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segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Tem gato

Na história por contar
O prefeito Cladevane Leite denunciou escuso procedimento da atual administração em negociar com o banco Santander no imediato do processo eleitoral. O negócio rendeu 10 milhões de reais para a Prefeitura.

Temos certeza de que Sua Excelência descobrirá mais alguma coisa quando auditar a FICC.

É que pode haver Santander pelo meio. E o fato pode coincidir com o período da negociação criticada por Vane.

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Capa e espada

Onde procurar
Dos folhetins do cinema, alguns marcaram muitas gerações. Faroestes e espadachins rivalizavam na inserção de herois no imaginário de espectadores. De crianças das matinês aos adultos das soarês.

Os faroestes traziam a disputa, onde o bem sempre prevalecia, pautada na dureza dos homens e seu caráter primitivo. Os capa-e-espadas apresentavam herois corteses e elegantes como elemento acessório à conquista, onde a vitória sobre o mal quase ficava no plano secundário.

No instante, coincidente, em que o ministro Joaquim Barbosa é elevado à categoria de heroi nacional (já se tornando símbolo de consumo carnavalesco, tanto que anunciado como tal), elevando o "acusador" a instrumento de catarse nacional, cá na província itabunense encontramos nosso capa-e-espada onde não mais Richiliês são o símbolo dos maus, mas as diárias consideradas em dimensão de farras (para não perdermos o mote carnavalesco).

E embarcamos na cruzada pela moralidade, que louvado seja!

Nossa contribuição, já que fácil detectá-las pelo mesmo caminho onde as atuais heroínas foram descobertas, que é compulsando processos junto ao Tribunal de Contas dos Municípios, recomendamos enveredar pelo uso devido ou indevido das indigitadas no Poder Executivo.

Começando pelo mais fácil, órgão de menos expressão quantitativa: a FICC. Talvez o Ministério Público descubra outra vertente farrista desfilando em corso nos carros alugados para gáudio de alguns privilegiados da instituição, em alguns instantes alimentados todos por "caldos culturais" regados a cerveja porque ninguém é de ferro.

Se não quiserem ir mais adiante!


quinta-feira, 19 de julho de 2012

Perdendo o senso do ridículo

Da FICC fiasco...
A FICC marcou no então presidente Cyro de Mattos a síndrome do NA (necessidade de aparecer), um mal que acomete àqueles que carecem dos espaços que ocupam mais para aparecer que para expressar os méritos que possuam. Cyro, pelo menos, tinha méritos próprios, já que consagrado poeta e contista.

Não é o caso da atual ocupante do cargo, que se anunciou poeta, pedagoga, ex-bailarina e advogada sem que conhecêssemos uma só de suas apresentações de dança, uma só de suas petições, qualquer poema seu ou exercício da atividade ou trabalho acadêmico em torno da Pedagogia.

Famoso ficou, dentre suas portentosas "ações" - que caiu no anedotário pela tremenda barrigada (expressão do jornalismo para uma notícia fundada em premissas falsas) - o anúncio de que a FICC, por ela gerida, custeou um veículo para o envio de uma caravana de artistas itabunenses à Ilhéus para a "seleção" de atores para a série Gabriela e a não menos famosa promoção de "caldo" regado a "bebida" custeados pela instituição, onde não faltavam homenagens à "mãezinha da classe artística".

Não fora isso, se não possui méritos literários (como os tinha o antecessor) os tem à forra como papagaio de pirata e não perde oportunidade para apresentar-se.

Ainda que não tenha a virtude de perceber o senso do ridículo a que se expõe.  

... para o mundo do ridículo  
Sob esse viés, a sua última manifestação de NA ocorreu durante evento político da campanha de Azevedo, quando da inauguração do comitê do candidato, na quarta 18.

Não sabemos se falando em nome próprio, do PR (partido do marido, Roberto de Souza) ou da FICC, não perdeu a oportunidade e ocupou o microfone para defender os derréis de mel coado que recebe da municipalidade.

Espetáculo hilário. Basta que percebamos a retórica da ilustre senhora, na íntegra, antes de receber estrepitosa vaia:

- Oi, gente! Falar de Azevedo? – e fechou com uma resposta inusitada:

- Azevedo é uma delícia!

Muitos perceberam nos olhos de Azevedo um brilho especial. Afinal, ninguém de público já lhe fizera tamanho elogio!

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Retalhos

Surpresa
Canta um passarinho que o PR saltará para o colo de Geraldo Simões a qualquer instante. Em Itabuna a condução estaria a cargo de Roberto de Souza, atual aliado de Azevedo, onde detém cargos e sinecuras. Inclusive a presidência da FICC, assumida pela esposa.

Aguarda-se a reação da gestão Azevedo com a descoberta de que “água e óleo” se misturam.

E que rumo dará à “dinâmica” atuação da ex-bailarina, advogada, poeta e pedagoga.

Fracasso
O Festival Multiarte Firmino Rocha é um evento que integra o calendário da FICC como de realização obrigatória. Ou seja, programação institucional. Tem sido realizado durante o mês de julho com participação de dezenas de grupos de teatro, música e dança de todo o estado da Bahia.

Nesse 2012 não se ouve nem falar no assunto.

Uns dizem que está faltando Eva Lima, que sempre coordenou e organizou o evento; outros, de que a falta é de dinheiro, desperdiçado em “caldos”, “bebidas”, “aluguel de veículos” para fausto da presidente da FICC e “diárias” para suas viagens em busca de recursos (que ninguém vê).

Arte
Caso Azevedo consiga manter a lógica de que água e óleo não se misturam tudo continuará como dantes no quartel de abrantes: "caldos", "diárias" e "aluguel de veículos".

De Festival Multiarte Firmino Rocha, nada.

segunda-feira, 30 de abril de 2012

DE RODAPÉS E DE ACHADOS - Dia 29 de Abril

Quando o tema se esgota em si mesmo, um rodapé pode definir tudo e ir um pouco além.  
Adylson Machado

                                                                              

Dilma e os bancos

Enquanto FHC queria vender o BB e a CEF Dilma deles se utilizou para peitar os grandes bancos e levá-los à queda de juros.
Eis a diferença.

Crimes I

Já escrevemos que nada temos contra a fonte de informações para este ou aquele órgão jornalístico. O que não toleramos é a utilização de meios espúrios para sua obtenção. O que está para ser comprovado, como método da Veja, famosa desde aquele “grampo sem áudio”.
Razão por que, se a CPI do Cachoeira levar a fundo o que diante dela se disponibilizará, Roberto Civita estará envolvido até o pescoço.
E cremos que ela não está só. Daí porque gostaríamos de ver uma CPI para apurar as criminosas ações da Veja.

Crimes II

Escancaram que Cachoeira – parceiro da Veja – montou a invasão do Hotel Nahoum, mais especificamente do apartamento onde hospedado José Dirceu.
Quem beneficiado? A revista Veja que utilizava um de seus repórteres para integrar a proeza.

Disfarçando

A grande imprensa – aquela denominada de PiG por Paulo Henrique Amorim, ou seja, Partido da imprensa Golpista – focaliza somente nos partidos políticos (PP, PT, PSDB, DEM, por enquanto) com alguma atuação vinculada a Carlinhos Cachoeira.
Tenta desviar a atenção. Se a coisa for aprofundada chega à imprensa – no momento representada pela VEJA – e em figurões do Poder Judiciário.

Érito Machado I

Negamo-nos a participar das exéquias do mestre Érito Machado. Mais para não vermos condolências pela oportunidade, falas muitas da boca para fora. Mas nos recolhemos nas lembranças de quem foi aluno, assim considerado o que traduzisse ideias no texto e que dominasse a concordância verbo-nominal nas avaliações.
A capacidade crítica de Érito Machado fazia-o estranho onde chegasse. Incomodava a muitos. O Mestre não contemporizava com a mediocridade. Esta lhe era absolutamente inversa e Érito não admitia nem mesmo passar onde a brisa dela ensaiasse flertar.

Érito Machado II

Nessa linguagem contemporânea onde o sonhador e utopista transformou-se em sinônimo de empreendedor Érito Machado o foi. Ao exercer o poder de que dispunha para fundar uma Escola de Economia em Itabuna, para aliar-se ao centro universitário que aqui se construiu e que, poucos querem reconhecer, é a razão da existência da FESPI, embrião da hoje cantada e decantada UESC.

Érito Machado III

Não nos víamos desde que não nos foi possível vê-lo. Dos muitos feitos pouco lembrado. Voraz leitor, intelectual com idiossincrasias que o marcaram, era um homem inteligente, na expressão da palavra. Todas as suas atitudes, ações e reações foram pautadas na inteligência.
Não vemos em Itabuna o necrológio que Érito Machado merecia.
A mediocridade ainda impera! A morte fez um favor em levá-lo. Não precisava tê-lo sido como o foi.

Érito Machado IV

Não sabemos se Érito Machado foi lembrado para integrar alguma destas tantas academias que inundam Itabuna.
E nos permitimos ignorante ser quando a vanitas vanitatis omnia vanitas pousa sobre o horizonte que ainda não se fez.

Excelente I

Disponibilizamos o sítio http://www.excelencias.org.br/ como instrumento para qualquer cidadão. Através dele descobrimos que a variação patrimonial de Geraldo Simões entre 2006 e 2010, penúltimo mandato, foi de 77.501,35 reais e que possui um patrimônio declarado de 419.501,35, assim como o tamanho do seu pãodurismo em contribuição financeira para a mulher, na campanha de 2008, que alcançou a astronômica cifra de 24.995,00 reais.

Excelente II

Não custa também o leitor acessar o http://www.portaldatransparencia.gov.br/ e verificar o dinheiro que anda chegando para Itabuna. Desde o que recebe o Município, até instituições outras.
Destacamos, por enquanto, algumas disparidades, como uma instituição como a APAE conveniando em torno de 100 mil reais e uma outra – Fundação Pau Brasil – recebendo 1.020.793,00 em 2011, de um projeto que supera 2.770 milhões. Ainda há um Fundo Cacau Cabruca, um Instituto Agroambiental Cacau Cabruca.
Seria interessante a sociedade ver a prestação de contas de cada uma delas. Especialmente para conhecer o que cada uma realiza em benefício da comunidade.

Cavaleiros de Granada

Um “dos”. Assim o pré-candidato do PSDB, afirmado pela direção local do partido. Nenhum óbice a Ronald Kalid. Ou ao direito de lançar-se candidato. Afinal, utopia é alimento.
No entanto, experientes políticos parecem desconhecer a engrenagem das relações partidárias, verticalizadas as decisões. Nunca de baixo para cima.
Agem os do PSDB local como os personagens de Cervantes, “Os Cavaleiros de Granada”: aqueles que “em alta madrugada / brandindo lança e espada / saíram em louca cavalgada. / Para quê? / Para nada”.
O detalhe fica para o PSDB de Ronald. Por faltar-lhe Cervantes para registrar a “cavalgada”.

Colhendo

Para o que escreve ofertando opinião, descompromissado em agradar a este ou àquele, cria para si uma expectativa em torno do que opinou. Até para verificar o grau ou dimensão de sua opinião. Freudianamente, autoafirmação.
As declarações de Geddel Vieira Lima no lançamento da “pré-candidatura” de Renato Costa é o primeiro freio de arrumação no processo eleitoral/2012.
Resolvemos, então, retomar rodapés postos neste “O TROMBONE. Eis alguns:
“Essa a razão por que este observador deste cada dia mais estranho e desfigurado mundo da eleição vê em alguns dos bons nomes para o debate apenas molduras eleitorais, acessórios à beleza do processo, legitimando cada eleição.
Em junho de 2012, ao final do período fixado na lei para definição das candidaturas, teremos oportunidade de conhecer o quadro e a moldura”.
(“Do quadro e da moldura”, DE RODAPÉS E DE ACHADOS, de 18 de setembro de 2011).
“É como pode ser denominada a importância de certos dirigentes partidários locais. Se a ‘democracia partidária’ impõe a vontade das executivas estadual e nacional, em Itabuna alguns dirigentes parecem desconhecer a realidade.
E andam anunciando candidaturas para 2012. Que não tardam a ser desmentidas”.
(“Zero à esquerda”, DE RODAPÉS... de 21 de novembro de 2011).
“Não entendemos como fruto da democracia interna tantos pré-candidatos, como ocorre no PMDB. Mormente quando o partido motivou filiações para se tornarem candidaturas que passam a ser pré-candidaturas.
Neste particular buscaram ‘Leninha da Regional’ prometendo o Paraíso. A moça chega e começam a despontar nomes de todos os lados.
De ilustres desconhecidos ou desprestigiados a parentes de lideranças em extinção”.
(“Deselegância”, DE RODAPÉS... de 25 de outubro de 2011).
“Ainda que alguns entendam que inflação de pré-candidaturas configuraria democracia partidária em nível interno parece-nos coisa para encontrar um tertius (terceiro) – famosa figura que chega na hora certa para solucionar conflitos e para unir o partido quando desunido.
No PMDB o tertius se chama Renato Costa”.
(“O tertius tem nome”, DE RODAPÉS de 25 de outubro de 2011).
“Não espere Leninha Alcântara presentes do PMDB. Para ela, a indicação do partido à majoritária de 2012 constituía-se uma certeza. Se acontecer o será pelas circunstâncias, diante da fragilidade dos concorrentes internos.
No entanto, a esperança que nutria, de chegar à eleição como candidata, pode ficar para 2016”.
(“O PMDB e o Natal de Leninha”, DE RODAPÉS... de 25 de dezembro de 2011).
“Essa independência do PMDB itabunense, sob a ótica dirigente de Renato Costa, está mais para botar o carro adiante dos bois, a província acima da metrópole.
A não ser que, como já escrevemos nestas mal traçadas, que os tantos pretensos candidatos do PMDB tenham Renato Costa como tertius e em favor dele renunciem.
Ainda que para vice de Azevedo”
(“Para boi dormir”, no DE RODAPÉS E DE ACHADOS, de 22 de janeiro de 2012).
“Particularmente acreditamos que o PMDB local, se estiver sob o absoluto comando de Geddel, não tem pretensão de viabilizar uma vitória do PT, dividindo opositores ao projeto GS. Afinal, a vaia recebida em Ilhéus pelo então Ministro de Lula, se iniciativa ou não de Geraldo Simões, não foi esquecida.
Sob esse prisma, ou o PMDB local oferta candidatura que contribua para derrotar Geraldo/Juçara ou se aliará com quem possa fazê-lo”.
 (“Caminho natural”, DE RODAPÉS... de 25 de outubro de 2011).
“Particularmente pagamos para ver o PMDB de Geddel Vieira Lima – com as vaias ainda nos tímpanos, por ele atribuídas a GS – fortalecer, em Itabuna, Geraldo Simões e o PT.
Vemos como muito mais possível uma composição do PMDB itabunense com a reeleição de Azevedo”.
(“Pagando para ver”, DE RODAPÉS... de 7 de novembro de 2011).

Dificuldades

O PTdoG tende a não ter Lula no palanque. Como os demais, se contentará com uma mensagem padrão de apoio e recomendação.
Afinal, por cautela, Lula não se debruçará para gravações individuais para mais de 5 mil candidatos Brasil a fora.
Não há corda vocal que aguente.

O que está em jogo I

Considerando o estrago feito na lagoa dos cururus com o afastamento de Wenceslau Júnior da Câmara, por determinação judicial, circulam “certezas” de que Luís Sena assumirá a candidatura, como “bucha de canhão” – para utilizar expressão deste O TROMBONE (“Vai sobrar para o ‘Velhinho’”).
E que esta teria apenas o condão de melar a candidatura petista, dividindo votos progressistas.

O que está em jogo II

Temos escrito (basta reler nossos rodapés a partir de setembro/outubro de 2011), e voltamos a reafirmar, que no processo eleitoral em curso há um objetivo comum: derrotar Geraldo Simões, por nós definido como o “pombo” daquela nada correta competição olímpica.
Toda a discussão eleitoral, propostas, projetos e quejandos encobrirão esse objetivo: cortar pela raiz o futuro político de GS.
Nem mesmo pode-se afirmar que seja uma campanha contra o PT, como partido, mas contra o que denominamos de PTdoG.

O que está em jogo III

A indignação contra Geraldo aumenta a olhos vistos. Eleitores de GS, que o tinham como referência política, não votarão nestas eleições. Em ninguém. Por não concordarem com os desmandos que permeiam as recentes administrações preferem anular o voto ou mesmo não comparecer às urnas, como um voto de protesto contra Geraldo.
Este é o clima! Lamentável, mas é o clima!

O que está em jogo IV

PMDB tem candidato forte. Para 2016. PCdoB tem candidato forte. Para 2016. E para chegar cada um com chances de vitória torna-se necessário anular Geraldo político-eleitoralmente em 2012.

Ladeira abaixo

Geraldo, pela condução que tem oferecido à sua trajetória política recentemente mais parece estar se vingando da mulher (não sabemos a razão) ao lançá-la candidata.
Dela se utiliza – sua eleição asseguraria um bom colégio eleitoral para 2014, lembrando que em 2010 perdeu ele 12 mil votos só em Itabuna – como “bucha de canhão” para o seu projeto político.
Suas ações recentes demonstram desespero. Pedido de demissão de jornalista, ameaças. Defesa de corrupto. Típico terror jacobino. Razão por que muitos passaram a temer ofertar o pescoço à guilhotina.
Como esse rapaz mudou!

Sujeira

Ainda pesa no imaginário do observador o que foi fazer Leninha Alcântara na residência de Geraldo Simões há alguns dias. Tudo fotografado. O que admite a possibilidade de exposição da então pré-candidata do PMDB para desgastá-la.
Como ela não dispunha de autorização da Executiva para falar em adesão à campanha petista bem que pode ter sido “convidada”.
Para nós – que estejamos enganado – para ser ameaçada. Afinal, a sua atividade empresarial depende de autorizações para funcionar... de órgão do Governo Estadual!

FICC fiasco

Mais um fiasco da FICC, dentro da valiosa gestão da “ex-dançarina”, “advogada”, “poeta” e “pedagoga” que dirige o órgão máximo da cultura local.
Anunciara, com pompa e circunstância, a abertura do antigo Cine Itabuna, que agora seria o Cine Teatro Jorge Amado. Que seria inaugurado no curso das comemorações do aniversário do município em julho.
Só ficou no release. O prefeito Azevedo disse que nada sabia do projeto e que a Prefeitura não tem como assumi-lo.

Coisas da FICC

Alardeia a instituição apoio ao São João dos bairros. Oferece apoio financeiro de 250 reais para cada “indigente” que por acaso a procure. DUZENTOS E CINQUENTA REAIS.
A “fortuna” chega a 0,001% daqueles 250 mil gastos com a Paixão de Cristo, como denunciou Daniel Thame. Ou, vá lá que seja, a 0,007% de 35 mil, como o diz a própria em resposta.
Essa é a contribuição da FICC para a manutenção da tradição junina. Caso possamos chamar a merreca de contribuição.
Já para o “caldo cultural”, comida e bebida farta custeada pela instituição! Afinal, a “mãe” sabe que elogio não é coisa que se dispense.

“Comunista moderno”

Essa uma das expressões de Wenceslau Júnior em programa radiofônico, quando contestava a ação do Ministério Público, para explicar a atualidade: assistia missa, daí porque era um comunista moderno.
Ou seja, desmistificou a imagem de que comunista “comia criancinha” e “deflorava freiras”.
Sabemos que o comunismo mudou muito. Mas não sabíamos desta vitória da Igreja.

Indigesto

Ainda que o Judiciário tenha acatado a pretensão do Ministério Público e afastado vereadores itabunenses de suas funções por 90 dias a entrevista exclusiva concedida pelo Promotor à rádio Difusora não foi digerida.
Apenas aumentou a percepção de que os tentáculos de Geraldo Simões não se limitam a BAMIN.
Fazem também da séria atuação de um promotor uma espingarda de satanás para os seus interesses.

Samba coco



O coco encontra em Jackson do Pandeiro um de seus maiores cultores e dele temos inúmeros registros. Mas, muitos nos habituamos ao coco disputado entre dois pandeiristas, duelando no improviso.
Aqui o grupo pernambucano Samba Coco Raízes de Arcoverde. A primeira parte traz uma lembrança de nossa infância, do início dos anos 50, com letra modificada, a partir de versos que são de domínio público: minha sabiá, minha zabelê /toda meia-noite / eu sonho com você / se você duvida / eu vou sonhar / prá você ver. Aqui o grupo trabalha o mesmo tema em outra melodia.
O tema também foi aproveitado por Gilberto Gil e Torquato Neto que a partir dele compuseram “Zabelê”, alterando a última sílaba melódica em relação ao original, aqui em gravação de Gal e Caetano.


Cantinho do ABC da Noite

cabocoA observação alencarina a partir do balcão do ABC da Noite gera conclusões. Como a que justifica o conversar continuado, que se abre sempre a novos temas, atropelando-se o anterior com o seguinte.
– Conversa é como rama de maxixe. Não acaba nunca.
DE RODAPÉS E DE ACHADOS está também disponível em www.adylsonmachado.blogspot.com
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Adylson Machado é escritor, professor e advogado, autor de "Amendoeiras de outono" e " O ABC do Cabôco", editados pela Via Litterarum

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Às avessas

Dispensando inimigos
Denúncias pipoucam de descumprimentos em órgãos vinculados à administração municipal.

A EMASA ainda não pagou salários de março, tampouco o tiquet alimentação. E o presidente da empresa sumiu.

A FICC não honrou o pactuado com os artistas que venceram editais. (Mais FICC no fim de semana).

É o que se ouve.

O prefeito Azevedo tenta a reeleição. Não precisa de adversários. Os "amigos" desencadearam uma "campanha política" às avessas.

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Expectativa

Que não seja mais um fiasco
A FICC tem sido pródiga em fiascos. Um dos últimos, o anúncio, com o devido estardalhaço, do patrocínio e deslocamento de uma caravana de atores de Itabuna para Ilhéus a fim de participar de uma seleção de atores – que nunca ocorreu – para a novela Gabriela.

Tem anunciada uma programação para a Paixão de Cristo, a ser encenada de forma itinerante. Para tanto, fez a tradicional via crucis da Igreja Maria Goretti, da Mangabinha, mudar sua apresentação para a próxima quarta-feira a fim de não encontrar concorrente.

Em menos de um mês dois diretores do espetáculo caíram. Contratara Marcos Cristiano para diretor, de Salvador, depois José Carlos Negão que, dizem, desagregou os trabalhos. Agora tenta salvar a pátria com Marquinhos Nô, que estava à disposição desde o início.

O pessoal ainda nem mesmo decorara o texto, que dispensaria gravação, porque o seria ao vivo, com microfones de lapela. Um luxo!

Risco
A FICC conta com o “milagre” de Marquinhos em plena Semana Santa, pisando em terreno pantanoso, sem ter controle sobre a produção.

Marquinhos Nô, respeitado no trabalho que faz, ao aceitar o desafio “em cima da hora” corre o risco de contribuir para uma indefinição, com dois lados distintos:

1. se o trabalho fizer sucesso, o mérito será da diretoria da FICC, que se desdobrará em anúncios da sua presidente, “bailarina”, “advogada”, “poeta” e “pedagoga”;

2. se houver fracasso, ficará com o ônus do fiasco.

quarta-feira, 28 de março de 2012

Por onde anda?

Dúvida
A propósito de "Mais um fiasco", postado abaixo, podemos ter cometido um engano ao afirmar que a FICC "nem se dignou mandar representante oficialmente".

Realmente não teria como mandar caso não tenha a instituição sido convidada formalmente.

Nesse caso, não ter sido convidada pela própria AGRAL, levanta uma séria dúvida: será que a AGRAL não reconhece a FICC como instituição merecedora de um convite para sua instalação?

A AGRAL tem a resposta. Qualquer delas confirma o "fiasco".

Por onde anda?

Mais um fiasco
Causou espécie o fato de na instalação da Academia Grapiúna de Letras-Agral a FICC-Fundação Itabunense de Cultura e Cidadania, órgão do município vinculado à Cultura, não se fazer presente.

Nem se dignou mandar representante oficialmente.

Parece que a "cultura" da turma só tem olhos para a de "caldos".

quinta-feira, 8 de março de 2012

Indícios

Falta explicar I
A Fundação Itabunense de Cultura e Cidadania-FICC, parece andar nadando em dinheiro. Quando lhe bastava organizar o carnaval antecipado pôs o trio Mel & Cia, “que trouxe como atração o cantor Fernando Caldas”, como registra o Políticos do Sul da Bahia de terça 6, com direito à fotografia ao lado da presidente da instituição, todos fantasiados.

Considerando que Fernando Caldas tem representado a presidente da instituição em eventos, o que significa dizer que por lá está trabalhando, não sabemos se Caldas também recebeu como “atração”.  

Falta explicar II
O atual dirigente da FICC, como artista itabunense não anda na crista da onda, não por mérito – que os tem à sobeja – mas por coisas desse vil mercado. Daí por que, Fernando Caldas cantando em trio custeado pela FICC – leia-se, dinheiro público – remete a algumas perguntas:

Cantou de graça ou recebeu cachê? Se recebeu, onde o edital do processo de licitação, uma vez que outros itabunenses também estão no mesmo diapasão? E, nesse caso, pelo menos tráfico de influência pode ser aventado, o que implica em crime contra a administração pública.

Se não recebeu dinheiro, beneficiou-se de recursos públicos (que pagaram pelo trio) para promover a sua imagem artística.

Está explicado
Sem uma assessoria jurídica que demonstre estar acompanhando as ações de sua dirigente – mais preocupada com fotografias, releases e até mesmo fiascos, como aquele de “levar atores para seleção de elenco da novela ‘Gabriela, Cravo e Canela’” – a FICC, que tem casos escabrosos como uma seleção pública sem edital, contrariando princípios básicos da moral administrativa, caminha a passos céleres para sucumbir à Lei 8429/92.

Nesse viés, a presidente da FICC já tem intérprete para um carnaval também no juízo criminal.