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terça-feira, 12 de novembro de 2013

Itabuna

Andante
Não transitamos pela ideia que muitos podem imaginar, de que esta augusta terra anda, caminha. Mas pelo andar da caminhada em relação a uma série de temas: da política ou das comemorações. O andante aqui, caro leitor, decorre da cinética musical, aquele que carece de um metrônomo para ser plenamente disciplinado. É o andante que varia entre 73 a 80 bpm (batidas por minuto), caminhando para o adágio e se não  cuidarmos, chegará ao gravíssimo e suas menos de 40 bpm. 

O andamento evidenciado pela cinética musical trata de maior ou menor velocidade com que deve ser executada uma peça musical. Quem não se lembra do famoso segundo movimento (o adágio), do Concerto d' Aranjuez, de Joaquim Rodrigo?

Traremos cansaço para o caro leitor, talvez. Como nos cansamos com muito do que vemos nesta terra. 

Como na matéria e edição desta segunda no noticiário do meio-dia da TV Santa Cruz. Não só as limitações de alguns repórteres - que falta faz a ausência de Roger Sarmento em muitas matérias! - como os "esquecimentos". 

Não nos focamos aos tantos anos de sua existência, mas a não ver qualquer referência a Geraldo Borges Santos, o âncora de seus noticiários durante muitos anos. Peça imprescindível em qualquer matéria que lembre ou diga respeito à existência da TV Santa Cruz.



sexta-feira, 5 de outubro de 2012

O penúltimo debate

Lugar-comum melhorado
Evidente que o formato ofertado pela TV Santa Cruz trouxe ao debate por ela promovido nesta quinta 4 um arejamento ao propósito de esclarecer o telespectador. Deu-se em razão de desenvolver blocos com perguntas diretas entre candidatos alternados com outros de perguntas amparadas em temas sorteados pelo programa.

As cautelas dos principais debatedores em poucos instantes deixou-se superar para confrontos mais incisivos. Neste particular quando Juçara (PT) provoca Vane (PRB) afirmando ter ele protegido colegas em seu relatório sobre irregularidades praticadas na Câmara. Ouviu ataque à administração petista, envolvendo devolução de 1 milhão, pela Câmara, "destinados" a aplicar em creches. Coisas menores, fruto de ausência de melhores proposições para discussão que o instante exigia. Para não dizer-se, que o povo esperava. Ficaram assim, tais instantes, como típicos "buracos negros" no universo do debate.

Zem Costa (PSOL) manteve a sua conduta e somente veio fustigar os demais, em raros momentos, ao passo que Azevedo (DEM) muito pareceu estar caminhando sobre chapa de ferro aquecida quando questionado sobre descasos ou irregularidades em sua administração. Desviava a resposta para "convocar" atitudes mais "amenas" no debate, ou simplesmente utilizava-se da proposição do "eu sou", "eu fiz", "eu vou fazer". O candidato à reeleição deixou claro, nos dois debates, que não domina como deveria os meandros da administração, o que explica muito do que nela tem acontecido.

No geral, sairam-se melhor Vane e Juçara. O mérito daquele residiu em responder mais consistentemente e demonstrar (como também o fez a petista) intenções de mudar o quadro administrativo itabunense.

As eleições no domingo certamente consistirão no último debate. Com participação direta do eleitor, o dono e titular dos destinos de Itabuna para os próximos quatro anos.