Torcida alheia
Adriano não anda lá essas coisas. A última passagem pelo Flamengo foi alimentada de tudo. Inclusive gols.
No Coríntians tornou-se fiasco diante da expectativa criada quando da contratação.
Setores da imprensa esportiva - e não se duvida que também da diretoria do "mais querido" - exaltam a possibilidade de seu retorno ao time da Gávea.
Até mesmo de que a torcida o quer de volta.
Não sabemos se a "torcida" do Flamengo!
sábado, 17 de março de 2012
Carência de pólen
Alvoroço na colmeia
O anúncio de Ruy Machado, Presidente da Câmara de Vereadores de Itabuna, de que levará ao Plenário da Casa as contas do prefeito Azevedo deve por em polvorosa a cúpula do Centro Administrativo Firmino Alves, sede da Prefeitura.
Estando suas contas com parecer do TCM pela rejeição o Prefeito precisa de maioria absoluta da Câmara para derrubá-lo, o que, diga-se de passagem, é trabalho hercúleo nesse instante.
Como tudo que ocorre no Poder Legislativo está sob o prisma da “decisão política”, e considerando que contas de prefeitos anteriores com parecer também pela rejeição aguardam apreciação da Câmara, tenha-se como típica manobra política a decisão de Ruy Machado, caso confirmada, repercutirá imediatamente na sucessão municipal. Qualquer que seja o resultado.
A colméia precisa de pólen para produzir mel.
sexta-feira, 16 de março de 2012
Paciência nunca é demais
Esperar é preciso
Considerando a informação veiculada no www.advivo.com.abr desta sexta 16, originária da Agência Estado, o STF julgou, depois de 53 anos, ação que envolve concessão de terras públicas em Mato Grosso.
Para botar os nativos que disputam a reserva Paraguaçu, ali pros lados de Itaju do Colônia, com as barbas de molho, o colendo Supremo Tribunal Federal reconheceu validade para os contratos de concessão de terras públicas.
Em Itaju o que está em discussão é a legitimidade do Estado da Bahia para conceder títulos em terras indígenas.
Se por lá foram 53 anos, a turma que ocupa e discute a Reserva Indígena Paraguaçu, que espera só há 31 anos, ainda tem mais 22 para conflitar.
Na esteira da informação podemos avaliar o Judiciário: vagareza para apreciar o que interessa e rapidez de velocidade da luz para recuperar o Pinheirinho para Naji Nahas.
UFESBa
Tapa na cara
O âncora Paulo Lima, do Alô Cidade, na TVI desta sexta 16, traduziu a indignação itabunense, partindo das informações de que a "capital do cacau" corre o risco de não se tornar sede da reitoria da Ufesba. Que iria para Porto Seguro, segundo adianta Daniel Thame (blog do Thame), publicando palavras do atual ministro da Educação, Aloísio Mercadante.
"Um tapa na cara de Itabuna", foi a reação do indignado Paulo Lima, convocando a sociedade a enfrentar essa descortesia.
Tapa é pouco, Paulo. Bofetada, seria mais propriado.
O âncora Paulo Lima, do Alô Cidade, na TVI desta sexta 16, traduziu a indignação itabunense, partindo das informações de que a "capital do cacau" corre o risco de não se tornar sede da reitoria da Ufesba. Que iria para Porto Seguro, segundo adianta Daniel Thame (blog do Thame), publicando palavras do atual ministro da Educação, Aloísio Mercadante.
"Um tapa na cara de Itabuna", foi a reação do indignado Paulo Lima, convocando a sociedade a enfrentar essa descortesia.
Tapa é pouco, Paulo. Bofetada, seria mais propriado.
quinta-feira, 15 de março de 2012
Gritar não ofende
Prestígio em baixa
O deputado baiano Daniel Almeida (PCdoB), na tribuna da Câmara Federal, reclama da presidente Dilma um tratamento digno para a Bahia (tantos os baianos dispensados no alto escalão do Governo Federal), que corresponda ao que o Estado representa política e economicamente no contexto do Brasil.
Não fora a oportunidade, a grita traduz uma realidade crua nesse instante: a falta de prestígio das lideranças políticas situacionistas da Bahia na pessoa de seu representante natural, para não dizer maior, o governador Jacques Wagner.
Conforme a reação do Planalto confirmaremos ou não o prestígio do "galego".
Ria que é de graça
Ah! Stanislaw
Caro leitor, aceite nosso conselho: compre um jazigo. Não é piada. Afinal, se você corre o risco de morrer “pela primeira vez”, e mora em Ilhéus, pode ficar sem lugar na fila para alcançar o outro mundo.
É o que podemos concluir do alerta do vereador Raimundo do Basílio, da praieira que acolheu Jorge Amado, em discurso(?) proferido da tribuna da Casa do Povo: “Em Ilhéus, para quem tem jazigo no cemitério, menos mal; mas para a pessoa que vai morrer pela primeira vez a situação é mais difícil”. (“Essa Câmara de Ilhéus é de matar”, no Pimenta na Muqueca, desta quinta 15).
Ah! Stanislaw, que falta faz o teu Febeapá. E que falta em tua época essa geração século XXI!
UFESBa
Denúncia
O TROMBONE de quarta 14 publica denúncia de Wenceslau da tribuna da Câmara Municipal, que origina a matéria “Inoperância pode levar Itabuna a perder Ufesba”.
Ou seja, a sede da recém-conquistada Universidade Federal do Sul da Bahia, estaria prestes a encontrar Porto Seguro como destino “porque existe no Congresso uma movimentação para transferir a reitoria” de Itabuna para a terra que recebeu as naus cabralinas.
Denuncia o vereador “que, após a aprovação da sede da Ufesba para Itabuna, pouca coisa andou...” e “até hoje não se tem a definição da localização da instituição”, o que inviabilizaria a sua efetivação por estas plagas.
Nas entrelinhas, a culpa do município, a quem cabe institucionalmente a iniciativa de disponibilizar o terreno.
Perguntas necessárias
Ainda que reconheçamos – parodiando Jérôme Valcke – a necessidade de “se donner um coup de pied aux fesses”, ou “acelerar o ritmo”, na semântica admoestação do francês, em ano eleitoral sempre cumpre indagar das razões por que do risco aventado pelo edil itabunense e levantar considerações.
Em primeiro instante, o raciocínio de que tal mudança implicaria em tomada de posição de parcela considerável (maioria) da bancada baiana contra Itabuna, em favor de Porto Seguro, para influenciar o ministro Aloísio Mercadante.
Num segundo instante, que a nossa representação imediata (Geraldo Simões e Josias Gomes) não esteja dando a devida atenção ao fato e tenham eles se “desligado” dessa realidade, mormente GS, a quem muito se deve de mobilização para afirmar esta terra como sede da Ufesba.
Em outro ponto, se há disponibilidade financeira no orçamento federal, que exigisse a imediata liberação de recursos (diante do contingenciamento de R$ 55 bilhões) sob pena de retorno ao Tesouro por sua não aplicação.
Ou, ainda, se mesmo já ocorreram os primeiros levantamentos técnicos do governo federal voltados para a implantação dos campi, onde o da reitoria é apenas um deles, em que pese o mais importante.
O que fazer e o que evitar
Por fim, onde fica a responsabilidade da sociedade itabunense no processo? Apenas tributar ao município a obrigação ou também aos vários segmentos dela representativos? O que tem todos feito em defesa concreta da Ufesba?
Não esquecer que alguns itabunenses, dentre eles os empresários Helenilson Chaves e Nilsinho Franco e o médico Antônio Mangabeira já se disponibilizaram doar uma área em torno de 100 hectares no entorno de Ferradas, às margens da BR-415, para implantação do campus itabunense.
Algo estranho: quando se dispensa doação/presente, e nem mesmo a defendemos, há o risco concreto de transformar nossa reitoria em pasquim eleitoral.
Marcadores:
Aloísio Mercadante,
bancada baiana,
Ferradas,
Franco,
Geraldo Simões,
Helenilson Chaves,
Itabuna,
Jérôme Valcke,
Josias Gomes,
Mangabeira,
Porto Seguro,
Ufesba,
universidade,
Wenceslau Júnior
Assinar:
Postagens (Atom)
