quarta-feira, 8 de abril de 2015

Choque


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Na gestão
Tanto ouve-se  e mais ouviu-se no curso da campanha presidencial  como último apelo em verso político para redenção dos povos  que quase estamos a buscar em poema o canto que só a abstração literário-poética poderia abarcar.

Assim, nos vimos diante dos fatos concretos  longe do concretismo poético  minimalizados em (não)melodia a ser composta por Gilberto Mendes.

Aturdido em surrealista espaço textual o choque de gestão embala o canto revolucionário. 

Assim o expôs quem diz havê-lo praticado.

O dito acima se fez necessário  como para compreender o fiat lux  depois de vermos/ouvirmos/lermos sobre o estado das finanças públicas do estado de Minas Gerais, como encontrado pelo governador empossado em janeiro último.

Tem-se como desmoronado o conceito exposto por quem no choque de gestão apresentava o paradigma da redenção para a administração pública, personalizada em quem o pusera em prática.

É que  caso tenha o choque de gestão de ser analisado sob o prisma dos mineiros que governaram o estado em tempos recentes e o levaram a termo  temos que não passaria de um estágio a ser estudado pela Física Quântica contemporâneo-mineira, diante da ação humana tratando de novos elementos ali descobertos e suas reações para novos conceitos científicos em torno do curto-circuito.

O que está posto no noticiário nacional sobre o praticado choque de gestão no estado de Minas Gerais nos leva à conclusão  sem sombra de dúvidas  que houve ali, sim, um choque sim, um choque na gestão


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