sexta-feira, 20 de abril de 2012

O melhor do forró

"Um forró prá lá de bom"

A ACATE, a valorosa e combativa Associação Cultural dos Amigos do Teatro de Itabuna, sob condão do produtor cultural Ari Rodrigues, lança, no dia 3 de maio às 20 horas, no Recanto dos Comerciários, no Bairro Conceição, em Itabuna, o Projeto "Sala de Reboco", voltado para a música nordestina regional.

Valorizando a "prata da casa" o Projeto está sustentado na parceria com o "Cia do Forró" e "Madame Buchada", recebendo a visita de outros nomes do forró itabunense nas apresentações seguintes.

Para contatos harirfilho@hotmail.com

Marcada

Não sai ilesa

A BAMIN vinha desenvolvendo uma imagem de comprometimento com a sociedade, buscando afirmar-se junto às comunidades com ações concretas, derivadas da atuação que exerce como beneficiária de obras que deságuam no Complexo Intermodal.

O que ninguém imaginava é a fragilidade da empresa frente ao poder público a ponto de demitir um jornalista que lhe prestava serviços a pedido de um político.

Fica com a imagem arranhada. Tornou-se cabo eleitoral de Geraldo Simões.

Imaginemos quando descobrirmos recursos da BAMIN na campanha do PTdoG em Itabuna!

Por explicar
Terá que explicar, ainda - e urgentemente - o que a vincula tão fortemente a Geraldo Simões (ou se este a ela), a ponto de este interferir em decisão que compete inteira e exclusivamente à empresa.

É que se a decisão houvesse partido de sua gestão apenas agia dentro de seus limites. Mas, ao atender GS, ou seja, a pedido político, tornou-se cabide de emprego de políticos.

E, no caso, como o jornalista não dera causa, pior ficou para sua imagem.
Não sairá ilesa do episódio!

O risco é que a BAMIN se torne a "empresa onde quem manda é Geraldo Simões".

Cinema

Retorno
Ilhéus foi o palco para o cinema baiano há poucos dias, quando sediou o II FECIBA, onde exibidos cerca de 40 curtas, médias e longas metragens.

Volta a ser centro de atenção com a exibição de "Jardim das Folhas Sagradas", de Pola Ribeiro, a partir de hoje no Cine Santa Clara, em sessões às 18 e 20:30 horas.

Repercussão

Não assenta
Não se coaduna com a política contemporânea atitudes deste ou daquele prócer que retire de arquivos, que imaginávamos sepultados para sempre, vis atitudes, como a perseguição a alguém.

Especialmente se isso ocorre utilizando-se o político de sua força como detentor de cargo, para demonstrá-la diante do alcançado pela medíocre atitude junto à iniciativa privada.

Não pode ser imaginado que estejam a criar do nada a demissão do jornalista Ricardo Ribeiro a pedido de Geraldo Simões. Geraldo que sempre gostou de ser reconhecido como republicano, fato em muito traduzido nas linhas de Eduardo Anunciação em sua respeitável coluna política.

Como diriam os antigos, com seu peculiar vocabulário: não assenta!

Péssima recomendação
E deixa uma expectativa nada recomendável para os formadores de opinião e para o eleitorado - porque o desatino ocorre em ano eleitoral -, quando o deputado impõe o nome de sua mulher como "solução" para o município de Itabuna.

Solução até que fosse!... Mas, se não tendo a prefeitura sob seu controle age assim o que não fará se chegar a conquistá-la?

Anuncia tudo para os que integram o "bloco do eu sozinho" e para quem não o seja, a chibata.

Não sabemos se perguntou ao povo o que acha disso!

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Corda bamba

Espetáculo
Leninha Alcântara, de tanto afirmar e desmentir, vai construindo um singular processo de atuação política. Muito próximo do amadorismo.

Em cena uma corda bamba aguarda a apresentação da simpática artista. Que pode não dominar o aparelho. Parte do público aplaude. Mas os donos do circo não veem nela a profissional que precisam. Mas deixam que siga em frente.

Que a queda não lhe deixe sequelas.

Medida vazia

Jogando para o público
O anúncio do Governo da Bahia de que cortará o ponto dos professores que estejam em greve não constroi o diálogo que deve existir entre as partes. Ao contrário, soa como antipática, autoritária e precipitada.

Antipática e precipitada porque vincula a imagem do governador Jacques Wagner à truculência de Antônio Carlos Magalhães. Com cheiro de ameaça.

Precipitada porque a determinação acontece no imediato de uma reunião dos professores para avaliar o movimento, não fora estar ainda bem fesquinho o início da suspensão das atividades.

Por fim, sabe o Governador, que nenhum professor reporá aulas se não receber por elas. Ou seja, se o Governo não pagar não terá reposição de aulas.

A atitude deve fazer parte do teatro que o momento exige.

Por outro lado, é inócua. Pode o governo até supender pagamentos, mas terá, como já fez em outras oportunidades, que elaborar uma folha extra para repor os dias parados.

Ate porque, se encontrasse amparo para tamanho absurdo, estaria confiscando salários e vencimentos do professorado.

Sem falar neste significativo ano eleitoral! 

Consumado

Nada no escuro
Para que todos não sejam encontrados no mesmo barco furado, fazendo água por todos os cantos, aguarda-se a instalação de uma nova CPI no Congresso Brasileiro.

No entanto, a inevitabilidade da instalação da CPI denominada “de Cachoeira” nos permite observar as reações da grande mídia e os rumos que oferta à construção da opinião pública.

As atenções a ela debruçadas diferem, inteiramente, das que também merece aquela outra, da Privataria (amparada no livro de Amaury Júnior e que tem José Serra e o governo de FHC envolvidos até as entranhas), também requerida.

Uma análise das reações remete à conclusão de que há certa má vontade da grande imprensa com a instalação desta CPI especificamente. Querem estourá-la no nascedouro. Estranho, muito estranho!

Razões
Temos que o perigo desta CPI não está naquilo que de imediato ela apresenta – apurar as relações entre o bicheiro, políticos e governos – mas num tentáculo escondido: a imprensa, no imediato representada pela revista Veja, que trará, de roldão, a Época, IstoÉ, jornalões.

Não porque haja alguma coisa contra a imprensa em si mesma por ser imprensa, mas pelo fato de algumas de suas expressões utilizarem-se de métodos criminosos para obter reportagens e mesmo tentar derrubar governos. Sem falar nos escabrosos casos de chantagem.

Como fazer
No jogo da “desinformação” (misturar “mensalão”, que está sendo julgado pelo STF, com uma CPI que ainda nem iniciou os trabalhos) há uma sólida manipulação de que a sua instalação, que pode ocorrer nesta quinta 19, tem o condão de “encobrir” o julgamento do caixa 2, que denominam de “mensalão”.

Tratam de misturar alhos com bugalhos para desviar intencionalmente as atenções. Para isso vinculam a instalação da CPI de Cachoeira a interesses do PT.

Chegam até mesmo ao desplante de afirmar, como o fez José Nêumane Pinto no Jornal do SBT desta quarta 18, de que a dita cuja é uma vingança pessoal de Lula contra Marcondes Perillo.

Parece que lutam bravamente contra a instalação da CPI. Tem coisa!

Por isso insistimos: tem coisa muito além dos jardins de Brasília, que alcançarão certamente os jardins de empresas de comunicação nos arredores daquele universo da Paulista.

Que lutarão para não revelar as fontes de suas matérias bombásticas, às vezes não provadas.

Mas que causam um estrago terrível. Como desejado por elas!

Esse o temor! De que sejam descobertas tão sujas como os "sujos" que denunciam.