na condição de ministro na alta corte judiciária do país, que se senta com o próprio Eduardo Cunha em café da manhã para planejamento do impeachment de um presidente da República.

Mais podridão
Também não custa relembrar que ditas acusações contra Eduardo Cunha remontam a 2006, quando então encaminhadas ao STF pelo Procurador-Geral da República Antônio Fernando de Souza, mantida nos escaninhos da Corte pelo ministro Joaquim Barbosa.

Detalhe: o ex-Procurador-Geral da República Antônio Fernando de Souza é hoje o advogado de Eduardo Cunha.

“Recorta e cola”
Qualquer aprendiz de informática sabe que “recorta e cola” nada mais é que ctrl-c x ctrl-v. Ou seja, aproveitar algo pré-existente para texto recente/novo. Nenhum professor tolera o ctrl-c/ctrl-v.

A declaração de Reale Jr. de que o novo pedido de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff muito se sustenta no famoso ctrl-c/ctrl-c bem dimensiona o que representa em si em termos de seriedade e fundamentos: a mesma coisa/nada. E acresce um dos ícones do golpismo, o Reale: “com grande esforço intelectual”.

Na prática, alimento para o furdunço que alguns ofertam às instituições democráticas. Em um país sério  não mereceria um rodapé de página; aqui gera manchetes.

“Vamos ver até onde vai o Supremo. Não é de confiança”, afirma-o, em comentário no Conversa Afiada, Geraldo Simões. 

Não sabemos se o grapiúna ou um homônimo.

Antônio Lopes
Clique para obter Opções Fingindo como poeta, que finge que é dor a dor que deveras sente (obrigado Pessoa) o macuquense Antônio Lopes nos envia sutil recado.

Na próxima segunda 26, na Feira de Livros da UESC, às 18h30min, primeiro lançamento de seu “Com o Mar Entre os Dedos”, saindo do forno. 

Que todos busquem a prosa leve de Lopes, ainda que outros que na Feira estejam lançando obras se sintam em ‘desvantagem’ com tanto ‘privilégio’.


domingo, 16 de agosto de 2015

Destaques


DE RODAPÉS E DE ACHADOS
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Na ponta da língua
Particularmente temos profundo respeito por quem não se cala diante de provocações. Especialmente quando venham de poderosos. Razão por que de nossos encômios ao chanceler cubano Bruno Rodriguez.

À indelicada postura de John Kerr de que os cubanos estariam bem melhor se numa “democracia genuína, em que as pessoas são livres para escolher seus líderes, expressar ideias e praticar sua fé” não só fere a autodeterminação do povo cubano como demonstra a arrogância dos EUA no instante em que – depois de 54 anos de um estúpido bloqueio econômico – reabre embaixada na ilha.

A inaceitável deselegância diplomática encontrou repercussão, naturalmente, na imprensa tupiniquim. Que não reproduziu a resposta cubana do chanceler Bruno Rodriguez ao repórter que o indagou na entrevista coletiva sobre como viu a declaração de Kerr e veio na ponta da língua como um punhal em área melindrosa dentro dos direitos universais do Homem:

Nós também temos preocupação com os direitos humanos nos EUA. Cuba não é um país que tem discriminação racial ou brutalidade policial, nem pratica tortura em um território sob sua jurisdição.”

Para não exigir muito do leitor – e dispensá-lo de remontar à diferentes épocas de luta em defesa da igualdade pelos direitos civis entre brancos e negros nos Estados Unidos, ou mesmo lembrar da ainda viva Klu Klus Kan – basta citar o recente caso Michael Brow aqui ou a tragédia de Charleston, na Carolina do Sul aqui. Não fora as denunciadas e permanentes práticas de tortura em Guantânamo, fato até admitido pelo FBI aqui.

Violência contida
Não há que falar que “contida” para a violência em São Paulo diga respeito a esta estar ou ter sido controlada. Mas ao pouco que se diz dela, ainda que na dimensão em que se expressa. Não se trata daquela fomentada pelos meios de comunicação, que alimenta audiências banalizando a violência, tornando-a coisa natural, como se fora parte da convivência em sociedade.

Mas daquela nutrida pelo Estado, como instrumento de repressão, tornada vingança. Uma violência contra as instituições, onde a reação deste ou daquele agente executor substitui instrumentos inerentes ao estado democrático como investigação, indiciamento e denúncia, processo e condenação. E pior: a execução se torna outra violação (e gravíssima), por instituir o que não existe no ordenamento jurídico: a pena de morte.

Em curso outra onda de chacinas em São Paulo. Daquele(a) São Paulo que até já negociou acordos com organizações criminosas para contê-la. Como em 2006, aqui lembrado No acordo com o pcc, o tabu da grande chacina de maio

Na realidade ‘contida’ está a análise das raízes profundas que alimentam a violência paulista(ana). Onde o aparelho estatal mantém ainda resquícios nada superficiais do tempo em que a repressão política se dispensava de respeitar a lei.

Que o digam as vítimas dos muitos que deram nome a logradouros paulistanos. 

Como no Brasil a fora.

Ainda falta
Grande furor há de ser desencadeado em razão da iniciativa do prefeito Fernando Haddad, que pretende substituir nomes de logradouros paulistanos que tenham vínculo com a ditadura em sua dimensão repressora. Pode ser compreendida por quem quiser analisar friamente a relação de “homenageados” AQUI

Considerando que os nomes estão vinculados a quem apoiou a ditadura militar (o que também significa quem a defendeu e a legitimou) não falta quem reclame da não inclusão da Avenida Roberto Marinho na relação de nomes a serem substituídos. 

E como há uma referência ao ‘jornalista’ Roberto Marinho (que sempre foi patrão) na placa da antiga Águas Espraiadas há quem recomende substituição por Avenida jornalista Vladimir Herzog, uma das vítimas da ditadura.

Há quem aplauda
"Haitianos, vocês roubam nossos empregos", teria gritado um dos que estavam no carro de onde partiram os disparos que feriram seis haitianos, na região central da capital paulista. Leia mais detalhes e ações côngeneres aqui

Na São Paulo quatrocentona  diante da reação da imprensa ao fato  tudo parece normal.

Quando a intolerância se faz imperar, diante da inércia do Estado em coibi-la, tudo se torna possível.

A pressa...
De Serra, se explica. Promessa antiga de entregar o que restasse da Petrobras. Imagine depois que a dita cuja descobre o pré-sal!

O que não se explica – a não ser que andou escondido no mesmo time de entreguistas – é a atitude do presidente do Senado, Renan Calheiros, em querer precipitar a decisão.

A reação de nacionalistas começou aqui

Projeto retira obrigatoriedade da Petrobras ser a operadora em todos os campos do pré-sal

O custo
Estudo de um assessor parlamentar já mostrou o que perderá (somente) a Educação brasileira caso os recursos oriundos do pré-sal não sejam mantidos pelo atual sistema de partilha. 

Releia mais detalhes a partir de "Presente de grego... ops!, de Serra" no DE RODAPÉS de domingo passado.

A fala da inconsistência
O dito por Mercadante na Câmara é aquilo que nunca imaginamos nele: incompetência política. Justamente para quem assume uma função de típica coordenação política, a quem cumpre amarrar as linhas e desatar os nós nas relações entre o Congresso e o Poder Executivo.

Elogiar o PSDB e reconhecer erros do Governo sem citá-los é o que de melhor poderia ocorrer para oposição em sua postura de busca do caos. É o próprio expoente posto por Dilma Rousseff acenando para uma oposição que não tem outro compromisso que não o da busca pelo poder (que, se legítima enquanto tal, peca pelo errôneo método).

E continua ministro. 

Presumindo que tenha falado com o consentimento da Presidente da República não há como não dizer que Dilma Rousseff capitulou.

Para quem não perceba que o que ora vivemos é uma luta de classes – diante da possibilidade de descontinuidade de políticas de Estado que beneficiam os mais desvalidos defendida pelas propostas da oposição/PSDB – Mercadante negando reconhecê-la demonstra, além da incompetência, curta visão.

Em razão dos elogios ao PSD e suas políticas postas no período em que FHC capitaneou o país não custa lembrar a Mercadante as maravilhas tucanas por ele (Mercadante) esquecidas, dentre elas haver quebrado o Brasil por três vezes.

Ou  quem sabe?  recomendá-lo indicar FHC ao papa Francisco para beatificação, com as homenagens e milagres avaliados por Bessinha.


A culpa de Lula
Considerando o elogio de Mercadante a FHC/PSDB, não custa analisar a culpa de Lula, na visão de quem escreve na rede:

Lula é culpado, sim, de ter promovido a maior ascensão social na história País. É culpado por ter tirado o Brasil do vergonhoso Mapa da Fome. É culpado por abrir as portas da Universidade aos pobres e aos pretos. Por ter aberto oportunidades que a maioria dos brasileiros nunca teve. É culpado de ter feito o melhor governo desse País em que os doutores sempre governaram. De ter mostrado que o Brasil pode ter o tamanho dos nossos sonhos.
Isso, sim, é imperdoável. E é por isso que eles têm tanto medo do Lula. 

Também porque “Lula é culpado de ter posto o Brasil a se postar e andar ereto diante das demais nações do mundo; e isso é inadmissível àqueles com complexo de vira-latas que queriam que o país vivesse “de quatro” ou, no máximo, de joelhos e descalços”.

Homenagem
Dentre muita coisa que o Judiciário se escusa apurar  especificamente onde não haja petista  há uma determinada chuva de dinheiro, lá em João Pessoa, na Paraíba, envolvendo a campanha de um senador.

Em homenagem ao trabalho da campanha trazemos a hilariedade nordestina em "Campanha Eleitoral", de Maviael Melo, com o próprio.



É o Lula
Caso consideremos a sanha com que pretendem envolver o ex-presidente Lula em malfeito não tarda aparecer alguém para afirmar que foi ele aquele “Cão” que enganou o senador (vídeo acima) e que tal postura exige prisão preventiva na Curitiba de Moro.

Tal sanha pode ser avaliada a partir de matéria publicada no Estadão aqui, oriunda de vazamentos de escutas da Polícia Federal, em razão do terrível e imperdoável crime de o ex-presidente haver falado com Odebrecht, em 15 de junho  como denuncia Fernando Brito no Tijolaço , "De um artigo de Delfim Netto, que você pode ler aqui, defendendo o BNDES e do elogio feito pelo velho Emílio Odebrecht a uma nota publicada três dias antes pelo Instituto Lula, rebatendo acusações feitas pela Veja sobre seus contratos para palestras."

E se for de Lula?
Completado um ano da morte de Eduardo Campos, no acidente em Santos, encontram-se dificultadas as conclusões em torno da responsabilidade de indenizar as vítimas (inclusive em terra) pelos danos. Tudo porque até agora não houve como identificar a propriedade do avião que transportava Campos e assessores. aqui

Ninguém duvide de que o jatinho seja de Lula. Basta algum dos presos em Curitiba delatar. Que pode incluir na denúncia o Lulinha. Melhor aperfeiçoado que D. Marise seja sócia.

Democracia ideal
A democracia brasileira – ainda aprendiz, em razão de muitos de seus atores não terem ido ao catecismo do que sustenta o moderno Estado Democrático de Direito – tem sofrido esbarrões.

Para muitos – dentre eles Aécio e quejandos – urge que surja o sistema democrático ideal: no qual o ‘seu’ partido (PSDB e quejandos) escolha o povo.

A campanha continua. Com o "povo" nas ruas. como neste 16.

Itabuna
Hoje se encerra a Semana de Aniversário de Jorge Amado, onde é lembrado. O vídeo abaixo, lançado em agosto de 2010, tratava de um projeto grandioso para Itabuna e pretendia antecipar os festejos em honra do ferradense ilustre, para que ocorressem durante o período que antecedia o centenário de Jorge, em 2012.

Do muito ali pensado e sonhado ficaram a estátua na entrada de Ferradas e a reconstrução da casa onde viveu Jorge enquanto morador de Ferradas, ainda na administração do prefeito José Nilton Azevedo, que aceitou e se empenhou no que lhe foi possível naquele projeto (JORGE 100 anos AMADO).

Faltou ao então prefeito a assessoria que permitisse desenvolver na plenitude aquele projeto, que o vídeo destaca em detalhes quanto aos objetivos.

Melhor (re)vê-lo para senti-lo. E perceber que perdemos não só a estátua que indicava a quem passava por Ferradas que o filho mundialmente conhecido ali nascera.

domingo, 26 de julho de 2015

Destaques

DE RODAPÉS E DE ACHADOS
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Grécia x Brasil
Afirmado que o Governo Federal não se havendo bem na condução de seus gastos entrou no perigoso estágio de déficit fiscal. Ou seja, gastou mais do que podia. O natural teria de suceder: reduzi-los para equilibrar a conta e manter a credibilidade.

Mas não precisava exagerar. 

Economizar encontra uma solução simples: aumentar o ganho, a arrecadação. Não foi feito nos moldes inovadores: reduzir a sonegação, tributar o capital, a riqueza e herança.

No entanto, a receita aplicada é por demais conhecida: redução de gastos, corte de despesas, inibição da atividade econômica. Leitura pelna do receituário neoliberal.

A fonte da receita é também por demais conhecida: a da especulação financeira. 

No embalo a equipe econômica cortou gastos com programas sociais e atacou os pequenos do país, esquecendo-se do ganho dos grandes. "Ajuste de meia tigela", como ironiza Paulo Henrique Amorim.

Uma lição que leva a Grécia ao amargor, como Espanha e Portugal.

Quem fez diversamente – como a Islândia – viu situação resolvida a contento. Do país e do seu povo. Com a concordância da banca.

Da Grécia querem até o histórico porto de Pireu. Do Brasil, apenas o pré-sal. 
Porque o Cristo Redentor é muito pouco.

                   Resultado de imagem para imagens de plataformas do pré-sal  
AFP/Getty Images

Relativo
Em mais uma matéria sobre tema ('Da guerra ao comércio', assinada por Marcelo Pellegrini), a semanal Carta Capital volta a tratar da liberação da maconha, partindo de uma indagação: "não seria mais inteligente legalizar e controlar o comércio do que deixá-lo sob o domínio dos narcotraficantes?"

A matéria transita a partir do sucesso econômico-financeiro ocorrido no Colorado, EUA, onde gerados, segundo a Drug Policy Alliance, mais de 10 mil postos de trabalho, entre janeiro e julho de 2014, e 27 milhões de dólares em tributos, com a estimativa de uma movimentação de 2,7 bilhões em todo o país, ainda que não haja uma permissão federal para tanto.

Também destacado que a maconha é a terceira substância psicoativa consumida no planeta – o álcool e o tabaco são as primeiras.

Um outro ponto abordado é o custo oriundo da não liberação, não só no aparato da repressão, que nos EUA já consumiu 1 trilhão de dólares nos últimos 20 anos, sem que tenha reduzido o consumo, ao passo que fez demandar um aumento da população carcerária e o dos efeitos da violência sobre o sistema da saúde.

O polêmico tema ouriça parcela considerável da sociedade brasileira que tem na cannabis não somente uma droga mas o portal para o universo dos demais psicoativos negociados na ilegalidade.

No entanto, a discussão anda posta. Inclusive no Congresso,com projeto do deputado Jean Wyllys, do PSOL, que cria regras para o plantio, comércio e consumo, para quem – segundo a matéria – “Hoje se adquire drogas em praticamente qualquer esquina, ou seja, na prática o comércio é liberado. A diferença é que esse dinheiro, em vez de beneficiar o Estado, vai para o bolso de máfias e corrompe funcionários”.

O deputado não precisa dizer ‘quais’ funcionários públicos. É simples: quando alguém está levando vantagem tudo é permitido; inclusive o proibido. 

Onde o “domínio dos traficantes” pode ser muito relativo.

Risco de saturar
James Brow, traduzindo sua vivência daqueles anos 60 – de conflitos onde confrontado o pacifismo de Martin Luther King por Malcolm X e Panteras Negras na busca/luta pela igualdade dos direitos civis – afirmou que os negros queriam algo imediato, tanto o esperar por serem reconhecidos como pessoas.

Distante a época e o lugar, de certa forma vivemos a ansiedade por resolver problemas históricos. Postos diante de nós nos convocam a enfrentá-los. No entanto, não temos o imediato referido por Brow, tampouco as lições de Martin Luther King, menos ainda a consciência da assunção do enfrentamento de Malcolm X ou dos Panteras Negras.

Zuenir Ventura em texto publicado em O Globo aqui toca no fato de que o brasileiro quer resultados imediatos em tudo. E põe em evidência o desgaste por que passa a campanha judicial de combate à corrupção nos moldes postos por alguns, onde se destaca no instante a dos que dirigem e comandam a Operação Lava Lato, por estar fazendo tardar a resposta esperada. Assim  deduzimos  tardando a resposta e repetida a ladainha diariamente, a tendência é sentir-se cansado o povo e saturada a mensagem.

Deixa de destacar Ventura um aspecto crucial: a insistência em seletivar os resultados, para que alcancem apenas uma parcela da causa do problema, não gera a pura saturação, mas o descrédito. 

Em tempos de tarja preta
Nestes augustos tempos em que a informação seletivada traduz-se na festa dos interesses particulares e político-eleitorais, um jantar/festa na casa de Marcelo Odebrecht faz destacar a presença de Lula no evento como se fosse obra de Satanás. 

Omite-se – naturalmente – outros nomes e quejandos.

O caviar da esquerda.blogspot.com listou uma singular relação de convidados, norteado pela cultura atual.


Há 36 anos
Para idênticas atitudes o instante e a conveniência dão tons diferentes. 

A propósito das ilações de um Procurador da República sobre a atuação de Lula em defesa de interesses nacionais, Maurício Dias, na Carta Capital, traz significativa informação no Reagan pode. Lula, não! 

Detalhe: no centro do mesmo fato a mesma empreiteira (Odebrecht). 

Ironia necessária
No atual estágio de apurações e investigações no Brasil corremos o risco de morrer de indignação – os que defendemos as instituições de um Estado Democrático de Direito – ou sobrevivermos pelo viés da ironia. Neste particular aspecto muito devemos a Paulo Henrique Amorim e seu sarcástico jornalismo. Afinal, quando não há como enfrentar o absurdo deboche-se do absurdo.

É o que faz PHA aqui com a absolvição – tardia – de um exposto e condenado pela mídia na Lava jato e absolvido pelo juiz Moro, que legitima aquelas operações.

O comentarista Paulo Coutinho acertou na mosca: “É o expectro (sic) da ditadura que continua vigiando nas atitudes do pig e dos filhotes ainda encastelados nas instituições”.

Mais uma de Moro
Já registramos em outros instantes do grande risco – e grave, pelas consequências – de a Operação Lava Jato cair em desgraça em razão dos abusos cometidos pelas autoridades nela envolvidos: de delegados da Polícia Federal a titulares do Ministério Público federal e o juiz Sérgio Moro.

Mais uma, a partir do que observa o advogado Thiago Gomes Anastácio em O crime e o homem: a Justiça está incitando um delito

Pior que o soneto
As redes abriram espaço para qualquer um postar o que entende. Algumas são típicos absurdos, produto de mentes alienadas, mesquinhas em várias abordagens, reflexo de limitações que vão da intelectual à mental.

Mas, por outro lado, abre espaço para que muito do que é escondido pela mídia no poço de seus interesses seja escancarado, às vezes – e em muitos casos – com deboche. 

Como algumas montagens a partir da tarja preta sobre as iniciais que podem ser de José Serra em relatório da Polícia federal, divulgadas pelo Estadão.

A tentativa de proteger Serra deu com os burros n’água. Típico do ‘a emenda foi pior que o soneto’.

           
MAIS


Tardio recurso
Lula (man)ter contato com Marcelo Odebrecht é sinal de prática criminosa, como se alardeia pela imprensa a partir dos vazamentos da Polícia Federal. 

Mas quando José Serra aparece em telefonema com Marcelo – o que não significa irregularidade – aí a PF põe uma tarja preta sobre as iniciais JS.

Ocorre que o nome de Serra já havia aparecido em relatório. 

Quem tem... tem medo
O atual presidente da CBF (diante do que fazem outros tantos o nome de cada um fica dispensado) se recusa a viajar par atender aos reclamos da FIFA.

Tá explicado.

Novo proponente a uma delação premiada lá nos EUA-FBI pode ser a razão. 

Del Nero tem razão. Quem tem... tem medo.

Até quando?
Neófito nos cueiros ginasianos, idos de 1960, tempo em que no curso daqueles quatro anos vivenciava-se Latim, Música, Francês (3 anos), Inglês (3 anos).
No emaranhado das descobertas nos debruçávamos sobre “Le ciel il’est bleu”, "The book on the table" etc. 

E muito especificamente – graças às exigências do professor padre Sebastião Bezerra, o Latim se nos afigurava mais importante que qualquer outra aprendizagem: Quosque tanden Catilina abutere patientia nostra, Alea jacta est,  Rosa, rosae, rosarum etc.

Que falta nos faz o Latim: quosque tanden Eduardus, Calheirus, Aecius etc.

Queimando dinheiro
O gasto do Governo Federal com a mídia contraria seus critérios postos a distribuição dos recursos: número de telespectadores, de leitores etc.

A palavra distribuição encaixa-se perfeitamente à circunstância de que o que ora ocorre é desperdício, quando se trata dos gastos com televisão, o que não ocorre com rádio, revistas, jornais e internet. 

Basta que acompanhemos os argumentos e explicações de Antonio Lassance no Observatório da Imprensa leia para compreender o gráfico abaixo, que traduz a relação desproporcional entre os 
                        gastos_habitos

São resultantes dos seguintes dados analisados a partir dos critérios do próprio Governo federal, através da SECOM.

habitosdeconsumo
A pergunta: "Em que medida, então, os gastos de publicidade da Secom e das estatais refletem os hábitos midiáticos dos brasileiros? Aí é que está: não refletem. Eis a fábula da mídia técnica desmentida:
gastospublicidade
Portanto  afirma-o Lassance , com base em dados técnicos; dados de audiência; dados de pesquisa; dados oficiais; a mídia técnica do Governo Federal, de técnica, só tem o nome. Desrespeita os dados que a própria Secom tem em mãos, pelo menos, desde 2011.Fonte: tabela do autor com base em dados disponíveis em http://www.secom.gov.br/pdfs-da-area-de-orientacoes-gerais/midia/total-administracao-direta-todos-os-orgaos-indireta-todas-as-empresas.pdf"

Itabuna e as eleições municipais I
No elenco de candidaturas surgiu a de Carlos Lear. Respaldada no capitalismo grapiúna, caso possamos afirmar que a turma disponha de alguns milhões de reais em recursos para garantir uma eleição.

Caso disponha, onde a crise?

Itabuna e as eleições municipais II
Definido  de forma mais tranquila  o quadro sucessório no que diz respeito à oposição ao Governo da Bahia, com PMDB, PSDB e DEM. Prontos a se concentrarem torno de um só nome, se conveniente for. 

No que se refere a possíveis candidatos que encontrariam seu apoio (do Governo) os nomes girariam em torno dos encontrados no PRB, no PT e no PCdoB.

A grande incógnita continua representada naquele nome que seria (e será se o quiser) candidatura à reeleição: o do prefeito Claudevane Leite.

No entanto, ainda que nome natural, o atual prefeito não demonstra publicamente disposição para reenfrentar as urnas.

Sua postura – abrindo caminho para especulações e até mesmo candidaturas dentro de suas hostes – poderia ser interpretada como um jogo bem urdido visando detonar algum nome que pretenda ser o ungido pelo Governo estadual. 

Dando vazão ao terceiro até – o escolhido já, ou que se sinta nesta condição – que não corresponda à vontade ou participação da cúpula estadual.

Sob esse viés, estaria aguardando findar prazos legais para inviabilizar a saída deste alguém a tempo de conseguir uma sigla que o permitisse concorrer.

Uma outra especulação  deste escriba  gira em torno da possibilidade de assegurar o controle da gestão para quem fosse vice em sua chapa de reeleição, que assumiria depois de um certo tempo de curto cumprimento do novo mandato. 

Tal considerar levantaria a ambição dos dois rivais imediatos, tanto do PT como do PCdoB. Muito interessante para o PT, que poderia indicar um nome sem riscos de um débâcle interno de maiores consequências.

Ocorre que também poderia estar cozendo o galo em fogo brando enquanto os interessados buscam espaço, quando então definiria seu apoio a algum deles.

O difícil neste jogo é que o Governo venha a aceitar  sem definir antecipadamente  uma aventura capitaneada por Claudevane Leite que beneficie alguém que não esteja como fiel de balança no processo.

Outras duas incógnitas (PT e PCdoB) serão mais adiante analisadas.